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16.6.14

CATHO


Através de uma ferramenta moderna, a CATHO tem a principal missão de ajudar centenas de milhares de profissionais na conquista das melhores oportunidades de carreira no mercado brasileiro. E para isso, trata como clientes tantos as empresa que anunciam vagas como os profissionais que procuram realização ou melhor colocação no mercado. Mais do que um classificado online de empregos, a CATHO é uma empresa pioneira no segmento. São pessoas trabalhando para pessoas. 

A história 
Tudo começou em meados da década de 1970 com o americano Thomas Amos Case, formado em engenharia mecânica e com Ph.D em negócios internacionais pela Universidade de Michigan. Após ser demitido do cargo de presidente da multinacional Rejotec (fabricante de silos para armazenar cereais agrícolas), ele partiu em busca de soluções para superar o desemprego, e como havia decidido ficar no Brasil, começou a ler um livro sobre como procurar emprego (Executive Jobs Unlimited de Carl R. Boll), que aconselhava enviar muitas correspondências e currículos para as empresa. O executivo então seguiu todas as orientações do livro. Todos os dias, escrevia cartas e as assinava individualmente. Chegou a enviar 40 correspondências às empresas. Em menos de três meses, Case acabou como presidente da Motores Búfalo, em São Paulo.


Case aproveitou essa experiência para, nas horas vagas, pensar em um novo negócio. Em maio de 1977, juntamente com sua ex-exposa Carlinda, ele resolveu fundar a Catho Recolocação de Executivos, a primeira empresa a atuar nesse segmento no mercado brasileiro. O nome CATHO era composto pelas sílabas iniciais invertidas de seu nome e sobrenome. Logo após, foi criada a Case Consultores, que oferecia serviços de recrutamento e seleção. A história da empresa iria ganhar novos rumos em 1996, quando Thomas decidiu expandir suas atividades para a internet com o lançamento da CATHO ONLINE. A primeira versão do site continha currículos dos clientes da Catho Recolocação, além de oferecer testes online e programação de cursos presenciais. Logo depois, a CATHO passou a oferecer o serviço de anúncio de currículos e de vagas de emprego, iniciando um modelo de negócios adotado até hoje. A CATHO ONLINE apostou que o trabalhador estaria disposto a pagar para arranjar uma ocupação. Ao cobrar do profissional e não da empresa, o site subverteu o modelo de negócio perpetuado pelos classificados de jornais. E deu certo, pois o site se tornou extremamente popular nos anos seguintes.


Em março de 2006 Thomas Case vendeu a CATHO ONLINE por US$ 50 milhões para a empresa americana de gestão de investimentos Tiger Global Management. Dois anos depois, em novembro de 2008, a australiana SEEK, grupo líder mundial em recrutamento online por valorização de mercado, entrou no negócio buscando ampliar sua participação em regiões estratégicas e comprou 30% da CATHO. Em 2012, a empresa australiana aumentou sua participação para 51% das ações, se tornando a principal acionária da CATHO. No mesmo ano foram registrados mais de 1 milhão de assinantes no site, comprovando assim a total eficiência e sucesso da marca CATHO.


E as mudanças não pararam por aí. Após anunciar a chegada de um novo CEO, a empresa promoveu uma renovação no site, que incluía o sistema em que as vagas de emprego ficavam no ar por 52 dias e caso a vaga fosse fechada, seria removida da plataforma. Pouco depois contratou o ator Reynaldo Gianecchini para ser o novo garoto-propaganda da marca e lançou uma campanha publicitária com o mote “A Catho funciona”, cujo objetivo era humanizar a marca para seu público alvo.


Além disso, no início de 2013, anunciou o lançamento de novas ferramentas como a Dica de Anúncio (envia dicas para o recrutador sobre como realizar melhores buscas para encontrar o candidato ideal, através de formatação de melhores anúncios). Também ocorreram novas mudanças no site para facilitar o processo de atração e seleção de talentos, além do aperfeiçoamento do serviço Busca de Currículos. No final deste ano a empresa lançou a CATHO EMPRESAS, especificamente para o segmento B2B através de dois produtos: Atrações dos Melhores (inclui produtos gratuitos, como o anúncio de vagas) e o Recrutamento Perfeito (com ferramentas que são pagas, mas que facilitam o processo de busca de profissionais).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Primeiro perdeu a palavra “online” e ganhou uma nova tipografia de letra, mais arredondada. Depois de mais alteração, mais recentemente apresentou uma identidade visual mais moderna e com mais detalhes.


Os slogans 
Pra quem busca mais. (2013) 
A Catho funciona. (2012) 
Seu sucesso é o nosso negócio. 
Recrutar é um talento. (Catho Empresas)


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1996 
● Criador: Thomas Amos Case 
● Sede mundial: Barueri, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Seek Corporation 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO: Claus Vieira 
● Faturamento: US$ 220 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 800 
● Segmento: Recursos humanos 
● Principais produtos: Classificados online de currículos e empregos 
● Concorrentes diretos: Gelre, Curriculum, 99jobs e LinkedIn 
● Slogan: Pra quem busca mais. 
● Website: www.catho.com.br 

A marca no Brasil 
A CATHO, que faz parte do grupo SEEK, líder mundial em recrutamento online por valorização de mercado, é o maior site de classificados de currículos e empregos da América do Sul e somente em 2013 contribuiu para mais de 184 mil contratações (das quais, 6.977 foram efetuadas durante a Promoção 7 Dias Grátis). A CATHO possui uma base com mais de 6.7 milhões de currículos, capacidade de captação diária de mais de 4 mil novos currículos e mais de 270 mil anúncios de vagas de emprego de 35.245 empresas. Além disso, mais de 74% dos assinantes avaliaram positivamente os serviços prestados e recomendam o site. A CATHO também oferece outros produtos direcionados aos profissionais e às empresas, como serviços de apoio à carreira (Análise e Elaboração de Currículo, Treinamento de Entrevista, Consultor Virtual, etc.), cursos online, testes online, pesquisa salarial, entre outros. 

Você sabia? 
A CATHO mantém uma equipe de Qualidade que monitora o atendimento das áreas responsáveis pela inserção de currículos e vagas de emprego no site. Também são verificadas todas as novas empresas, para garantir o padrão de qualidade das vagas anunciadas. 
A empresa também disponibiliza a CATHO EDUCAÇÃO, unidade de negócio voltada à capacitação profissional e que oferece serviço gratuito de orientação educacional à carreira. 
Hoje Thomas Case é proprietário da Thomas Case & Associados, uma empresa de Coaching e recolocação. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Exame e Época Negócios), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem) sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 16/6/2014

25.5.09

LINKEDIN


Se você é um dos milhares de desempregados em virtude da crise mundial, está descontente com seu emprego atual ou quer uma melhor oportunidade em sua carreira, provavelmente sua melhor opção seja o LinkedIn. A natureza humana é tal, que é sempre mais fácil conseguir um emprego com um conhecido do que com uma pessoa completamente estranha. É justamente por isso que a ferramenta de rede profissional LinkedIn tem o poder de expandir o universo de quem você conhece. O LinkedIn existe para ajudar as pessoas a aproveitar ao máximo sua rede de contatos profissionais. O principal objetivo é conectar profissionais de todo o mundo e ajudá-los a progredir em suas carreiras. 

A história 
A história começou quando Reid Hoffman (foto abaixo) e Konstantin Guericke, formados pela tradicional Universidade de Stanford, começaram a planejar sua própria rede de contatos profissionais online no final da década de 1990. No dia 28 de dezembro de 2002, juntamente com Allen Blue, Eric Ly e Jean-Luc Vaillant, eles fundaram oficialmente o LinkedIn na cidade de Mountain View na Califórnia. Rapidamente, no dia 5 de maio de 2003, a nova rede social foi colocada no ar. Diferentemente das inúmeras redes sociais disponíveis no mercado na época, como por exemplo, Orkut, MySpace e Facebook, o LinkedIn foi criado especialmente para relacionamentos profissionais - encontrar um emprego, descobrir malas diretas, entrar em contato com possíveis parceiros de negócios - e não apenas para fazer amigos ou compartilhar fotos, vídeos e músicas. O perfil criado pelos usuários do LinkedIn assemelhava-se a um currículo profissional. O foco estava no histórico acadêmico e profissional, e não na lista de passatempos e filmes preferidos. Para preencher a página do perfil, o usuário começaria criando registros separados para seus empregos atuais e anteriores - cargo, empregador, ramo de atividade, período e uma breve descrição das atividades realizadas. Inicialmente os cinco fundadores convidaram 350 pessoas de sua lista de contato profissional a participarem da nova rede social.


Discreta e voltada para profissionais que desejavam ampliar sua rede de contatos, a comunidade foi um sucesso desde o início e, no fim do primeiro mês de operação, já possuía mais de 4.500 usuários, que utilizavam a rede para trocar informações, conhecimentos, ideias, novidades e oportunidades de trabalho. Rapidamente o novo negócio despertou o interesse de grandes fundos de investimento como o Sequoia Capital, que no mês de outubro fez um aporte de US$ 4.7 milhões no promissor empreendimento. O novo negócio encerrou o ano com mais de 81.000 usuários, 14 funcionários e uma grande surpresa: mais da metade de seus usuários vinham de fora dos Estados Unidos. Em abril de 2004, antes de completar um ano de vida, o LinkedIn atingiu a marca de 1 milhão de usuários. Ainda neste ano a empresa recebeu novos investimentos da ordem de milhões de dólares, encerrando o período com mais de 1.6 milhões de usuários. Em 2005 a empresa introduziu novos serviços como o LinkedIn Jobs (que ajudava ao usuário utilizar sua rede de contatos para conseguir novas oportunidades de trabalho), além de lançar o sistema de assinatura pago de seus serviços. O LinkedIn atingiu rentabilidade em março de 2006.


Com mais de 15 milhões de usuários em outubro de 2007, o LinkedIn se tornou uma das redes sociais online que mais crescia no mundo. O movimento cresceu 323% de julho de 2006 a julho de 2007, tornando o LinkedIn o principal lugar online de destino dos relacionamentos profissionais. Neste ano muitas novidade foram introduzidas como o Blog corporativo, a possibilidade de inserir fotografia no perfil, o LinkedIn Answers (permite que usuários da rede troquem informações sobre assuntos de seu interesse, sendo uma boa forma de se manter em dia com os assuntos de uma determinada área profissional) e a loja online da marca. No ano seguinte, com a explosão do número de usuários, que atingiu mais de 33 milhões, o LinkedIn lançou novos produtos como o serviço para dispositivos móveis (LinkedIn Mobile), ferramentas especialmente voltadas para recrutadores, a versão em espanhol do site, novos aplicativos, além de inaugurar seu primeiro escritório internacional na cidade de Londres. No início de 2011, após atingir a marca de 100 milhões de usuários, o Linkedin criou uma página na internet para reproduzir histórias de sucesso para que seus membros contem como a rede social os ajudou com novos contatos no mundo dos negócios. Pouco depois o LinkedIn foi lançado no Brasil com sua versão em português.


No dia 19 de maio de 2011, a empresa abriu seu capital na Bolsa de Valores, sendo a mais bem-sucedida de uma empresa de internet dos Estados Unidos desde a do Google, em 2004. Pouco depois, em outubro de 2012, foi lançado o programa LinkedIn Influencers, que apresenta líderes globais que compartilham suas ideias profissionais com os usuários da plataforma. Atualmente são mais de 750 influenciadores (convidados) e apresenta líderes de uma variedade de segmentos de negócios, incluindo Sir Richard Branson, Martha Stewart e Bill Gates. Em meados de 2015 continuou adicionando serviços diferentes à sua plataforma para expandir a maneira como as pessoas a usam, como por exemplo, uma ferramenta de análise de publicação, que permite aos autores rastrearem melhor o tráfego que suas postagens recebem.


Tanto sucesso chamou a atenção da Microsoft, que comprou o LinkedIn no dia 13 de junho de 2016 por US$ 26.2 bilhões, a maior aquisição da história da empresa. Segundo a Microsoft, o ritmo de crescimento e a diversificação de produtos do LinkedIn foram essenciais para chamar a atenção da criadora do Windows. Com isso, uniu o maior serviço de nuvem profissional do mundo com a maior rede profissional do mundo. No dia 22 de setembro desse ano a empresa lançou mais um de seus serviços: LinkedIn Learning, uma ferramenta digital que oferece cursos para que os profissionais possam desenvolver e atualizar suas habilidades. Disponível em 5 idiomas, possui mais de 15 mil cursos globais e também formação em português, com mais de 100 cursos. Ao concluir um curso (que pode ser gratuito ou pago), o participante recebe um certificado, que também fica visível em seu perfil no LinkedIn. Em 2019, mais uma novidade: o botão de like (curtir) passou a ser acompanhado dos botões celebrate (celebração, semelhante a palmas), Love (amou), insightful (me deu boas ideias) e curious (curioso) para os usuários expressarem o que acharam da postagem. Isso significa que, agora, há maior diversidade de reações, favorecendo ao público interessado em maneiras mais expressivas para concordar ou não com as postagens. O LinkedIn tem como principal missão: conectar profissionais do mundo todo, tornando-os mais produtivos e bem-sucedidos. Para isso, a empresa busca criar oportunidades para os colaboradores dos mais diferentes setores.


O funcionamento 
O principal propósito do site é permitir que usuários registrados possam manter uma lista detalhada de contatos de pessoas que eles conheçam em empresas. As pessoas nessa lista são chamadas de conexões. Os usuários podem convidar qualquer um (seja um usuário LinkedIn ou não) para tornar-se uma conexão. Esta lista de conexões pode então ser usada de várias maneiras: 
● Uma rede de contatos acumulada, constituída de suas ligações diretas, de segundo grau, terceiro e assim por diante, facilita o conhecimento de alguém através de seus contatos mútuos. 
● Isso pode ser usado para encontrar trabalhos, pessoas, oportunidades recomendadas por qualquer um na sua rede de contatos, ou simplesmente compartilhar experiências profissionais, fortalecer a imagem e estar por dentro de tudo que acontece no mundo dos negócios. 
● Empregadores podem listar trabalhos e buscar por candidatos potenciais. 
● Todos os candidatos a emprego podem rever o perfil de contratação e descobrir qual dos seus contatos existentes poderia apresentá-lo aos empregadores.


O sucesso 
Longe do espírito voltado ao lazer, comum nos serviços de relacionamento e comunidades, o LinkedIn permite criar uma rede de contatos profissionais, facilitando a busca de referências e indicações para empregos. O serviço também é útil para manter contato com ex-colegas de faculdade e de trabalho, além de trazer recursos úteis, como avisos por email de mudanças de dados dos contatos e uma barra para o Outlook, que facilita a elaboração de mensagens para membros do LinkedIn. A grave crise mundial que assolou o mundo transformou o LinkedIn na mais recente sensação do mundo virtual. De meados de 2008 para cá, a comunidade registrou quase dois novos usuários por segundo. Voltada exclusivamente para networking profissional, a rede virou alvo de milhões de executivos desempregados. O repentino interesse é facilmente explicado: o site é uma das principais ferramentas de empresas headhunters do mundo inteiro. Frequentada por CEOs das maiores empresas do mundo, como Jerry Yang, fundador do Yahoo, e Larry Ellison, CEO da Oracle, a rede ganhou grande visibilidade no meio empresarial.


Enquanto os novos usuários entram em busca de empregos, os altos executivos a utilizam como fonte de informações. Mas o LinkedIn realmente ganha dinheiro com quatro divisões de negócios: 
Talent Solutions, através da qual recrutadores e corporações pagam por páginas de marcas e listagens de carreiras, anúncios de emprego direcionados por pagamento por clique e acesso ao banco de dados de usuários e currículos do LinkedIn. 
Marketing Solutions, ferramenta onde os anunciantes pagam por anúncios segmentados por clique. 
Assinaturas Premium, através das quais os usuários podem pagar por serviços avançados, como LinkedIn Business, LinkedIn Talent (para recrutadores), LinkedIn JobSeeker e LinkedIn Sales para profissões de vendas. 
Learning Solutions, onde usuários podem aprender várias habilidades relacionadas à sua função profissional ou objetivos pessoais de aprendizado com cursos online.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. A primeira renovação da identidade visual aconteceu em 2011 e passou quase imperceptível: uma pequena alteração na tipografia de letra. Em 2019 a marca atualizou seu logotipo adotando somente a cor azul (em tonalidade levemente mais clara que a anterior).


Os slogans 
Connect to opportunity. 
Connecting the world’s professionals to make them more productive and successful. 
Relationships Matter.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Lançamento: 5 de maio de 2003 
● Criador: Reid Hoffman, Allen Blue, Jean-Luc Vaillant, Konstantin Guericke e Eric Ly 
● Sede mundial: Sunnyvale, Califórnia, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: LinkedIn Corporation 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Microsoft Corporation
● Chairman: Reid Hoffman 
● CEO: Jeff Weiner 
● Faturamento: US$ 5.3 bilhões (2019) 
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 4.836 bilhões (2019)  
● Usuários: 660 milhões 
● Acessos: 58º site mais visitado da internet 
● Presença global: 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 15.000 
● Segmento: Tecnologia e comunicação 
● Principais produtos: Rede social para contatos profissionais 
● Concorrentes diretos: Xing, Career Builder, Indeed, ZipRecruiter, Viadeo, AngelList e Monster 
● Slogan: Connect to opportunity. 
● Website: br.linkedin.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca LinkedIn está avaliada em US$ 4.836 bilhões, ocupando a posição de número 98 no ranking das marcas mais valiosas do mundo de 2019.

A marca no mundo 
Atualmente o LinkedIn, disponível em aproximadamente 25 idiomas como inglês, português, francês, italiano, espanhol, alemão e mandarim, possui mais de 660 milhões de usuários (dos quais 25% são americanos) em 200 países e territórios do mundo. Os países com maior número de usuários são Estados Unidos, Índia, China, Brasil (com mais de 35 milhões de usuários) e Reino Unido. Estão listados no LinkedIn mais de 11 milhões de empregos. O LinkedIn, que emprega mais de 15 mil pessoas, é uma empresa com um modelo de negócios diversificado, onde a receita provém de assinaturas, vendas de publicidade e de soluções de recrutamento. Os principais executivos e grandes empresas hoje possuem um perfil no LinkedIn. Atualmente mais de 30 milhões de empresas possuíam perfis na rede social. Com sede na cidade californiana de Sunnyvale, o LinkedIn conta com 33 filiais espalhadas por cidades como San Francisco, Chicago, Nova York, Washington, Omaha (Nebraska), Amsterdã, Dublin, Londres, Paris, Madri, Sydney, São Paulo, Toronto, e Mumbai. 

Você sabia? 
Atualmente, o LinkedIn conta com aproximadamente 50 milhões de usuários estudantes ou recém-formados (considerado pessoas que se formaram por uma universidade nos últimos cinco anos) em todo o mundo. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 24/11/2019

5.5.06

CAREER BUILDER


CareerBuilder é o ponto de encontro dos desempregados ou para quem procura uma recolocação melhor. O melhor local para deixar um currículo. E também a melhor chance de uma boa recolocação no mercado de trabalho. A CareerBuilder sempre está mudando o jeito que as empresas recrutam seus talentos. E também como, as pessoas procuram oportunidades melhores. Por isso, a marca CareerBuilder se tornou um ícone da internet e um dos mais aclamados sites de recrutamento da rede mundial de computadores. Mas, muito mais que isso, se tornou líder global em soluções de capital humano. 

A história 
Tudo começou com a fundação da empresa NetStart Inc. em 1995 por Robert J. McGovern, cujo objetivo era vender à empresas um software que listava as vagas de empregos disponíveis via internet e gerenciava emails criados pelo futuros candidatos. No ano seguinte, após receber investimentos de US$ 2 milhões, foram desenvolvidas novas tecnologias que diminuíam o tempo da aplicação do processo de recrutamento, como por exemplo, o software TeamBuilder e o site CareerBuilder.com. Em 1998 surgia uma lenda neste segmento, com a empresa passando a se chamar oficialmente CareerBuilder (em português “Construtor de Carreiras”) e sendo lançado oficialmente a página na internet. Dois anos depois foi introduzido um completo banco de currículos. O sucesso foi tamanho que, em 2001, se tornou uma das 100 páginas mais acessadas da internet, com 5.5 milhões de acessos, provando toda sua agilidade e competência no processo de recrutamento. Nos anos seguintes a empresa cresceu através da aquisição de concorrentes.


Em 2003 a marca lançou uma agressiva campanha de marketing com o slogan “The smarter way to find a better job” (em tradução livre “O caminho mais inteligente para encontrar um emprego melhor”). Foi neste mesmo ano que a empresa começou sua expansão internacional, fincando presença em mercados como a Inglaterra, Itália, Espanha, Irlanda, França, entre outros. Em 2007 assinou um acordo com a poderosa Microsoft acelerando ainda mais seu crescimento em escala global. Ainda neste ano lançou um hotsite onde pessoas podiam se ver como estariam daqui a 50 anos, caso permaneçam no emprego em que estavam. Chamado de “age-o-matic”, bastava enviar uma foto de rosto e responder a algumas perguntas básicas como, por exemplo, quanto o trabalho o deixa humilhado ou como é o seu chefe. Depois disso, a foto era modificada de tal forma que olheiras, cabelos brancos e careca apareciam para demonstrar o mal que este emprego fazia a você – e a seguir dava o link da página na internet da CareerBuilder para que o usuário começasse a procurar uma nova proposta ou emprego melhor. Com a grave crise econômica que assolou o mundo a partir de 2008, o site da CareerBuilder se tornou uma espécie de salvação para milhares de desempregados, especialmente no mercado americano.


Em abril de 2012, a empresa anunciou a aquisição da empresa mineira CEVIU, um portal focado na empregabilidade de profissionais da área de informática. Com a aquisição, o maior site de carreiras online dos Estados Unidos se uniu ao maior site de empregos em tecnologia e informática do Brasil. Juntos, CareerBuilder e CEVIU trabalham diariamente para levar à trabalhadores e empregadores uma grande variedade de recursos de recrutamento de profissionais e busca de oportunidades de emprego no Brasil e no mundo. Pouco depois, em 2014, foi a vez de incorporar a empresa de tecnologia em recrutamento Broadbean da Inglaterra. Hoje em dia, através de uma constante inovação, tecnologias incomparáveis e um excelente atendimento ao cliente, a CareerBuilder ajuda a criar uma ponte entre o profissional certo e a vaga ideal de uma forma mais ágil do que outros sites.


A CareerBuilder introduziu através dos anos outros serviços e páginas na internet extremamente úteis tanto para quem está procurando emprego como para os empregadores: cbsalary.com (site onde através de um programa, é possível calcular e comparar salários de acordo com a profissão e os locais), sologig.com (divisão da empresa direcionada a trabalhadores freelance para consultoria de projetos) e careerrookie.com (site voltado para profissionais recém-formados que buscam uma colocação melhor no mercado ou o primeiro emprego).


Campanhas que fizeram história 
Em 2005 a agência Cramer-Kasselt de Chicago lançou uma campanha publicitária intitulada “Monkeys” que virou um grande sucesso no mercado americano. Os quatro comerciais, que estrearam no intervalo do Super Bowl (final do futebol americano profissional e programa de maior audiência da televisão americana), estrelavam simpáticos e bagunceiros chimpanzés em situações irônicas. Além disso, no ano seguinte a marca colocou no ar o Monk-e-mail, uma ação viral com chimpanzés, personagens de seus comerciais. Era uma ferramenta que permitia mandar uma mensagem para um amigo. Porém o diferencial é que a mensagem seria falada por um macaco. Depois de entrar no site, o usuário podia escolher o chimpanzé, personalizá-lo com acessórios, roupas e cenário, selecionar a voz e escrever a mensagem.


Clicando nos ícones abaixo é possível assistir dois comerciais da popular campanha.

       

    

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por apenas uma acentuada remodelação em toda sua história. Isto ocorreu em 2015, quando as tradicionais cores laranja e azul-escuro foram abandonadas, uma nova tipografia de letra foi adotada e um símbolo (uma letra C estilizada) foi inserido no logotipo.


Os slogans 
Find the Right Job. Right Now. (2014) 
Empowering Employment. (2012) 
Start Building. (2009) 
Experience better. (2008) 
A better job awaits. (2005) 
The smarter way to find a better job. (2003) 
When is your future? (1999)


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 1995 
● Fundador: Rob McGovern 
● Sede mundial: Chicago, Illinois, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: CareerBuilder LLC 
● Capital aberto: Não (subsidiária) 
● CEO: Matt Ferguson 
● Faturamento: US$ 920 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: + 60 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 3.000 
● Segmento: Recursos humanos 
● Principais produtos: Classificados online de currículos e empregos 
● Concorrentes diretos: Monster, Indeed.com, Adecco, LinkedIn e Catho Online 
● Ícones: Os chimpanzés de suas propagandas 
● Slogan: Find the Right Job. Right Now. 
● Website: www.careerbuilder.com 

A marca no mundo 
A marca CareerBuilder tornou-se líder no recrutamento de funcionários através de uma rede de pesquisa englobando mais de 340 jornais locais, portais como AOL e MSN e 10.000 empresas, com mais de 18 milhões de leitores, 25 milhões de acessos mensais e 45 milhões de currículos arquivados em seu banco de dados. Aproximadamente 300.000 empregadores postam em sua página da internet mais de 1.2 milhões de vagas de empregos. A empresa tem presença em mais de 20 países, oferecendo seus serviços em mais de 60 mercados globais, desde Estados Unidos e Canadá, até Europa, Ásia e América do Sul. 

Você sabia? 
A CareerBuilder tem como proprietários o grupo Tegna Digital, o conglomerado multimídia Tribune Media e a editora The McClatchy Company. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 17/9/2016