7.11.09

MM NEWS (edição 3)

Nova fase da Pfizer
A PFIZER, uma gigante do setor farmacêutico, produtora de dois dos medicamentos mais vendidos da história, o Viagra e o Liptor, anunciou na semana passada, sem nenhum alarde, uma versão revisada de seu tradicional logotipo oval, criado em 1991. Na nova identidade visual, o novo logotipo está mais moderno com uma leve inclinação e tons degrade de azul. Eu gostei e aprovei.
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GM volta atrás
Foi um golpe duro para a General Motors se desfazer de partes da empresa quando o governo americano decidiu ajudá-la a sair da iminente falência. No entanto, perder as marcas Saturn e Pontiac não incomodava tanto a direção da GM quanto abrir mão da tradicional Opel. A operação européia sempre foi decisiva não só pela importância do mercado em que atua, mas também pela contribuição tecnológica desenvolvida no velho continente. O tempo passou, a situação hoje é menos assustadora, mas ainda grave, e a GM encheu o peito e decidiu ficar com a Opel alegando que marca alemã “é decisiva para a estratégia global da empresa”.
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Seda e os maiores experts em cabelos
Líder do mercado de xampus no Brasil, com 21,7% de participação (dados Nielsen equivalentes a janeiro-junho), a SEDA está com um posicionamento mais premium e ligado ao mundo da moda. A marca da Unilever iniciou uma parceria de longo prazo com os sete maiores especialistas internacionais em cabelo. Eles são co-criadores das novas linhas de produtos, que chegaram às prateleiras em setembro. O Brasil foi o primeiro país a receber a nova linha, que apresenta a assinatura “Novo Seda. Seus cabelos com um toque de expert”. Apenas para o lançamento das sete linhas, cada uma delas desenvolvida com o respaldo desses experts, foram investidos R$ 25 milhões. Os sete especialistas são:
Rita Hazan, uma das melhores do mundo em técnicas de coloração e manutenção de cores co-criou a nova fórmula da linha Seda Pretos Luminosos, com melanina, para ressaltar o brilho dos tons escuros.
Teddy Charles, especialista em volume e criador de estilos radicais para passarelas e revistas, co-criou a fórmula de Seda Anti-Sponge com Hydracate™ Complex para ajudar a controlar o volume do cabelo e micro-colágeno nas fórmulas de Seda Camadas Destacadas.
Thomas Taw, cabeleireiro e dono da boutique-salão BobSoho Salon, um salão referência em reparação e reconstrução dos cabelos, co-criou com Seda a fórmula das linhas S.O.S. Seda Reconstrução Estrutural, com Bio Queratina que garante reconstrução de um ano de danos acumulados nos cabelos em apenas 10 dias; Seda S.O.S. Crescimento Fortificado; Seda SOS Ceramidas, com micro ceramidas e Seda S.O.S. Keraforce, com Kerobá.
Yuko Yamashita, inventora da técnica de alisamento definitivo ajudou a reformular as linhas Seda Liso Perfeito, que passou a conter Proteína Hidrolisada, e Seda Liso Extremo, que passou a conter Aqua Lisina, ingredientes que ajudam a alinhar os cabelos da raiz às pontas e reduzir o frizz por mais tempo.
Dra. Francesca Fusco, dermatologista mundialmente renomada e especialista nos cuidados do couro cabeludo, co-criou as novas fórmulas de Seda S.O.S. Caspa, com Zinco Piritiona, conhecido agente anticaspa e Seda S.O.S. Queda, com Pró-Retinol, cuja fórmula fortalece a fibra capilar.
Mauro Freire, um dos mais conceituados cabeleireiros brasileiros. Conhecido por cortar os cabelos sempre secos, com navalhas e por devolver brilho aos cabelos, ajudou a desenvolver a fórmula de Seda Brilho Gloss, com micas luminosas, que restaura o brilho natural dos cabelos. Também co-criou com Seda as fórmulas desenvolvidas para o mercado brasileiro: Seda S.O.S. Chocolate (sem sal), Seda Citric Fresh, Seda Guaraná Active e Seda Verão Intenso.
Ouidad, proprietária de dois exclusivos salões curly-only (somente-cachos) colaborou com o desenvolvimento das novas fórmulas das linhas Seda Cachos Comportados, com Hydro Elastina, que ajuda a manter a hidratação dos cachos e Ondas Definidas, com Elastina, que ajuda a manter as ondas mais definidas e uniformes.
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A Missoni está chegando
A grife italiana Missoni, marcada pelo luxo e exclusividade, vai abrir a primeira loja da América Latina aqui no Brasil. E vai ser em São Paulo, no Shopping Iguatemi. A Missoni é referência mundial em moda contemporânea. Tudo porque mesmo com 56 anos de existência, consegue manter-se atual e desejada utilizando a mesma base do início dos negócios: malharia em tricô. Os tapumes já estão no shopping.
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O sucesso de César Cielo encoraja Arena a vir para o Brasil
A marca italiana de artigos esportivos Arena, patrocinadora oficial do recordista César Cielo, começa a vender seus produtos no Brasil neste mês com grande esforço de marketing. O primeiro lote de óculos para natação, protetores auriculares, tocas e o famoso maiô estarão à disposição dos consumidores brasileiros. Os italianos têm metas ambiciosas: querem 10% de participação nas vendas de produtos para natação até o final de 2010. Vale ressaltar que será um trabalho árduo, considerando a forte ligação da concorrente Speedo com o mercado brasileiro.
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Monopoly adere a onda digital
Recentemente o Google fechou uma parceria com a Hasbro, fabricante do jogo Monopoly (conhecido aqui no Brasil como Banco Imobiliário) para desenvolver um jogo de tabuleiro online baseado na plataforma do Google Maps. Na nova versão o jogador pode comprar e construir suas cidades em qualquer parte do planeta. Todos os jogadores começam com 3 milhões de “Monopolys” e as regras seguem a linha do clássico Banco Imobiliário podendo haver algumas poucas diferenças. Se você é um dos milhares de fãs do Monopoly não deixe de conferir esta nova versão online, que provavelmente será um grande sucesso, clicando
aqui.
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MSN de borboleta nova
Discretamente e aos poucos, a Microsoft está divulgando o novo logotipo do MSN, identificado por milhões de pessoas pela sua tradicional borboleta colorida. As diferenças são poucas: saiu de cena o miolo roxo da borboleta antiga, as asas ficaram mais inclinadas e a topologia e cor das letras ficaram mais clean. À meu ver o problema do MSN não é a identidade visual, mas sim uma questão de existência. Desde que a Microsoft "literalmente rachou" seus empreendimentos para a Internet entre MSN e Windows Live, instalou na mente das pessoas uma confusão sem precedentes em sua história.
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A Toyota não é mais a mesma
Há pouco mais de um ano atrás a montadora japonesa Toyota era tida como modelo de eficiência, e conseqüentemente de lucros astronômicos em um segmento cambaleante. Bastou uma crise, é bem verdade que de proporções gigantescas, para que todo esse modelo de administração e eficiência fosse colocado em cheque: maior prejuízo de sua história, queda nas vendas globais e a tal eficiência já não era mais a mesma. O último capítulo dessa triste história foi “rodado” nesta semana, quando a Toyota, com direito a choro de seus diretores, anunciou que estava deixando a Fórmula 1. Agora pergunto: Cadê a tal eficiência da Toyota tão elogiada por especialistas do mundo inteiro?
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Kadu Dias
(Publisher e fundador do MM)
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Fontes: Mundo do Marketing e sites de notícias

4.11.09

WYETH

A WYETH há quase 150 anos tem liderado o caminho para um mundo mais saudável através da pesquisa e desenvolvimento de produtos que contribuam para uma melhor qualidade de vida dos seres humanos. Líder em descoberta, desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos farmacêuticos, biológicos, vacinas e medicamentos isentos de prescrição médica, a WYETH é uma peça global importante na prevenção e tratamento de doenças.
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A história
Tudo começou quando em 1860, John Wyeth e seu irmão mais novo, Frank, ambos formados pela Faculdade de Farmácia da Filadélfia, resolveram abrira uma farmácia de varejo com um pequeno laboratório de pesquisa. Pouco depois, em 1862, os irmãos já fabricavam medicamentos em grande quantidade para médicos, além de publicarem o primeiro catálogo de fórmulas medicinais para distribuição para atacadistas. Durante o período da Guerra Civil Americana, em 1864, a John Wyeth & Brother forneceu medicamentos e extrato de carne para o Exército da União. No início da próxima década, em 1872, Henry Bower, um funcionário da empresa, desenvolveu uma das primeiras máquinas giratórias para prensagem de comprimidos dos Estados Unidos para a produção massiva de medicamentos com precisão e velocidade sem precedentes.
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O reconhecimento da John Wyeth & Brother começou em 1876, quando a empresa recebeu quatro prêmios na Feira Centenária dos Estados Unidos por suas pílulas comprimidas, fórmulas farmacêuticas, supositórios e alimentos para bebês e inválidos. A década seguinte tem início, em 1883, com a inauguração de sua primeira filial no exterior, em Montreal no Canadá. Dois anos depois a empresa inicia a produção de vacinas. No final desta década, em 1889, um incêndio destruiu a farmácia original na cidade da Filadélfia. Com isso, os irmãos vendem o negócio de varejo, adquirem outro espaço e passam a se concentrar na produção em massa de medicamentos e vacinas.
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Com a morte de John Wyeth em 1907, seu filho, Stuart, que havia se formado pela Universidade de Harvard, se tornou presidente da empresa. Após a Primeira Guerra Mundial, a American Home Products (hoje conhecida como WYETH) é incorporada no dia 4 de fevereiro de 1926. O edifício Whitehall na Battery Place, no centro de Manhattan, se torna a primeira sede da nova empresa. É daí que vem o nome “Whitehall Robins”, antigo nome da unidade de produtos de consumo da WYETH. No final desta década, em 1929, a marca de creme dental Kolynos se torna um dos principais fatores impulsionadores de suas vendas globais. Pouco depois, em 1930, a empresa comprou a marca de analgésico para dor de cabeça Anacin, que rapidamente se transformaria em seu principal produto. A partir de 1935, já com Alvin G. Brush no comando, a WYETH implantou uma estratégia de diversificação e aquisições, adquirindo 34 empresas nos 15 anos seguintes como a S.M.A. Corporation, especializada na produção de fórmulas inovadoras para bebês.
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Na década de 40, com a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a WYETH enviou as Forças Armadas medicamentos à base de Sulfa (um dos primeiros bacteriostáticos), plasma sangüíneo, vacina contra tifo, quinino e comprimidos de atabrina para combater a malária. Nesta época a empresa lançou seu programa de pesquisa em penicilina. Pouco depois, em 1943, uma fusão com a empresa canadense Ayerst, MacKeena e Harrison, trouxe consigo um produto de vanguarda chamado Premarin (primeiro produto à base de estrogênios conjugados do mundo). Logo depois, seis empresas se fundem à WYETH LABORATORIES, incrementando seu protifólio com vacinas contra tétano, tifo, difteria, varíola, soros, o método Tubex de tratamento de alergias, uma linha de antiácidos e laxantes, e um extrato de carne chamado Bovinine.
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Em 1945 a empresa ingressou na área de saúde animal com a aquisição da Fort Dodge Serum Company. Na década de 50, a empresa, além de lançar novos medicamentos para o tratamento de alcoolismo e hipertensão arterial, forneceu vacina contra pólio para estudos críticos, se tornando em seguida, uma das principais produtoras de vacinas dos Estados Unidos. A década de 60 foi marcada pelo lançamento de novos medicamentos como o contraceptivo Ovral, que se tornaria o mais prescrito do mercado. Além disso, a WYETH renuncia a seus direitos de royalties da patente de sua nova e inovadora agulha bifurcada, auxiliando na aplicação de 200 milhões de vacinas de varíola por ano. No final dos anos 70, a OMS (Organização Mundial de Saúde) anunciou a erradicação da varíola no mundo, agradecendo à WYETH por sua importante e generosa contribuição.
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No início da década de 80, a empresa descontinua linha menos lucrativas de produtos e concentra novos recursos em medicamentos de consumo e prescrição. Nesta época, em 1983, o INDERAL, um beta-bloqueador para arritmia, se tornou o medicamento mais prescrito dos Estados Unidos. Em 1987, a WYETH reforça seu interesse na área de saúde animal ao comprar a divisão da Bristol-Myers; e, no ano seguinte, se transforma na terceira maior produtora deste segmento nos Estados Unidos. Em 1993 a empresa fundou o Instituto de Pesquisa em Saúde Feminina, primeiro laboratório deste tipo totalmente dedicado à saúde da mulher. No ano seguinte, com a aquisição da American Cyanamid e de sua subsidiária Lederle Laboratories, a WYETH adicionou às suas linhas de produtos as vacinas Laderle Praxis e o complexo multivitamínico Centrum.
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A década seguinte foi marcada pelo enorme aumento em seu faturamento e em altos investimentos em pesquisas e desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas. Finalmente em 2002, a American Home Products mudou seu nome oficialmente para WYETH, refletindo assim a evolução da empresa passando de uma holding diversificada para um laboratório farmacêutico global. No início de 2009, a WYETH foi comprada pela Pfizer por US$ 68 bilhões, no maior negócio do setor da década.
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A linha do tempo
1936
A empresa assinou seu primeiro acordo de licenciamento farmacêutico, adquirindo um antígeno bacteriano para a pesquisa de uma vacina contra a artrite.
1944
A WYETH foi uma das 22 empresas selecionadas pelo governo americano para fabricar penicilina, primeiramente para as Forças Armadas, e posteriormente para o público em geral.
1951
Lançamento do ANTABUSE (tratamento de alcoolismo) e do FERNERGAN (anti-histamínico).
1952
Lançamento do ANSOLYEN (medicamento para hipertensão arterial).
1954
Lançamento do MYSOLINE (anticonvulsivante).
1958
Lançamento do DRISTAN (analgésico e antitérmico) e do SPEEP-EZE (indutor de sono não-narcótico).
1959
Início da produção do ISORDIL (vasodilatador para tratamento de angina).
1961
Lançamento da vacina para varíola congelada a seco.
1966
Lançamento do OVRAL (primeiro esteróide progestacional totalmente sintético).
1967
Lançamento do INDERAL (primeiro beta-bloqueador para arritmia).
1970
A empresa aperfeiçoou sua fórmula S-26 para bebês ao desenvolver uma mistura de gordura fisiológica que se assemelhava muito ao conteúdo de ácidos graxos contidos no leite humano.
1984
Lançamento do ADVIL, primeiro ibuprofeno comercializado sem prescrição médica nos Estados Unidos.
1988
Lançamento da primeira vacina conjugada contra meningite bacteriana para uso em bebês.
1991
Introdução da primeira vacina contra difteria/tétano/coqueluche acelular nos Estados Unidos.
Lançamento do NORPLANT, uma nova geração de contraceptivos.
1997
Lançamento do BeneFIX, nova proteína de coagulação sangüínea geneticamente projetada para o tratamento da hemofilia B.
1999
Lançamento do ReFacto, medicamento para o tratamento da hemofilia A.
Lançamento do SIROLIMUS, um imunossupressor para transplante renal.
2000
Lançamento da inovadora vacina Pneumocócica Conjugada Heptavalente para prevenção de doenças pneumocócicas invasivas em bebês e crianças.
Lançamento do PROTONIX (inibidor da bomba de prótons para o tratamento de doença do refluxo gastresofágico).
2002
O ALAVERT, um anti-histamínico não-sedativo recebe a aprovação do FDA para ser comercializado.
O ADVIL ALLERGY SINUS, primeiro produto de fórmula tripla com ibuprofeno, também recebe aprovação do FDA.
2003
Aprovação do stent CYPHER, um produto revestido com sirolimus para reduzir o rebloqueio em pacientes que recebem stents durante procedimentos coronarianos.
2005
Lançamento do TYGACIL, um antibiótico I.V. indicado para o tratamento de infecções cutâneas e intra-abdominais complicadas.
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Dados corporativos
● Origem:
Estados Unidos
● Fundação:
1860
● Fundador: Frank e John Wyeth
● Sede mundial: Madison, New Jersey
● Proprietário da marca: Pfizer Incorporated
● Capital aberto: Não (subsidiária)
● Chairman:
Robert Essner
● CEO: Bernard J. Poussot
● Faturamento: US$ 22.8 bilhões (2008)
● Lucro: US$ 4.4 bilhões (2008)
● Presença global:
145 países
● Presença no Brasil:
Sim
● Funcionários:
47.000
● Segmento:
Farmacêutico
● Principais produtos:
Medicamentos e vacinas
● Slogan: Uma história de amor pela vida. (Brasil)
● Website:
www.wyeth.com
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A marca no Brasil
A WYETH tem 60 anos de história no Brasil, contabilizados desde sua associação com o tradicional Instituto Medicamenta Fontoura, em 1949. Em 1954, inaugurou no país a primeira fábrica de penicilina da América Latina, com a presença do descobridor do medicamento que revolucionou a história da saúde mundial, Sir Alexander Fleming. Com esse feito, inclusive, a fábrica da Fontoura – Wyeth, em São Bernardo do Campo (São Paulo), assumiria a liderança na produção nacional de antibióticos em 1960. A fábrica foi transferida para a cidade de Itapevi (São Paulo), inaugurada em 1999. A moderna fábrica hoje funciona com capacidade para produzir e embalar 32,2 milhões de unidades/ano, sendo responsável pela exportação de produtos para Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, Venezuela e também para o Caribe. A empresa está estruturada em duas unidades operacionais para produção e comercialização de produtos farmacêuticos de prescrição e de venda livre, respectivamente, a Wyeth Pharma e a Wyeth Consumer. Além disso, a unidade brasileira também é centro regional de embalagem de hormônios, vacinas, e dos medicamentos Efexor, Rapamune e Lorax, além das embalagens secundárias para vacinas. No país, a WYETH comercializa 39 medicamentos, que se desdobram em 67 apresentações.
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A marca no mundo
Atualmente a WYETH, uma das 10 maiores indústrias farmacêuticas do mundo, está presente em 145 países, sendo líder global em pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos inovadores. As principais divisões da empresa incluem a Wyeth Pharmaceuticals (produtos de prescrição médica), a Wyeth Consumer Healthcare (produtos isentos de prescrição) e a Fort Dodge Animal Health (saúde animal).
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As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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Última atualização em 4/11/2009