Macio por dentro e crocante por fora. O legítimo pão de queijo mineiro da marca FORNO DE MINAS pode ser saboreado quente ou frio, a qualquer momento. No café da manhã, no lanche da tarde, em festas e coquetéis, tudo combina com o delicioso pão de queijo com sabor caseiro da marca mineira: frios diversos, patês, geléia, café, suco, cervejas, refrigerantes, chás, vinho e tudo o que você desejar.
A história
Há mais de 20 anos, para ser mais preciso desde julho de 1990, o brasileiro descobriu uma nova forma de comer o tradicional pão de queijo. Pela primeira vez, o produto mineiro foi vendido congelado em escala industrial, seguindo rigoroso padrão de qualidade, sem abrir mão do sabor, da textura e dos encantos do quitute. Era o início da pioneira FORNO DE MINAS, fundada pela viúva Maria Dalva Couto Mendonça, com a ajuda de seus dois filhos Hélida e Helder, e que começou sua produção em uma pequena loja de 40 m² dentro de um shopping center em Belo Horizonte. Para dar início a esse processo, foi desenvolvido maquinário específico para a produção do pão de queijo, que fazia movimentos semelhantes aos da dona de casa para bater a massa. O resultado agradou e a marca começou rapidamente a conquistar os brasileiros, que podiam saborear o delicioso pão de queijo quentinho feito no forno de casa.

Pouco depois, em 1991, a grande demanda pelo produto obrigou a empresa a se transferir para um galpão em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Em 1995, para garantir a excelência de seus produtos a FORNO DE MINAS adquiriu um moderno laticínio em Conceição do Pará, a 120 quilômetros da capital mineira, fabricando queijos na especificação ideal para a sua receita, garantindo assim padronização e qualidade de todos os seus produtos. Isto porque, o queijo da receita original – o canastra – teve que ser substituído por um pasteurizado, por conta de exigências microbiológicas das autoridades que regulam o setor de alimentos. Como a receita não dava certo com esse tipo queijo, a empresa resolveu produzir o próprio queijo. Em 1999 a família vendeu a empresa e a marca para a multinacional americana Pillsbury (que depois seria incorporada pela General Mills), em um negócio estimado em R$ 80 milhões. Nesta época a empresa possuía uma fábrica em Contagem, empregava 600 pessoas, sua produção chegava a 1.6 mil toneladas de pão de queijo mensais e o produto já era exportado para diversos países.

Porém, uma década de má administração quase colocou tudo a perder. Após assistir ano após ano a participação de mercado da marca minguar e se tornar um “problema sem solução” para a General Mills, que cogitou inclusive acabar com a marca, em maio de 2009, a família Mendonça recomprou a marca FORNO DE MINAS e a fábrica e voltou ao mercado no ano seguinte com a antiga receita do tradicional pão de queijo que conquistou milhões de brasileiros nos anos 90. Com receitas aprimoradas, a quantidade de queijo aumentada seis vezes, o gosto caseiro voltou e a FORNO DE MINAS começou a reconquistar o mercado.

Depois de investir R$ 20 milhões em equipamentos europeus e pesquisas de desenvolvimento, a FORNO DE MINAS apresentou um novo mix de produtos para o segmento Food Service em 2010: folhados de diversos sabores (presunto e queijo, palmito, frango, banana com canela e chocolate), que tinham massa crocante e recheio cremoso; e o pão de batata. Além disso, a marca introduziu para o consumidor os pães de queijo light (contém 62% menos gordura e redução de 35% no sódio, ideal para quem busca uma dieta equilibrada sem abrir mão do sabor) e gourmet (preparado a partir de queijos especiais, com processos de maturação diferenciados). Em 2011 a linha de folheados foi lançada para venda em supermercados, estreando novas embalagens. Além do mercado nacional, a empresa também está empenhada em aumentar os níveis de exportação dos produtos, especial o tradicional pão de queijo, da marca FORNO DE MINAS, participando de importantes feiras internacionais para apresentar seus produtos aos mais variados paladares e públicos.

A evolução visual
Em 2010 a marca apresentou sua nova identidade visual, que pouco defere da antiga, a não ser pela curvatura do traço embaixo do nome.

Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1990
● Fundador: Dalva Mendonça
● Sede mundial: Contagem, Minas Gerais, Brasil
● Proprietário da marca: Forno de Minas Alimentos S/A
● Capital aberto: Não
● Presidente: Hélder Couto Mendonça
● Faturamento: R$ 75 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 2
● Presença global: 3 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 650
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos: Pães de queijo, pães de batata e folheados
● Slogan: Bom demais.
● Website: www.fornodeminas.com.br
A marca no mundo
A distribuição dos produtos FORNO DE MINAS, que conta com duas unidades industriais (Contagem e Conceição do Pará, ambas localizadas em Minas Gerais), está presente em quase todo o país, sendo presença constante nos grandes centros comerciais. Além disso, a empresa vende regularmente seu tradicional pão de queijo para os Estados Unidos e Portugal e planeja estender suas exportações, em um futuro próximo, para outros países como Japão, Itália, Espanha, França, Alemanha e China. Hoje em dia a empresa atua em dois segmentos: Varejo (produtos congelados comercializados em supermercados, padarias, etc.) e Food Service (produtos comercializados em lanchonetes, hotéis, restaurantes, cantinas de escola e lojas de conveniência). A FORNO DE MINAS produz 800 toneladas mensais de pães de queijo, agora novamente com 25% de queijo na fórmula.
Você sabia?
● Segundo pesquisa a FORNO DE MINAS produz o pão de queijo preferido pelos brasileiros (ACNielsen, 2010).
● Preocupada com o meio ambiente e sustentabilidade, a empresa trata 100% da água que é utilizada dentro da indústria, da área administrativa e cozinha. A empresa conta ainda com um completo laboratório de análise microbiológica e fisioquímica, que avalia desde as matérias primas até o produto acabado.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding, e Wikipedia (informações devidamente checadas).
Última atualização em 6/7/2011
Investimentos em novos processos de produção, tecidos inteligentes e acabamentos, além de uma comunicação constante e confidente com suas consumidoras fazem da HOPE uma das marcas mais reconhecidas e valorizadas pelas mulheres brasileiras, referência em conforto, durabilidade e qualidade. Uma espécie de Victoria’s Secret tupiniquim.
A história
Quando chegou a São Paulo em 1966, vindo de Belém, a capital do Pará, o imigrante libanês Nissim Hara, então com 29 anos, percebeu a falta de dinamismo no mercado de confecções de lingerie e resolveu investir o “dinheirinho” que havia acumulado nos cinco anos em que tocara um negócio de transporte de alimentos na região Norte do país em uma pequena confecção de roupas íntimas, batizada de HOPE LINGERIE. Instalou-a no Brás, tradicional bairro fabril de São Paulo, onde estão atualmente localizadas dezenas de confecções. Ele começou vendendo sua produção para as lojas das proximidades. Nesta época, havia poucos fabricantes e o empresário rapidamente encontrou um nicho de mercado, dentro de uma linha clássica, sensual, ainda pouco explorada. Um de seus primeiros sucessos foi uma calcinha perfumada.

A marca passou anos no “anonimato”, até que nos anos 80, Hara bolou o primeiro merchandising de novela da história. No folhetim “Roque Santeiro”, da Rede Globo, uma moça de calcinha e sutiã estampada num outdoor piscava só para o professor Astromar Junqueira — que, obviamente, era tido como louco pelas demais personagens da trama. Foi neste momento que a HOPE começou a crescer. As vendas triplicaram em um ano. Em meados dos anos 90, ao lado das irmãs Karen e Daniele, Sandra, filha do fundador, foi a grande responsável pela estratégia de rejuvenescimento da marca HOPE. Depois de estagiar na fábrica, ela ajudou a montar o plano que trouxe consumidoras mais novas para a marca, incorporou tecnologia às peças e, acima de tudo, horizontalizou a produção.

Atraída pela habilidade, pela arte e pela tradição de costura da mulher cearense, a empresa aportou em 1999 no Ceará, inaugurando uma moderna fábrica em Maranguape para fabricar calcinhas e sutiãs sofisticados, de alta qualidade e aprimoramento tecnológico. Em 2005 a empresa entendeu que marcar presença no varejo era uma questão estratégica e inaugurou sua primeira loja exclusiva, na capital paulista. De lá para cá os investimentos para estruturar a rede de franquias HOPE só crescem. Isto porque, a marca estava cansada de ver suas calcinhas e sutiãs expostos nas prateleiras das lojas multimarcas, sem o charme com que gostariam de mostrar os seus produtos.

Além disso, estreou no segmento de biquínis, indo à praia pela primeira vez. Tratou-se de algo revolucionário para uma empresa que de sua fundação sempre ficou escondida embaixo da roupa das mulheres. Além disso, o mix de produtos foi aumentado com a introdução da peças e modelos para a noite, roupas e camisolas de dormir. Em 2010, depois de ter beldades como Ellen Jabour e Juliana Paes como estrelas em suas campanhas, a HOPE assinou com a übermodel Gisele Bündchen como sua mais nova garota-propaganda. Com isso a marca HOPE se aproximou do modelo de negócio da grife americana Victoria’s Secret, famosa por vestir suas lingeries em desfiles com beldades internacionais e nacionais, como Adriana Lima e a própria Gisele Bündchen. Não por acaso, foi Gisele Bündchen a escolhida para estrelar as campanhas publicitárias da marca. Além de ampliar a capilaridade, a HOPE também apostou na diversificação do mix de produtos.

No fim de 2010, por exemplo, a marca incluiu uma linha de cosméticos no seu portfólio, composta por cremes hidratantes corporais, esfoliantes e colônias perfumadas. Coincidência ou não, a Victoria’s Secret também vende cremes e perfumes. As semelhanças não param por aí. O público-alvo das duas marcas é muito parecido: mulheres entre 15 e 35 anos pertencentes às classes A e B. Ambas também enveredaram pela moda praia, com biquínis e maiôs.

A HOPE se destacou como uma das marcas mais inovadoras do mercado, sendo a primeira a introduzir no Brasil o uso de tecidos como o algodão mercerizado e a microfibra, um tecido inteligente que absorve melhor a umidade, proporcionando constante sensação de frescor. Suas novas lojas seguem o conceito Bodywear, oferecendo tudo o que a mulher precisa para usar diretamente no seu corpo: lingerie, beachwear, homewear, cosméticos e outros acessórios. Atualmente, produzidas com tecidos inteligentes e novas tecnologias, as lingeries HOPE quebraram paradigmas, romperam com a imposição do recato e da submissão feminina e adotaram novos conceitos. Saíram do anonimato e já se sobrepõem com charme, beleza, sedução e conforto às peças do próprio vestuário. O sucesso da marca está atrelado ao número de lançamentos. São em média quatro novas coleções por mês entre calcinhas, lingeries e produtos como biquínis, pijamas e cosméticos.

A linha do tempo
2003
● Lançamento da linha HOPE CLEAN, que introduziu no Brasil o conceito sewfree, sem costura, elásticos ou amarrações. O segredo era a tecnologia de última geração importada dos Estados Unidos, que dispensava a tradicional máquina de costura.
2005
● Lançamento da coleção de beachwear, composta por sofisticados e modernos biquínis. Atualmente esta linha, composta por biquínis, maiôs e saídas de praia, possui diferenciais como etiquetas de silicone (como não ficam molhadas, não incomodam), recheio de espuma para aumentar os seios que não absorve água e peças vendidas separadamente (a consumidora faz combinação que quiser).
2006
● Lançamento da linha HOPE NUDE, produto sem similar no mercado brasileiro, que introduziu no país o conceito “NO VPL” (no visual panty lines), que não marca a linha da calcinha sob a roupa, como se a mulher estivesse nua. A linha, que foi lançada no mercado com o slogan “Hope Nude. Com acabamento invisível, você esquece que está vestida”, é composta por calcinhas com corte eletrônico, bordas planas e modelagem especial. Dispensam o uso de elásticos e aderem perfeitamente ao corpo, ficando invisíveis sob a roupa.
2007
● Lançamento da linha HOPE SPACE, composta por sutiãs elaborados com material altamente tecnológico.
2008
● Lançamento do HOPE SHOCK, primeiro sutiã do mercado que respira e não deforma, destinado exclusivamente à prática de exercícios de médio e alto impacto. Desenvolvido com o exclusivo bojo SPACE 3D - que não é de espuma e tem uma composição especial que mantém tanto a memória do formato quanto a espessura do enchimento, além de ser desenvolvido com alta tecnologia, podendo ser guardado na gaveta, na mala, dobrado e amassado que ele sempre voltará ao seu formato original.
● Lançamento da linha HOPE GLAM, que tinha a intenção de sempre trazer o glamour na dose certa e marcar a volta da renda às coleções de uma maneira extremamente sofisticada. As rendas eram elaboradas em viscose, que primam pela suavidade e maciez e detalhes em tule de Lycra®, fitas de guipure e cetim que fazem toda a diferença. A nova linha trazia sutiãs meia-taça, com push-up, rendas, calcinhas com babados, laçinhos, em veludo.
● Lançamento da HOPE MAGIC BACK, uma calcinha que valoriza e empina o bumbum, de maneira discreta e natural, dentro do conceito “No VPL”, que não marca sob a roupa. Trata-se de um modelo boxer, elaborado em microfibra power, com enchimentos na parte de trás que valorizam e modelam o bumbum.
2010
● Lançamento do sutiã universal, uma peça criada para vestir todas as mulheres, do tamanho 40 ao 48, da taça A à taça DD. Este é o conceito mais moderno de lingerie já criado no Brasil.
● Lançamento da linha HOPE SCENTS, composta por loção corporal, sabonete liquido, água perfumada e gloss labial.
● Lançamento da nova linha HOPE MATERNITY, que traz muito mais estilo, conforto e modernidade para as mamães. A linha é composta por peças muito práticas para o período de amamentação e gestação sem deixar o estilo de lado.
2011
● Lançamento da linha HOPE LOUNGEWEAR, composta por peças originalmente feitas para dormir, mas que ganham uma função urbana e podem sair à rua em situações comuns. A coleção apresenta um grande mix de produtos, tais como, agasalhos, saruel, calças tradicionais com a boca larga, capri, camisolas largas, vestidos para dormir, bermudinhas, blusas soltinhas e tudo mais para deixar a mulher quentinha e confortável.
● Lançamento da linha de lingeries Gisele Bündchen Brazilian Intimates, composta por 40 peças, que tem um apelo mais sensual, complementando a linha de produtos da empresa. A HOPE ficou responsável pela produção, distribuição e gerenciamento da coleção. A modelo cuidou da direção criativa e fez questão de provar cada um dos modelos.

Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Fundação: 1966
● Fundador: Nissin Hara
● Sede mundial: São Paulo, Brasil
● Proprietário da marca: Hope Lingerie Ltda.
● Capital aberto: Não
● Presidente: Nissin Hara
● Faturamento: R$ 170 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Fábricas: 3
● Lojas: + 60
● Presença global: 18 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.200
● Segmento: Vestuário
● Principais produtos: Calcinhas, sutiãs, camisolas e biquínis
● Principais concorrentes: Valisére e Du Loren
● Ícones: A modelo Gisele Bündchen
● Website: www.hopelingerie.com.br
A marca no mundo
A HOPE, uma empresa 100% brasileira, possui três unidades industriais, todas localizadas em Maranguape (CE), emprega diretamente 1.200 pessoas e conta com uma rede de lojas próprias composta por mais de 60 unidades. Além disso, os produtos da marca estão disponíveis em mais de 6.000 pontos-de-venda espalhados pelo país. A empresa investiu recentemente R$ 4 milhões na compra de máquinas e na modernização dos sistemas do parque industrial de Maranguape, localizado a cerca de 40 quilômetros de Fortaleza (CE).
Você sabia?
● A HOPE produz mais de 650 mil peças por mês, com destaque para calcinhas e sutiãs.
● A marca ficou conhecida por slogans famosos como “Calcinhas Hope. Um sonho de calcinha.” e “A calcinha que mexe com a cabeça dos homens”.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Veja, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding, e Wikipedia (informações devidamente checadas).
Última atualização em 3/7/2011