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1.10.14

CESSNA


Para viagens curtas, trabalhos no campo, transportes de cargas, deslocamentos rápidos ou viagens longas com extremo conforto e segurança, a CESSNA oferece diferentes tipos de aeronaves para atender todas as necessidades de seus clientes. A companhia americana é uma das maiores do setor de aviação executiva e tem quase 90 anos de uma rica e inovadora história transportando milhões de exigentes passageiros. 

A história 
A criação da empresa remonta a Clyde Vernon Cessna, um agricultor da cidade de Rago, estado do Kansas, nascido e criado em uma fazenda, que logo demonstrou aptidão natural para a mecânica ao melhorar máquinas agrícolas e desenvolver novos métodos de cultivo. Seu interesse por aviões começou em 1910, após visitar uma exposição aérea em Kansas. A paixão o levou a se mudar para a cidade de Nova York, onde trabalhou durante um curto período na Queen Aeroplane Company. Pouco depois, em 1911, Clyde começou a construir o seu primeiro avião, batizado de Silverwing. O monoplano, feito com abeto (muna espécie de árvore conífera) e linho, utilizava um motor de barco modificado de 1.050 rpm. Após cair na primeira tentativa, ele teve um lampejo de esperança em sua 13º tentativa, depois de voar por um curto período antes de colidir com algumas árvores. Finalmente no mês de junho ele conseguiu realizar seu primeiro voo bem sucedido. E ganhou o apelidado de “Birdman of Enid”, após voar por 5 milhas (cerca de 8 quilômetros) com um pouso bem-sucedido em dezembro. Entre os anos de 1912 e 1915 ele projetou vários aviões monoplanos, todos impulsionados por um motor Anzani Radial de 6 cilindros. Durante esse período, ele se apresentou em várias feiras e eventos comemorativos, angariando assim uma boa grana. Além disso, Clyde Cessna se tornou o primeiro homem a construir um avião e sobrevoar o Rio Mississippi e as Montanhas Rochosas.


Já em 1916, adquiriu um edifício para iniciar a construção de uma nova aeronave para a temporada do ano seguinte. Sua fábrica também serviu para abrigar uma escola de aviação que ele fundou. Porém, quando os Estados Unidos declaram guerra em abril de 1917, Clyde foi forçado a retornar para sua casa no Kansas, retomando provisoriamente suas funções na fazenda da família. Com o término do conflito mundial, em 1924, o ambicioso Clyde firmou parceria com Lloyd Stearman e Walter Beech para formar a Travel Air Manufacturing Co., uma empresa que atuava na fabricação de aviões biplanos. Apesar da empresa rapidamente se tornar uma das principais fabricantes de aeronaves dos Estados Unidos, chegando a produzir 46 aviões em 1926, Cessna e Beech começaram a discordar sobre os tipos de aeronaves a ser produzidos, já que Clyde tinha preferência por monoplanos, mas Beech insistia em biplanos. Essa discordância fez com que Clyde deixasse a empresa e começasse a trabalhar em uma aeronave com quatro lugares, monoplano e equipada com um motor Anzani de 120hp, que ele batizou de “Comet”. Finalmente no dia 7 de setembro de 1927, juntamente com Victor H. Roos, ele fundou a Cessna-Roos Aircraft Company, que iria enveredar pelo segmento da fabricação de aeronaves monoplanos. Pouco depois, no dia 22 de dezembro, o secretário de estado aprovou a mudança de nome da empresa para CESSNA AIRCRAFT COMPANY.


O primeiro avião da empresa, batizado de CESSNA A-SERIES, foi entregue no dia 28 de fevereiro de 1928 para Edwin A. Link da cidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, que pagou US$ 6.500 pela aeronave. No dia 1 de novembro deste mesmo ano, saiu da linha de produção da empresa o MODEL CW-6, primeiro CESSNA com capacidade para seis passageiros. Apesar do enorme sucesso de novos modelos, a Grande Depressão que assolou os Estados Unidos forçou a empresa a fechar as portas em 1931. Pouco depois, em 1934, seu sobrinho Dwane Wallace ajudou a recuperar a empresa e com a aposentadoria do tio no ano de 1937 assumiu o comando dos negócios. Foi neste mesmo ano que a empresa lançou seu primeiro hidroavião, o C-37. Após a Segunda Guerra Mundial, em 1947, a empresa iniciou a produção dos modelos 190 e 195, com capacidade para 5 passageiros e primeiras aeronaves da CESSNA com fuselagem totalmente de metal. Ainda neste ano apresentou o CESSNA 170 que juntamente com outras iterações, como por exemplo, o modelo 172 SKYHAWK, introduzido em 1956, tornou-se o monomotor mais vendido da história. O mote de publicidade utilizado pela CESSNA nesta época era o fato de ter treinado mais pilotos que qualquer outra empresa deste setor. Foi também em 1956 que ocorreu o lançamento do CESSNA 182 SKYHAWK, um monomotor com capacidade para quatro pessoas, que se tornou o segundo avião mais popular da empresa, atrás apenas do CESSNA 172.


O primeiro modelo do Skymaster a ser produzido foi o 336, que tinha trem de pouso fixo, dois motores instalados na fuselagem, um no nariz e outro na parte traseira, e voou pela primeira vez no mês de fevereiro de 1961. Entrou em produção em maio de 1963 e ficou no mercado por apenas um ano, com 195 exemplares vendidos. Esse modelo foi substituído pelo CESSNA 337 Super Skymaster, maior, mais potente, com trens de pouso escamoteáveis e uma tomada de ar dorsal para o motor traseiro. Posteriormente, a empresa denominou o modelo simplesmente como Skymaster, retirando o “Super”. Essa aeronave entrou em produção em 1965 e permaneceu na linha de fabricação até 1982, com um total de 2.993 aviões comercializados, incluindo um modelo para uso militar.


No final da década de 1960, os engenheiros e demais executivos da CESSNA identificaram a demanda para criar e fabricar em larga escala uma aeronave para ocupar um espaço que a empresa considerava praticamente vago no mercado aeronáutico mundial, o de jatinhos executivos de pequeno porte (com menos de 5.500 kg de peso máximo de decolagem), com asas retas, motorização turbofan (motor a reação utilizado em aeronaves projetadas especialmente para altas velocidades de cruzeiro, que possui um excelente desempenho em altitudes elevadas), com capacidade para 8 passageiros e capaz de operar em aeroportos já servidos por aviões bimotores turboélice. O protótipo do primeiro modelo desta família voou em 15 de setembro de 1969. Apresentando oficialmente em 1971 e originalmente batizado de Citation 500, antes que a CESSNA o denominasse CITATION I, foi um dos primeiros jatos executivos leves disponíveis no mercado a serem motorizados com reatores do tipo turbofan. Foi um grande sucesso de vendas e a sua produção durou até 1985. Porém, a pedido de clientes, a partir de 1977 a empresa passou a fabricar o CITATION II, com fuselagem alongada para transportar confortavelmente sete ou oito passageiros e com espaço reservado para uma pequena galeria para refeições rápidas e bebidas. Esses dois modelos abriram caminho para a formação da maior linha de jatos executivos do mundo.


No início da década de 1980, percebendo claramente a existência de uma lacuna no mercado da aviação, a empresa iniciou o desenvolvimento do CESSNA CARAVAN, um turboélice de asa alta, que rapidamente despertou a atenção e o interesse da empresa de transporte de carga aérea Federal Express (Fedex), o primeiro grande cliente deste modelo. Lançado em 1984, nos anos seguintes essa aeronave seria utilizada com frequência em mais de 60 países para transporte executivo de passageiros, transporte de cargas, uso militar no transporte para regiões de difícil acesso e transporte regional de passageiros, já que acomoda de 9 a 14 pessoas. A empresa ao ser adquirida pela General Dynamics Corporation em 1985, interrompeu a produção de aviões de motor a pistão no ano seguinte devido à falta de confiabilidade dos componentes. Em 1992, a Textron Inc., empresa americana que controla fabricantes de aeronaves civis e militares, comprou a CESSNA e rapidamente retomou a fabricação de jatos executivos. Em 2004, a empresa lançou o monomotor mais veloz do mundo: o CESSNA 400, uma excelente opção para quem necessita de leveza, rapidez, conforto, rápido acesso as informações e não abre mão de ter um CESSNA. Em 2006 a empresa inaugurou uma fábrica na cidade mexicana de Chihuahua, responsável por produzir partes e equipamentos para a linha de jatos executivos Citation.


Em 2005 a empresa lançou um verdadeiro sucesso de vendas: o CITATION MUSTANG, um moderno jato executivo que acomoda até cinco ocupantes, oferece um custo operacional baixo devido ao eficiente consumo de combustível, sendo ideal para deslocamentos executivos, pois possui alcance superior a 2.100 km, decola no peso máximo em pistas curtas com apenas 950 metros de comprimento e possui um teto operacional de 41.000 pés. Nos anos seguintes a CESSNA investiu em lançamentos luxuosos como o novo CITATION X+ (2010), uma moderníssima aeronave com capacidade para 12 passageiros, considerada o jato executivo mais rápido do mundo ao atingir uma velocidade máxima de 990 km/h a 15.500 metros de altitude; e o CITATION LONGITUDE (2012), um moderno jato para 12 passageiros com alcance 7.408 km, capaz de realizar voos diretos entre São Paulo e Miami ou Nova York e Paris com conforto, alta tecnologia e a segurança.


No dia 27 de agosto de 2014 a empresa atingiu uma marca histórica: entregou o avião monomotor a pistão de número 10.000, produzido na fábrica de Independence, que entrou em operação no mês de julho de 1996, próxima à sua sede em Wichita, no estado do Kansas. O avião, modelo Cessna Skyhawk, foi entregue junto com outros dois aparelhos semelhantes para a universidade aeronáutica Liberty, para uso no treinamento de alunos. O Cessna Skyhawk tornou-se a plataforma de formação padrão global e ganhou a reputação por oferecer a melhor combinação de características modernas, incluindo o sistema G1000 e confiabilidade comprovada. O modelo é produzido desde 1956 e já ultrapassou a marca de 48.000 aviões fabricados.


A evolução visual 
A identidade visual da marca CESSNA passou por grandes e radicais alterações ao longo dos anos. Inicialmente com o nome da marca constituindo a fuselagem de um avião e utilizando as cores cinza e verde, a identidade visual adotou as cores vermelha e azul na década de 1970 e no início dos anos de 1990 foi criado o atual logotipo.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 7 de setembro de 1927 
● Fundador: Clyde Vernon Cessna 
● Sede mundial: Wichita, Kansas 
● Proprietário da marca: Cessna Aircraft Company 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Textron Aviation Inc.) 
● CEO: Scott Ernest 
● Faturamento: US$ 2.78 bilhões (2013) 
● Lucro: - US$ 48 milhões (2013) 
● Aviões entregues: 464 unidades (2013) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 8.500 
● Segmento: Aeronáutico 
● Principais produtos: Aviões monomotores, turboélices e jatos executivos 
● Concorrentes diretos: Embraer, Gulfstream, Bombardier, Piper Aircraft e Dassault Aviation 
● Ícones: A família de jatos Citation 
● Website: www.cessna.com 

A marca no mundo 
Atualmente a CESSNA oferece aproximadamente 20 modelos de aviões turboélices, monomotores e jatos executivos que são vendidos em 100 países ao redor do mundo. Com 8.500 funcionários e faturamento de US$ 2.78 bilhões, em 2013 a empresa vendeu 464 aviões, dos quais 139 jatos executivos. A empresa possui 4 fábricas localizadas em Wichita e Independence, estado do Kansas; Columbus, na Geórgia e Chihuahua, no México. Em quase 90 anos de história a CESSNA já produziu mais de 155.000 aviões monomotores a pistão, 2.200 aeronaves turboélice, 1.000 aviões militares e outros 6.600 jatos executivos do modelo Citation, a maior frota desta categoria em operação no mundo. 

Você sabia? 
Clyde Cessna faleceu no dia 20 de novembro de 1954, aos 74 anos, e mesmo não estando mais no comando da empresa que criou desempenhou um papel vital no desenvolvimento da aviação mundial. 
Em 1951 a brasileira Ada Rogato a bordo de um CESSNA 140-A voou 51 mil quilômetros, percorrendo as três Américas, um trajeto que levou aproximadamente 6 meses. 
Foi um Cessna Citation XLS+, jato executivo de porte médio com duas turbinas e capacidade para 9 passageiros, que caiu no dia 13 de agosto de 2014 na cidade de Santos, litoral paulista, matando o candidato a presidência da república Eduardo Campos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 1/10/2014

29.7.09

AZUL LINHAS AÉREAS


Com crescimento contínuo, modernos aviões produzidos, tarifas competitivas e serviços diferenciados e premiados a companhia aérea Azul, em pouco tempo, conquistou seu lugar no céu e na preferência de milhões de passageiros. Isto porque na Azul, qualquer passageiro está sempre onde merece: lá em cima. Realmente o céu no Brasil ficou literalmente azul, liderado pela companhia aérea que mais conecta os brasileiros e a que mais se conecta com eles. 

A história 
A criação da Azul Linhas Aéreas Brasileiras nasceu a partir do interesse de David Neeleman (foto abaixo à direita), um ousado empresário nascido no brasileiro e criado nos Estados Unidos, em investir na aviação do país. Ele ficou conhecido mundialmente por ter fundado duas das maiores e mais lucrativas empresas aéreas seguidoras do conceito “low cost, low fare” (em inglês, baixo custo e baixa tarifa), a americana JetBlue Airways (conheça essa história aqui) e a canadense Westjet (conheça essa outra história aqui). Vale ressaltar que na indústria da aviação várias inovações são atribuídas a David Neeleman, entre as quais a invenção do bilhete eletrônico e a TV ao vivo a bordo das aeronaves. Mas a história de fato começou no dia 27 de março de 2008 quando ele anunciou que o Brasil ganharia uma nova empresa aérea. Naquela ocasião, o empresário apresentou os planos para estruturar uma nova empresa. Nova na maneira de encarar o transporte aéreo. Nova ao encomendar aeronaves confortáveis, avançadas, desenhadas e fabricadas no Brasil: os modernos E-Jets da Embraer (conheça essa outra história aqui). Nova ao reforçar o ideal de que uma companhia aérea não tem a intenção de simplesmente disputar mercado, mas sim, buscar estimular a demanda por viagens aéreas.
  

No dia 17 de setembro, data do batismo da primeira aeronave da empresa, um Embraer 190 arrendado, chamado “O Rio de Janeiro Continua Azul”, David Neeleman anunciou que com o início das operações antecipado para dezembro, a companhia ganhou ainda mais apoio de seus investidores americanos e brasileiros. Com isso, a empresa captou US$ 200 milhões para começar a operar no mercado brasileiro. Desta forma tornou-se a companhia aérea mais capitalizada da história da aviação mundial. Com esse investimento, foram encomendadas 42 aeronaves e outras 36 em opção de compra, todas da fabricante brasileira Embraer. Ainda em virtude de acelerar sua entrada no mercado, a Azul arrendou duas aeronaves Embraer 190 nos Estados Unidos, utilizadas para treinamento e aperfeiçoamento de pilotos e comissários de bordo. A entrega da primeira aeronave nova de fábrica ocorreu no dia 11 de dezembro e foi batizada de “Tudo Azul”.



Pouco depois, no dia 15 de dezembro de 2008, dois voos inaugurais foram realizados. O primeiro decolou de Campinas com destino a Salvador e o segundo uniu Campinas a Porto Alegre. Nas semanas seguintes, o número de voos entre estas cidades foi gradativamente aumentado com a chegada de novas aeronaves. Vale ressaltar que a Azul chegou ao mercado focando no tratamento diferenciado. Desde o início oferecia um serviço de bordo com snacks à vontade, servidos em charmosas cestas, TV ao vivo, maior espaço entre as poltronas, tarifas competitivas e comodidade no deslocamento até o aeroporto de Viracopos (principal hub), com ônibus gratuitos aos clientes, saindo da capital paulista.
  

Em janeiro de 2009, entraram em operação as rotas Campinas-Vitória e Campinas-Curitiba, permitindo também a conexão entre as demais cidades, com escala no aeroporto de Viracopos, localizado em Campinas, no interior paulista. Depois, foram integradas a malha aérea as cidades de Recife, Rio de Janeiro, Manaus, Fortaleza, Navegantes, Porto Alegre, Maceió, Campo Grande, Salvador e, em maio, Maringá. Em junho deste ano, a Azul lançou o seu programa de fidelidade, batizada de Tudo Azul, que se diferenciava dos outros programas existentes na época por não acumular milhas e sim pontuação com base no valor pago pela passagem. Com menos de seis meses de operação e apenas sete aviões, a Azul já era a terceira maior companhia aérea do mercado brasileiro. Nesse pouco tempo de operação, a Azul se transformou na empresa aérea que mais rapidamente chegou a 1 milhão de passageiros transportados. Isto porque, transportou seu milionésimo passageiro com menos de oito meses de operações, exatamente no dia 13 de agosto de 2009. O recorde anterior pertencia à JetBlue Airways (cujo fundador é o mesmo da Azul), que havia conquistado essa marca com apenas 10 meses de vida.
   

O mês de agosto de 2009 também foi marcado pelo lançamento de uma unidade voltada para o transporte de cargas (pequenas encomendas), a Azul Cargo Express, cujo transporte era feito aproveitando a capacidade dos porões das aeronaves utilizadas para o transporte de passageiros, a alta regularidade e pontualidade, e a agilidade da malha com voos diretos. Já em novembro do mesmo ano, a divisão cargueira passou a oferecer também o serviço porta a porta de entregas expressas. A divisão cargueira da Azul desenvolveu seu modelo de negócios com foco nas remessas expressas de cargas e encomendas, e está preparada para se posicionar como a solução mais pontual do mercado de transporte de carga aérea. Hoje em dia, a Azul Cargo Express conta com mais de 300 lojas espalhadas pelo Brasil e exterior, oferecendo o serviço “porta a porta” para mais de 4.200 municípios brasileiros, além de todo o território dos Estados Unidos e Portugal. Os serviços oferecidos compreendem encomendas críticas, distribuição B2C para e-commerce, encomendas com tarifas econômicas e carga paletizada no mercado global. 
  

No dia 24 de setembro de 2010 a empresa alcançou outro recorde ao chegar a marca de 5 milhões de passageiros transportados em menos de dois anos. Nessa época, como a meta da companhia sempre foi conectar o país, a Azul começou a apostar na diversificação da sua frota, para chegar aos mercados de médio e pequeno portes e assim se diferenciar das demais companhias aéreas brasileiras. Para isso, ainda em 2010, a companhia aérea comprou turboélices da francesa ATR, em uma encomenda de US$ 850 milhões. Com isso, a Azul colocou em prática estratégias que estavam embasadas na promessa de oferecer voos domésticos sem escala, com aeronaves menores e passagens mais baratas do que as concorrentes, além de ofertar voos para cidades não atendidas pelas atuais linhas aéreas, visando ampliar a demanda pelas viagens de avião.
   

E tudo isso deu muito certo. Principalmente porque, em maio de 2012, a companhia aérea havia anunciado a fusão de suas operações com a TRIP Linhas Aéreas (conheça essa outra história aqui), então uma referência na aviação regional brasileira, o que resultou em um gigante dos ares no mercado brasileiro: 116 aeronaves, mais de 800 voos diários, 100 cidades atendidas e aproximadamente 16% de participação de mercado. Com isso, a Azul se tornou a terceira maior companhia aérea do mercado brasileiro. No mês de setembro, a Azul atingiu mais uma marca impressionante para uma companhia tão jovem: 20 milhões de clientes (com alta taxa de satisfação) transportados. Outra novidade de 2012, foi o lançamento em outubro, em parceria com a Sky (conheça essa outra história aqui), de um produto até então inédito na aviação da América Latina: serviço de TV ao vivo a bordo.
  

Depois de chegar a mais de 100 destinos no Brasil, a Azul deu um enorme passo rumo a um novo crescimento ao iniciar voos internacionais no final de 2014, inicialmente para as cidades americanas de Fort Lauderdale e, poucos dias depois, para Orlando. Para essas primeiras rotas internacionais, a Azul começou a utilizar os novos Airbus A330. Pouco depois, em 2015, estreou mais um destino internacional em sua malha de rota ao iniciar voos para a cidade de Punta Del Este, no Uruguai. Esse ano também foi marcado pelo anúncio de que a United Airlines (conheça essa outra história aqui) comprou 5% das ações da Azul, em um negócio avaliado em US$ 100 milhões, que incluía um acordo codeshare pela qual, juntas, as companhias somavam 450 destinos e mais de 6.000 voos diários. O desenvolvimento e a oferta para novos destino internacionais teve continuidade em 2016 com a adição de novos destinos como Lisboa, em Portugal; Caiena, na Guiana Francesa; e Montevidéu, no Uruguai.
   

Em 2017 foi a vez de voos para Buenos Aires serem acrescidos às suas rotas. A partir desse ano a companhia aérea brasileira começou a operar os super modernos Airbus A320neo em algumas de suas rotas. No ano de 2018, em parceria com a Hand Talk, a Azul torna-se a primeira empresa aérea brasileira a ter uma ferramenta de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva em seu site, com tradução simultânea de seu conteúdo on-line em libras. Finalmente no ano de 2019, a Azul conquistou outro marco ao receber espaços para pousos e decolagens (chamados de slots) que pertenciam à Avianca (conheça essa história aqui). Com isso, a Azul passou a operar no Aeroporto de Congonhas, o terminal doméstico mais importante do Brasil, e começou a operar a rota mais disputada e lucrativa do mercado aéreo nacional, a ponte aérea Rio-São Paulo. Esse ano também foi marcado pela ampliação de sua moderna frota com a adição do primeiro A330-900neo das Américas, batizado de O Mundo é Azul; o segundo A330; e o primeiro E195-E2, maior jato comercial produzido pela Embraer.
  

Em 2020, mesmo com o segmento sendo severamente afetado pela pandemia de COVID-19, a empresa começou a operar a Azul Conecta, sua mais nova subsidiária, fruto da aquisição da TwoFlex, que tem como objetivo desenvolver a aviação sub-regional no Brasil e cuja frota de aeronaves Cessna Grand Caravan alcança cidades e comunidades menores, conectando assim as regiões à malha de voos domésticos e internacionais da Azul. Além disso, a empresa inaugurou o Hangar da Azul, em Campinas, o maior da América Latina, com 35 mil m² de área construída. Além de abrigar aeronaves, o complexo conta com espaços como um pátio de manobras, áreas de abastecimento e lavagem aeronaves, além de 14 oficinas, entre elas as de motores, de pintura, de fuselagem.
   

Mais recentemente, em 2023, a Azul anunciou uma parceria com o Mercado Livre (conheça essa outra história aqui) para fazer entregas de pequenas encomendas para todo o território nacional, disponibilizando para isso 2 modelos Embraer E195 E1 com pinturas especiais. Além disso, a paradisíaca ilha de Curaçao, no Caribe, se tornou o novo destino internacional da Azul, com voos semanais diretos partindo de Belo Horizonte. A Azul também inaugurou outra rota internacional, para Paris, uma das cidades mais visitadas do mundo, utilizando o Airbus A350, considerado o avião mais moderno da indústria por consumir 20% a menos de combustível por assento e possuir alta eficiência técnico-operacional. Com a nova rota, os clientes da Azul voam sem escalas entre os aeroportos de Viracopos, em Campinas, e Orly, em Paris, com um pouco mais de 11 horas.
  

Os premiados serviços 
Só quem já foi eleita melhor do mundo oferece a melhor experiência de viagem do país. Snacks à vontade, TV ao vivo a bordo, Wi-Fi grátis e muito mais para que a próxima viagem seja sempre perfeita. Bem-vindo a bordo e aproveite a experiência Azul. Os serviços e comodidades que a Azul oferece aos seus passageiros já começam muito antes da decolagem com o Ônibus Executivo Azul (lançado em 14 de janeiro de 2009), um serviço de translado por ônibus executivo - equipados com TV ao vivo, Wi-Fi e ar-condicionado - que saem de locais estratégicos da capital paulista e Grande São Paulo transportando os passageiros com todo o conforto, direto para o aeroporto de Viracopos, em Campinas. Já dentro das aeronaves, a companhia aérea oferece comodidades como o Espaço Azul, são 22 ou 36 assentos (dependendo do avião e sua configuração) que proporcionam mais conforto e espaço para as pernas com 86 cm de distâncias entre as fileiras (40% de espaço a mais em relação à assentos normais). Já para voos internacionais, a Azul oferece um produto inédito, o SkySofa (as quatro poltronas juntas se transformam em um grande sofá para famílias, casais ou amigos viajarem juntos).
   

Os passageiros são recebidos a bordo com um copinho de água e um sorriso, em uma demonstração singela de preocupação. Após a decolagem comissárias - uma para cada grupo de 50 passageiros - trafegam com bloquinhos e canetas para anotar os pedidos de bebidas dos passageiros. É um contato personalizado com cada um deles só encontrado nas classes executivas. A Azul também oferece sete tipos de snacks (salgadinhos), 6 opções de doces e 6 opões de bebidas (incluindo água, suco, refrigerantes e café) que podem ser consumidos à vontade. Os snacks são servidos pelas comissárias em cestinhas de vime, todos personalizados com a marca da Azul, incluindo as balinhas de gelatina em formatos de aviõezinhos. As opções são diversificadas e ajustadas conforme o período do voo, com diferentes cardápios para manhã, tarde e noite. Vale ressaltar que em nenhuma etapa do voo os corredores ficam obstruídos pela passagem dos carrinhos de alimentação. A companhia também oferece atividades infantis no Espaço Kids e a possibilidade do uso dos chuveiros no Lounge Azul, ambos na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas.
   

Outro diferencial que revolucionou o mercado é o fato da Azul ter sido a primeira empresa aérea na América Latina a oferecer um sistema de entretenimento através da transmissão de televisão ao vivo pelo sistema via satélite da LiveTV, que permite aos passageiros desfrutarem de monitores individuais assistindo jogos de futebol, novelas, filmes e noticiários, tanto de canais abertos quanto fechados (ao todo são mais de 40 canais ao vivo e até 9 canais com programação gravada), a 36 mil pés de altitude. Já a revista de bordo da Azul, que em 2018 conquistou pela primeira vez o título de melhor revista customizada do ano, no 31º Prêmio Veículos de Comunicação, premiação concedida pela revista Propaganda. Em 2020, a Azul revolucionou o mercado mais uma vez ao lançar o Tapete Azul, um novo sistema de embarque rápido composto por um conjunto de projetores e monitores, que, por meio de realidade aumentada, projeta no chão um tapete virtual colorido e móvel que convida a pessoa a se posicionar na fila de acordo com seu número de assento, otimizando o embarque (já que diminui em até 25% o tempo de embarque) e, com isso, contribui para que os voos decolem no horário programado.
  

O reconhecimento de quem voa Azul é resultado dessas diversas iniciativas, que buscam sempre oferecer a melhor experiência de voo para seus clientes. Como o OPA, sigla que sintetiza o conceito interno da Azul para promover o olhar atento do tripulante para com o cliente, observando, percebendo e atendendo suas necessidades. Afinal, a Azul surgiu com o papel de estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços competitivos com alta qualidade de serviços. E esse sucesso pode ser atestado por grandes reconhecimentos nacionais e internacionais como: “Companhia aérea mais pontual do Brasil” (2009 e 2010); “Melhor companhia aérea do Brasil” (2011 e 2012) pela revista Viagem e Turismo; “Melhor companhia aérea low-cost da América Latina” (2011 e 2012), pela Skytrax; “Melhor companhia aérea low-cost do mundo” (2012), pela Center for Asia Pacific Aviation, sendo a primeira empresa aérea brasileira a conquistar esse prêmio; e “Companhia aérea de baixo custo mais pontual do mundo” (2015). Em julho de 2020 foi eleita a “Melhor companhia aérea do mundo” pelo TripAdvisor (conheça essa outra história aqui); e mais recentemente, no ano de 2022, foi considerada, mais uma vez, a “Companhia aérea mais pontual do mundo”, segundo levantamento da consultoria Cirium, uma das mais importantes do setor.
  

A frota 
Atualmente a companhia área conta com uma moderna e diversificada frota de 181 aeronaves em operação, com idade média de 7.3 anos, excluindo os Cessna Grand Caravan utilizados em voos sub-regionais. Entre os modelos utilizados estão Embraer 195 (118 passageiros); Embraer 195 E2 (136 passageiros); Airbus A320neo (165 passageiros) e A321neo (214 passageiros) para voos nacionais; Airbus A330-900neo (298 passageiros) e A350-900 (334 passageiros) para voos internacionais; turboélices ATR 72-600 (70 passageiros); além do Boeing 737-400SF, que operam exclusivamente para voos de carga. Vale ressaltar que os jatos da Embraer são considerados os mais sofisticados da categoria, devido à eletrônica de bordo, ao seu design inovador e ao peso total do avião, o que reduz os gastos com manutenção, tempo de voo e consumo de combustível. Uma curiosidade: boa parte dos aviões da empresa costuma ser batizado com nomes que tenham a palavra azul, como por exemplo, Azulville, Azulão, Trem é Azul, Pássaro Azul, Andorinha Azul, Diamante Azul, Céu Azul, Azul Celeste, Vento Azul, Sorriso Azul, Sonho Azul e Arara Azul.
  

A frota da companhia aérea também é conhecida por suas pinturas especiais e que funcionam como uma eficiente ferramenta de marketing. Por exemplo, em 2011, ocorreu a estreia do “Bandeira“, uma aeronave especial com a bandeira do Brasil estampada na fuselagem. Ainda em 2011, uma aeronave da empresa com o objetivo de levar uma mensagem de um mundo mais sustentável, teve a fuselagem pintada na cor verde (escolhida para representar diversas mensagens de sustentabilidade), pois nesse período a Azul testava o biocombustível, um combustível menos poluente para o meio ambiente. Já em 2020, em parceria com a Coral (conheça essa outra história aqui) e a Embraer, a Azul começou a operar um Embraer 195 E2 com a pintura mais complexa e colorida já produzido no país, com 58 cores - 28 delas desenvolvidas só para esse projeto. Essa aeronave traz seis ararinhas-azuis e alguns ícones simbólicos da flora nacional, num desenho idealizado pelo grafiteiro paulista Pardal.
  

Mais recentemente, em 2021, a Azul apresentou o primeiro avião exclusivo dedicado aos personagens da Disney (conheça essa outra história aqui), com pinturas inspiradas em personagens clássicos como Mickey, Minnie, Margarida, Pato Donald (estes três acrescentados a frota em 2022) e Pateta (estreou em 2023). Batizada de “A Frota Mais Mágica do Mundo”, essa esquadrilha tem a missão de trazer, além de diversão, mais desejo de conhecer os parques dessa divertida turma e aumentar demanda por viagens para Orlando (o destino número um em vendas da Azul Viagens, operadora de turismo da empresa). Com isso, a Azul e o Walt Disney World Resort estão ainda mais presentes na mente dos clientes quando o assunto é viagem e diversão.
  

A rota mais longa da Azul, em território nacional, é a que faz a conexão entre Campinas (SP) e Boa Vista (RR). O voo neste trajeto percorre uma distância de 3.162 quilômetros, em 4h35. Por outro lado, a rota mais curta da Azul, curiosamente, fica entre dois aeroportos localizados na mesma cidade. Trata-se da rota entre o Distrito de Monte Dourado, parte do município de Almeirim e o próprio aeroporto da cidade de Almeirim, no Pará, que ficam a uma distância de 65 quilômetros. O voo é operado por uma aeronave Cessna Grand Caravan, com capacidade para 9 passageiros, que leva cerca de 25 minutos para fazer o trajeto.
  

Tudo rosa na Azul 
Há mais de 13 anos a Azul organiza e apoia inúmeras ações para conscientizar sobre a prevenção do câncer de mama. Com o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, a Azul ajuda a espalhar informação e orientação por todo o país sobre o tema, incluindo pinturas temáticas em alguns de seus aviões. A companhia também promove a conscientização sobre a doença através de campanhas internas, externas e, até, a bordo de suas aeronaves (speeches em que as Vitoriosas da Azul, tripulantes que venceram a doença, dão seus depoimentos e dividem sua experiência como incentivo para outras mulheres que passam pela situação atualmente). Porque sabe que quem se cuida, voa mais longe, como diz o lema da campanha. Uma curiosidade: o movimento Outubro Rosa teve início em 1997 na Califórnia e mobilizou o mundo com o objetivo de conscientizar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
   

E esta nobre e louvável ação começou no ano de 2010, quando a companhia aérea lançou um avião rosa em parceria com a Embraer e a Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama). Uma aeronave Embraer 195, batizada de “Azul e Rosa”, foi pintada de rosa para simbolizar a luta contra o câncer de mama, incentivando o diagnóstico precoce da doença que vitima milhares de mulheres no Brasil. O avião era comandado por uma tripulação só de mulheres (três comissárias, piloto e copiloto), que vestiam três tipos de uniformes diferentes, todos com a cor da campanha. Desde então, em todo mês de outubro, algumas aeronaves da Azul colorem o céu de rosa para chamar a atenção desta causa.
  

Além disso, em 2017 a companhia aérea criou o projeto Conexão Azul Rosa, resultado de uma bem-sucedida parceria com o Hospital de Amor (também conhecido como Hospital de Câncer de Barretos). Esse projeto transporta mulheres que estão em tratamento de câncer de mama e seus acompanhantes até o Hospital de Amor, localizado na cidade de Barretos, no interior paulista. A Azul também desenvolve produtos exclusivos para a campanha do Outubro Rosa. O lucro das vendas é destinado ao Hospital de Amor.
  

O nome e o logotipo 
A nova companhia aérea começou a inovar mesmo antes de entrar em operação. Para a escolha do nome foi lançada em março de 2008, a promoção “Você Escolhe”. Através dessa promoção, que contou com mais de 108 mil cadastros e 157.528 votos, os internautas sugeriram vários nomes e a escolha ocorreu em duas fases: a primeira de caráter sugestivo e a segunda por meio de votação a partir dos 10 nomes mais frequentes. Além de Azul, os outros nomes mais votados foram Samba, Abraço, Alegria, Brasileira, Céu, Mais, Nossa, Pátria e Viva. A disputa ficou entre Samba e Azul. Ao final, o grupo de executivos liderado por David Neeleman escolheu Azul - Linhas Aéreas Brasileiras. A competição foi tão acirrada entre as opções que a empresa decidiu premiar com um passe vitalício tanto o internauta que enviou pela primeira vez o nome “Azul” (João Souza Dias Garcia), quanto o que primeiro sugeriu “Samba” (Vitor Buzzone de Souza Varejão). Ambos viajarão de graça, com um acompanhante, pelo resto de suas vidas, nos jatos da companhia aérea.
  

Depois da escolha do nome veio o desenvolvimento da marca e da identidade corporativa. A marca da Azul é a representação de forma estilizada do mapa brasileiro, através de uma livre interpretação dos estados que compõem a república. O conjunto da marca mostra a imagem de um Brasil moderno, unido, exuberante, através da aplicação de uma cor-símbolo para cada um dos 26 estados da União. As cores predominantes da identidade corporativa eram distintos tons de azul, das aeronaves aos uniformes, dos materiais impressos ao site, o azul do céu era presença dominante, em contraponto ao mapa colorido. A aplicação da marca nas aeronaves foi com a cor azul em um tom mais escuro na parte inferior da fuselagem, para valorizar a esguia silhueta do Embraer 195. A parte superior na cor branca para facilitar a manutenção e diminuir a temperatura interna da aeronave. O destaque do mapa na cauda valorizava a logomarca, ponto focal da imagem corporativa. Além disso, os aviões tinham faixas auxiliares em cores distintas, aplicadas na fuselagem, de maneira a criar um diferencial para cada aeronave.
  

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. Após a fusão com a TRIP Linhas Aéreas, a empresa, que resolveu manter apenas a marca Azul, apresentou no mês de agosto de 2012 uma nova identidade visual, trazendo elementos que preservaram o legado da TRIP (que deixou de existir) em seu novo logotipo. A letra U na palavra Azul passou a ser grafada em tom diferente das letras A, Z e L, lembrando o logotipo da TRIP, em que a letra I era grafada em tonalidade distinta. Outra mudança foi a retirada da expressão “Linhas Aéreas Brasileiras”. Esse logotipo passaria por uma pequena mudança anos depois, na qual o nome da marca ganhou uma única cor (azul-marinho).
  

Os slogans 
O Céu é Azul. (2022) 
Onde os sonhos voam. (2019) 
Unida com você. (2013) 
Azul. Você lá em cima. (2011) 
Tudo novo. Tudo Azul. (2008)
  

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 15 de dezembro de 2008 
● Fundador: David Neeleman 
● Sede mundial: Barueri, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Azul S.A. 
● Capital aberto: Sim (2017) 
● Chairman: David Neeleman 
● CEO: John Rodgerson 
● Faturamento: R$ 15.9 bilhões (2022) 
● Lucro: - R$ 722 milhões (2022) 
● Valor de mercado: R$ 938 milhões (outubro/2023) 
● Frota: 181 aviões 
● Destinos: 160 
● Passageiros transportados: 27 milhões (2022) 
● Presença global: 6 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 14.000 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Latam, Gol, VoePass, Copa Airlines, American Airlines, United Airlines e Delta Air Lines 
● Ícones: O serviço de bordo 
● Slogan: O Céu é Azul. 
● Website: www.voeazul.com.br

A marca no mundo 
Atualmente a companhia aérea Azul mantém uma moderna frota de 181 aeronaves que servem mais de 150 destinos no território nacional, mais 7 internacionais (Orlando, Fort Lauderdale, Montevidéu, Punta Del Este, Lisboa, Curaçao e Paris), resultando em uma malha de mais de 300 rotas, e que operam diariamente mais de 900 voos. Como a única companhia aérea em aproximadamente 80% de suas rotas, a Azul é líder em mais de 100 cidades brasileiras em termos de decolagens. A companhia aérea brasileira com maior número de decolagens e cidades atendidas, transportou mais de 27 milhões de passageiros em 2022, o que resulta em 29% de participação no mercado doméstico. A empresa, que possui mais de 14 mil tripulantes e taxa de ocupação de 79,9%, ainda tem o programa de fidelidade TudoAzul, um ativo estratégico e forte gerador de receita, com mais de 15 milhões de membros. Além disso, a empresa, que mantém também uma divisão cargueira, tem mais de 50 lojas da Azul Viagens, operadora de turismo da companhia aérea, com forte presença no interior paulista e que oferece grande variedade de roteiros e pacotes turísticos, uma vez que seus pacotes de viagem contam com voos operados pela Azul. 

Você sabia? 
Em toda sua história, a companhia aérea Azul não teve nenhum acidente com fatalidade, apenas incidentes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Veja, Isto é Dinheiro e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Estadão e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo Marketing), Jetsite, Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 


Última atualização em 18/10/2023 

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3.9.06

TAP AIR PORTUGAL


A TAP Air Portugal procura continuamente proporcionar aos seus milhões de passageiros as melhores e mais fáceis soluções para suas viagens, agregando cada vez mais valor aos produtos e serviços que lhes oferece. Passo a passo, reafirma o compromisso com o futuro, ligando pessoas, economias e comunidades, e firmando-se cada vez mais como a maior exportadora nacional e promotora do país lusitano no mundo. Transmitindo uma forte ligação de Portugal ao mundo e do mundo a Portugal, a TAP desperta em cada viajante a curiosidade tipicamente portuguesa.

A história

Tudo começou exatamente no dia 14 de março de 1945, quando um decreto assinado pelo então Secretário da Aviação Civil, Humberto Delgado, deu origem a uma nova companhia aérea, batizada de Transportes Aéreos Portugueses, e conhecida pela sigla TAP. Inicialmente a nova companhia aérea era uma divisão do Departamento de Aviação Civil do Governo Português e foi oficialmente fundada pelo próprio Humberto Delgado com a ajuda do primeiro tenente aviador Joaquim Trindade dos Santos, e dos pilotos Luís Tedeschi Bettencourt e Benjamim Fernando Fonseca de Almeida. Mas foi somente no dia 19 de setembro de 1946 que seus primeiros aviões, do modelo Dakota DC-3 com capacidade para 21 passageiros, foram colocados em operação, dando início assim a primeira rota comercial com voos conectando as cidades de Lisboa e Madri, e até o final ano, em dezembro, também para a cidade angolana de Luanda e moçambicana de Lourenço Marques (atual Maputo), na então chamada “Linha Aérea Imperial”. Este voo era realizado com nada menos do que 12 escalas e 15 dias de duração (ida e volta).
   

Já a primeira linha doméstica da companhia, entre as cidades de Lisboa e Porto, seria inaugurada em 1947. No ano seguinte, a TAP passou a voar também para as cidades de Paris e Sevilha e, em 1949, para Londres. Como todas as companhias aéreas, a TAP enfrentou tempos difíceis durante a Segunda Guerra Mundial. Após o término do conflito mundial e com o desenvolvimento e demanda da aviação comercial, em 1953 a TAP inaugura duas novas rotas internacionais: Casablanca e Tânger, ambas em Marrocos. A partir de 1955 a rota “Linha Aérea Imperial” passou a ser operada com aeronaves quadrimotores Super Constellation, dos quais a TAP mantinha em sua frota um total de seis unidades, diminuindo assim o tempo de viagem e proporcionando mais conforto aos passageiros. No ano de 1961, a TAP inaugurou o chamado “Voo da Amizade”, entre Lisboa e o Rio de Janeiro. Em 1962, a TAP ingressaria na era do jato, com o recebimento do primeiro Caravelle, ainda que meses antes tenha realizado voos com um Comet 4B em cooperação com a BEA. Os Caravelle foram operados principalmente em rotas europeias, especialmente para Genebra, Munique e Frankfurt, e no ano seguinte passaram também a servir as rotas para o continente africano.
   

Já em 1964, a empresa transportaria seu milionésimo passageiro depois de 18 anos de sua fundação. No ano seguinte foi posto em operação o primeiro Boeing 707, utilizado em rotas para o continente africano, posteriormente estendida também para Johannesburg, na África do Sul. Com este modelo a TAP iniciaria voos regulares com aeronaves a jato para o Brasil (Rio de Janeiro), em junho de 1966. Ainda nesse ano foi inaugurada a linha para Nova York. Em março de 1967 foi entregue o primeiro Boeing 727-100 e a TAP se tornou a primeira companhia aérea europeia que passou a ter uma frota totalmente composta por jatos. Em 1971 a TAP muda seu hub para o Aeroporto Internacional de Lisboa e acrescenta novos destinos a sua malha aérea, como Boston e Montreal. Com a crescente expansão de suas rotas internacionais, os dois primeiros Boeing 747-200 - conhecidos como Jumbo - foram entregues em 1972. No final desta década, a companhia aérea operava uma frota de 32 aviões modernos que serviam mais de 40 destinos em quatro continentes.
   

No início da próxima década, além de adicionar Barcelona como novo destino, criar a classe executiva em suas aeronaves, admitir a primeira mulher piloto (Teresa Carvalho), a TAP lançou em 1981 a revista de bordo Atlantis. Esta revista esteve disponível a bordo de qualquer avião da companhia durante 16 anos e levava o melhor de Portugal para o mundo. A revista seria substituída em 2007 pela UP!, uma nova revista de bordo que mantinhas reportagens focadas no melhor que se faz em Portugal e levando os clientes a viajar por lugares inesquecíveis antes de pousar.
  

De 1983 em diante foi realizada a primeira modernização de sua frota, com o recebimentos das primeiras aeronaves Boeing 737-200 e Lockheed L-1011-500. Em 1984, a TAP ampliou seus serviços com a criação da operadora turística Air Portugal Tours e, em 1985, com a inauguração do Museu TAP, um espaço que contava a rica história da companhia aérea portuguesa. No final desta década, a TAP recebeu seu primeiro avião da Airbus (conheça essa outra história aqui), um A310-300. Seria o início de uma nova era na empresa, que culminaria com uma frota composta totalmente por aeronaves do consórcio europeu. A TAP iniciou os anos de 1990 transportando pela primeira vez em um ano mais de 3 milhões de passageiros. Atenta às necessidades dos portugueses, a companhia aérea lançou em 1996 o seu site na internet, disponibilizando nele vários tipos de serviços e agilizando o atendimento. Em 1997, a empresa inovou ao instalar um simulador de voo Airbus para treinamentos de seus pilotos e criou a tecnologia dos tíquetes eletrônicos para voos domésticos.


Fundada como empresa estatal, privatizada em 1953, novamente estatizada em 1975, foi privatizada mais uma vez em 1993, ao final de um conturbado e lento processo. Em 2001, ano em que transportou mais de cinco milhões de passageiros, a TAP estendeu os conhecidos “voos azuis” (nos quais são proibido fumar) a todas as rotas. Ainda em 2001 a TAP passou a ser a companhia aérea europeia com presença mais marcante no mercado brasileiro. Atualmente a companhia aérea portuguesa oferece voos diretos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife e Salvador, para Lisboa, além de conectar a cidade do Porto a São Paulo e ao Rio de Janeiro. São 11 cidades servidas no Brasil (13 rotas) e mais de 80 frequências semanais. E já anunciou reforço de voos em 2024, onde serão 91 por semana, uma média de 13 por dia, reafirmando a TAP como a mais importante companhia aérea internacional a ligar o Brasil à Europa. A TAP é atualmente considerada a quarta maior companhia aérea em operações ao Brasil, com 1.6 milhões de passageiros transportados de e para o país em 2022.
   

A TAP celebrou seu 60º aniversário no dia 14 de março de 2005, data em que passou também a integrar a Star Alliance, a maior aliança global de companhias aéreas, em uma demonstração pela excelência de seus serviços. Esse ano ainda foi marcado pelo lançamento do novo programa de passageiro frequente chamado TAP Victoria (relançado em 2018 com o nome de TAP Miles&Go), que oferece vantagens únicas pelas milhas acumuladas. Em um movimento ousado, no ano de 2007, a TAP adquiriu a companhia aérea Portugália Airlines (atualmente TAP Express), considerada durante 5 anos consecutivos a melhor companhia aérea regional da Europa. A partir de 2008, a emissão de bilhetes passa a ser 100% em formato eletrônico.
   

Pouco depois, em 2009, ampliou sua malha de rotas ao inaugurar voos para as cidades de Moscou, Helsinki e Varsóvia. Acompanhando a evolução do mercado, nos anos seguintes a TAP redesenhou a sua estratégia comercial e lançou novos produtos destinados a diferentes público-alvo. Em 2015, após um longo processo, a TAP teve 61% do seu capital vendido para um consórcio formado pelos empresários Humberto Pedrosa e David Neeleman, este último fundador da Azul (conheça essa outra história aqui) e JetBlue (saiba mais aqui). No mesmo ano, um novo governo socialista português decidiu retomar controle da empresa e aos poucos adquiriu a participação dos sócios privados. Em 2016, a TAP adicionou à suas rotas a lucrativa e concorrida Ponte Aérea Porto-Lisboa, que hoje adota a mesma política de frequências, flexibilidade e conforto oferecida nas Pontes Aéreas Funchal-Lisboa e Madri-Lisboa. Em 2017, a companhia aérea voltou a usar o nome TAP Air Portugal. Com as novas e modernas aeronaves A330neo e A321LR e como grande aposta, a TAP resolveu cruzar o Atlântico e adicionar em 2018 rotas para os Estados Unidos. Hoje, são nove os destinos servidos e mais de 150 voos por semana, nos Estados Unidos e também no Canadá. No ano seguinte, a TAP alcançou um feito e tanto ao transportar 17.05 milhões de passageiros.
   

Em 2020 (ano atípico devido à pandemia causada pela COVID-19) a TAP enfrentou dificuldades, assim como todo setor aéreo. A TAP manteve suas operações operando voos repatriando portugueses e transportando toneladas de carga médica e humanitária. E isto culminou com o Estado Português assumindo 100% do capital da companhia, depois que seus problemas econômicos se acentuaram em virtude da pandemia. Mesmo assim, a atividade em 2021 mostrou uma recuperação significativa, mas foi ainda impactada pela pandemia. E não foi o suficiente diante dos enorme prejuízos. Com isso, a Comissão Europeia anunciou a aprovação do plano de reestruturação da companhia aérea TAP Air Portugal, juntamente com um auxílio de €2.55 bilhões do Estado português, seu principal acionista.
  

Mesmo com todas as dificuldades desses anos, a TAP nunca se descuidou de seus produtos e servições ofertados e, em 2022, foi mais uma vez premiada no World Travel Awards como “Companhia Aérea Europeia Líder para a África e para a América do Sul”. E em 2023, foi classificada pela AirlineRatings.com como a terceira melhor Companhia aérea da Europa e a 13ª melhor do mundo. Além disso, para responder à crescente procura por viagens entre Paris e Lisboa e proporcionar aos seus passageiros um serviço de excelência, a TAP lançou a “Ponte Aérea” com oito voos diários entre as duas capitais. Nesses últimos anos, a TAP tem consolidado o seu reposicionamento em alguns dos seus principais mercados, nomeadamente África, América do Norte e América do Sul. Afinal, é a companhia aérea portuguesa líder entre a Europa e o Brasil e tem apostado fortemente nas ligações com os Estados Unidos e o Canadá.
  

A moderna frota 
Atualmente a TAP é proprietária de uma das mais modernas e jovens frotas aéreas da Europa, com a idade média de 8 anos. Aviões modernos e eficientes, que valorizam o conforto e os ganhos em eficiência operacional, são os cartões de visita da TAP no mundo. A frota é composta por aproximadamente 100 aeronaves, principalmente os modelos A330neo (sendo a primeira companhia aérea a voar com este modelo no mundo), A321neo e A320neo, para voos de médio e de longo curso. Já o A321neo Long Range é a joia da coroa. Um avião Narrow Body que consegue voar distâncias de longo curso e atravessar o Atlântico, tirando vantagem da localização privilegiada do Hub da empresa, em Lisboa. A TAP ainda possui aeronaves A330-200, A321-200, A320-200 e A319-100. Essa frota inclui a TAP Express, companhia aérea regional que opera em voos de curto e médio curso, com aviões Embraer 190 e 195.
   

A TAP tem como missão a sustentabilidade e inovação em sua frota. Por exemplo, em 2016, foi a primeira companhia europeia a instalar a tecnologia sharklet - dispositivos na ponta da asa que permitem aumentar a eficiência e reduzir as emissões de CO2. Já em 2022, foi a primeira a operar um voo em Portugal com combustível SAF (Sustainable Aviation Fuel) a bordo.
  

A evolução visual

A identidade visual da TAP passou por inúmeras alterações ao longo de sua história. O logotipo original da marca já continha a sigla TAP, abreviação de Transportes Aéreos Portugueses. A primeira remodelação ocorreu em 1947, quando o logotipo foi radicalmente alterado. Mas não durou muito. Isto porque em 1953, a companhia aérea apresentou uma nova identidade visual que voltou a dar destaque para o nome TAP, agora em vermelho. Em 1979 ocorreu uma remodelação mais radical com a adoção do nome TAP Air Portugal, com a sigla TAP em vermelho e com um novo design, posicionada à esquerda, e a frase Air Portugal em preto.
   

No mês de fevereiro de 2005 a companhia aérea passou por outra grande reformulação visual, adotando a designação TAP Portugal e introduzindo seu novo logotipo, muito mais colorido e moderno, e que caracterizava-se sobretudo pela sobreposição das três letras (TAP), destacando-se os tons verdes e vermelhos (cores da bandeira portuguesa). A companhia aérea nacional portuguesa desejava transmitir com isto um rejuvenescimento de sua marca, de modo a reforçar seu posicionamento e sua conotação com o país de origem. Em agosto de 2017, o logotipo foi apenas modernizado, pois a companhia aérea voltou a utilizar o nome TAP Air Portugal.
  

Os slogans 
Abraça o Mundo. (2023) 
Embrace the world. (2023) 
Quando a TAP descola, descola Portugal. (2019) 
Viagens top só com preços TAP. (2016) 
TAP, de braços abertos. (2011) 
TAP Voa mais alto. (2005) 
Flying the world your way. (1990)



Dados corporativos

● Origem: Portugal 

● Fundação: 14 de março de 1945

● Fundador: Humberto Delgado

● Sede mundial: Lisboa, Portugal

● Proprietário da marca: Transportes Aéreos Portugueses S.A.

● Capital aberto: Não

● CEO: Luís Rodrigues

● Faturamento: €3.48 bilhões (2022)

● Lucro: €65.6 milhões (2022)

● Frota: 98
● Destinos: 90

● Passageiros transportados: 13.8 milhões (2022)

● Presença global: 36 países

● Presença no Brasil: Sim

● Funcionários: 11.000

● Segmento: Aviação

● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Iberia, Lufthansa, Air France, KLM, British Airways, Austrian Airlines, Brussels Airlines, ITA Airways, Finnair, EasyJet e Ryanair
● Slogan: Abraça o Mundo.

● Website: www.flytap.com

A marca no mundo

Atualmente a TAP - maior companhia aérea portuguesa - voa para aproximadamente 90 destinos em mais de 35 países da África, Europa, Oriente Médio, América do Norte e do Sul, região em que se destaca como a transportadora europeia líder de operação para o Brasil, além dos voos domésticos. A companhia aérea transporta mais de 13.8 milhões de pessoas por ano (dados de 2022), opera uma frota de 98 aeronaves (incluindo 20 aviões da TAP Express), realiza mais de 2.500 voos semanais, possui mais de 6 milhões de clientes no programa de fidelidade TAP Miles&Go e emprega 11 mil funcionários. A TAP possui seu hub principal de operações no Aeroporto Internacional Humberto Delgado em Lisboa, plataforma privilegiada de acesso à Europa e posição estratégica em relação à África, América do Norte, Central e do Sul. A divisão cargueira - conhecida como TAP AIR CARGO - opera voos para mais de 22 destinos e transportou mais de 93 mil toneladas em 2022. 

Você sabia?

Cada avião da TAP é batizado com o nome de uma grande e influente personalidade portuguesa, como por exemplo, Fernando Pessoa (poeta e dramaturgo), D. Maria I (a primeira rainha reinante de Portugal), Marquês de Pombal (nobre que reconstruiu Lisboa) ou Amélia Rey Colaço (uma das mais famosas atrizes de teatro do século XX). 
Em 1989, a TAP inaugurou os primeiros “voos azuis” (nos quais era proibido fumar). 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem e Estadão), canais de TV (RTP), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 27/10/2023 

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