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24.3.25

SWISS INTERNATIONAL


Hospitalidade, pontualidade e segurança suíça nos ares. Foi desta maneira que a SWISS International Air Lines conquistou milhões de passageiros com voos e serviços excelentes da suíça para o mundo e do mundo para a suíça. Afinal, há mais de duas décadas a companhia aérea mantém a Suíça conectada com o mundo, aproximando as pessoas e dando uma contribuição vital para promover o país como um lugar atraente para visitar e fazer negócios. 

A história
A história da SWISS International Air Lines tem suas origens no final de 2001 com a falência da antiga companhia aérea Swissair, cujos primeiros voos regulares foram iniciados em abril de 1932, na rota Zurique-Munique-Viena. Precisando de uma nova companhia aérea nacional, a Crossair - que era a subsidiária regional da Swissair antes do colapso - entrou em cena e assumiu os ativos que a falida companhia aérea havia deixado para trás. Com isso, capitaneada pelos executivos Andre Dosé e Pieter Bouws, surgiu a SWISS International Air Lines, com uma frota inicial de 130 aeronaves, ocupando o lugar deixado pela Swissair como companhia aérea de bandeira Suíça. O primeiro voo da nova companhia aérea - com 65 passageiros - foi realizado no dia 31 de março de 2002, entre as cidades de Zurique e Basiléia, esta localizada na tríplice fronteira entre a Suíça, Alemanha e França. Até julho deste ano, a nova companhia aérea já tinha transportado 5.2 milhões de passageiros, com uma taxa média de ocupação de assentos de 66%.


Apesar disso, o início da SWISS foi conturbado. Afinal, a nova companhia aérea entrou em operação seis meses depois dos terríveis atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, que impactaram fortemente o setor aéreo em todo o mundo, em especial, a segurança, o que elevava ainda mais os custos. Além disso, nos primeiros três anos houve enorme dificuldade por conta dos preços elevados dos combustíveis, o que a forçou a SWISS a reduzir seu tamanho para sobreviver, incluindo a diminuição da frota de aeronaves - inicialmente super dimensionada -, juntamente com a força de trabalho. E não parou por aí. Destinos foram cortados, ajustando sua malha aérea de acordo com a demanda. Mesmo assim, a nova companhia aérea parecia não ter condições e fôlego financeiro para sobreviver sozinha em um segmento extremamente competitivo.
   

O que parecia uma história fadada ao fracasso e com incertezas sobre sua viabilidade - segundo os analistas do setor - foi salva pela alemã Lufthansa (conheça essa outra história aqui), que adquiriu participação na empresa em março de 2005 (sendo o início de uma aquisição gradual que eventualmente integraria a SWISS totalmente à empresa), o que garantiu robustez financeira já nos primeiros meses pós-acordo, além de coordenar serviços, horários e frequências. Com isso, já no ano seguinte, a SWISS passou a ser membro da Star Alliance, maior aliança de companhias aéreas do mundo. E nos anos seguintes, começou a operar rotas de curto e longo alcances, a partir de Zurique e Genebra (GVA). Em 2007 a cidade de Nova Déli se tornou o primeiro novo destino intercontinental a ser adicionado à rede de rotas da SWISS desde sua fundação. Seguiram-se Xangai (2008), San Francisco (2010), Pequim (2012) e Cingapura (2013), todos pontos-chave para a Suíça e servidos com voos diretos e excelência nos serviços.


Nos anos seguintes, bilhões de dólares foram investidos na aquisição de aeronaves mais avançadas e eficientes em termos de combustível, expandindo substancialmente sua malha de rotas - especialmente na Europa - e aprimorando ainda mais seu produto premium na forma de novos lounges e cabines de aeronaves. Além disso, a SWISS passou a introduzir novos produtos projetados para melhorar a experiência de viagem aérea para pessoas que sofrem com alergias: alimentos e bebidas alternativas (sem lactose e glúten). Em 2019 a SWISS transportou mais de 18 milhões de passageiros com pontualidade e segurança aos seus destinos, após anos de escalada. Esse ano também foi marcado pelo recebimento do primeiro Airbus A340, que decolou para Tóquio, após amplas atualizações a bordo em todas as três classes de viagem.


Mas então veio a pandemia da COVID-19 e arrastou toda a indústria da aviação e a SWISS para a maior crise de sua história. A SWISS foi mergulhada em uma turbulência severa nos dois anos seguintes. Mas mesmo neste período desafiador, continuou a ter sucesso em conectar a Suíça ao mundo, graças ao enorme comprometimento da equipe junto com seus parceiros. Um exemplo deste comprometimento: entre o início da pandemia em março de 2020 e fevereiro de 2022, a divisão de frete aéreo - Swiss WorldCargo - realizou 2.650 voos de carga que transportaram mais de 69.300 toneladas e forneceu à Suíça, além de muitos produtos, suprimentos médicos urgentemente necessários, como máscaras faciais e vacinas. Com o fim da pandemia, a SWISS readequou sua malha aérea à nova demanda de mercado, iniciou uma renovação de sua frota.


Além disso, continuou introduzindo produtos e serviços inovadores. Como por exemplo, o SWISS Senses, uma nova experiência em voos de longa duração, cujo compromisso central é oferecer um serviço excepcional e conforto personalizado. Da cabine recém-desenhada à uma ampla gama de novos produtos e serviços, os clientes podem esperar uma experiência a bordo completamente nova. As cores da Suíça, a natureza, a diversidade e a arquitetura exclusivas do país, inspiraram o design das novas ambientações de cabines. Pela primeira vez, a SWISS oferece um conceito de suíte no SWISS First e em partes da SWISS Business. O que incluiu um novo conceito de iluminação - chamado “Human Centric Lighting” (Iluminação centrada no ser humano) - que ajuda passageiros a sentirem menos os efeitos do jet lag; e um novo sistema de entretenimento a bordo de última geração, com telas maiores e a possibilidade de conectar seus próprios dispositivos.


A SWISS é atualmente uma das melhores companhias aéreas do mundo, classificada como 4 estrelas pelo ranking da consultoria Skytrax e também uma das mais saudáveis financeiramente. A SWISS também melhorou a experiência de viagem de seus passageiros ao introduzir internet gratuita para o uso de serviços de mensagens instantâneas em todos os voos de longa distância. O novo serviço está disponível em todas as classes de viagem durante todo o voo e com dados ilimitados. Um marco importante para a SWISS em 2025 é a chegada do seu primeiro Airbus A350, um passo significativo nos esforços de modernização da frota da companhia aérea suíça. A nova aeronave (imagem abaixo) apresenta um design lúdico e criativo, que por meio de ilustrações distintas captura aspectos únicos da cultura suíça, contando a história dos lugares, pessoas e herança do país.


A evolução visual
A identidade visual da marca passou por apenas uma atualização ao longo dos anos. Isto aconteceu em 2011, quando a identidade visual da marca foi simplificada, apresentado - na tradicional cor vermelha - o nome “Swiss” e um símbolo que representa a cauda das aeronaves com a reconhecida Cruz Suíça, tão associada ao país. O novo logotipo permitiu que a SWISS fosse imediatamente reconhecida como “a companhia aérea da Suíça”, mesmo de longe.


Os slogans
Swiss all the way. (2024)
Made of Switzerland. (2016) 
Our sign is a promise. (2011) 
Innovation, Swiss made. (2009) 
Your flight, Swiss made. (2008) 
Connections, Swiss made. (2008) 
Comfort, Swiss made. (2007) 
Destination Excellence. (2002)


Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Fundação: 31 de março de 2002 
● Fundador: André Dosé e Pieter Bouw 
● Sede mundial: Zurique, Suíça 
● Proprietário da marca: Swiss International Air Lines AG 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Deutsche Lufthansa AG) 
● Chairman: Reto Francioni 
● CEO: Jens Fehlinger 
● Faturamento: €5.84 bilhões (2024) 
● Lucro: €713 milhões (2024) 
● Frota: 91 
● Destinos: 120 
● Passageiros transportados: 18.000.000 (2024) 
● Presença global: 67 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 10.800 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Passagens áreas e transporte de carga 
● Concorrentes diretos: British Airways, Air France, Iberia, Turkish Airlines, TAP, KLM, Austrian Airlines, United Airlines, American Airlines, Delta Air Lines, Virgin Atlantic e Scandinavian Airlines 
● Slogan: Swiss all the way. 

A marca no mundo 
Atualmente a SWISS voa para 120 destinos em 67 países - da Europa, África, Oriente Médio, Ásia, América do Norte e América do Sul - através de uma moderna e diversificada frota composta por 91 aeronaves. Com mais de 10 mil funcionários e faturamento anual de €5.84 bilhões (dados de 2024), a companhia aérea suíça transporta aproximadamente 18 milhões de passageiros todos os anos, através de mais de 142.000 voos (pousos e decolagens). 


Você sabia? 
Até 2022, quando completou 20 anos de fundação, a SWISS realizou 2.8 milhões de voos em uma distância total de 3.8 bilhões de quilômetros. Esses voos transportaram quase 266 milhões de passageiros - cerca de 40 vezes a população da Suíça - e 5.6 milhões de toneladas de carga, o equivalente em peso a cerca de 560 Torres Eiffel. 
Hoje em dia a SWISS transporta mais passageiros e carga do que qualquer companhia aérea suíça já transportou no passado. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (The New York Times e Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).  


Última atualização em 24/3/2025 

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9.2.23

WESTJET


Desde seu primeiro voo há mais de 25 anos atrás, a companhia aérea canadense WestJet busca constantemente enriquecer a experiência de voar, oferecendo viagens seguras, amigáveis e acessíveis. E tudo isso somado a uma das culturas corporativas mais admiradas e respeitadas do segmento da aviação comercial. Hoje, enquanto voa para mais de 110 destinos, a WestJet permanece fiel aos seus princípios e continua incessantemente oferecendo os mais altos padrões de serviço e experiências, mesmo atuando no segmento low-cost. 

A história 
A empresa foi criada no dia 27 de junho de 1994 pelo inglês Clive Beddoe (imagem abaixo) e mais três empresários de Calgary, além do investidor brasileiro David Neelman, este último também seria fundador da companhia aérea JetBlue Airways (saiba mais aqui) e da brasileira Azul Linhas Aéreas (conheça essa outra história aqui). A empresa surgiu com a intenção de importar para o mercado canadense o modelo low-cost (de baixas tarifas), implantado com sucesso pela Southwest Airlines (conheça essa história aqui) nos Estados Unidos. A compra dos três primeiros Boeing 737-200, usados, e uma segunda rodada de investimentos possibilitou a captação de recursos suficientes para o início das operações da companhia aérea, batizada de WestJet Airlines, pois inicialmente suas rotas originais estariam todas localizadas no oeste (“western”, em inglês) do Canadá.
   

A WestJet iniciou oficialmente suas operações no dia 29 de fevereiro de 1996 com 225 colaboradores (chamados carinhosamente pela empresa de WestJetters) e 3 aeronaves que atendiam 5 destinos em território canadense, com voos para as cidades de Vancouver, Kelowna, Calgary, Edmonton e Winnipeg. No mesmo ano, adicionou novas rotas para Victoria, Regina e Saskatoon à sua lista de destinos. Atitude amigável para priorizar o cliente, preços acessíveis e excelentes serviços causaram uma boa primeira impressão aos canadenses, o que permitiu um segundo ano de negócios favorável para a nova companhia aérea. Além disso, a empresa canadense se tornou uma opção barata em relação às tradicionais companhias de alto custo que cruzavam os aeroportos do país. Com isso, em 1998 a WestJet já havia transportado mais de 3 milhões de passageiros.
   

A WestJet deu um grande passo em julho de 1999 com sua primeira oferta pública de ações (IPO em inglês), o que lhe forneceu o capital necessário para uma nova fase de expansão, através da compra de novas aeronaves e a construção de uma nova sede. O ano ainda foi marcado por reestruturação e mudanças sem precedentes no setor de aviação canadense. Com isso, a WestJet aproveitou a oportunidade para expandir os serviços além de sua rede original e, em dezembro, anunciou que paulatinamente ofereceria serviços de baixo custo em todo território canadense. Como resultado, entre os meses de março e junho de 2000, a WestJet começou a atender o leste do Canadá, incluindo em sua malha aérea as cidades de Hamilton, Moncton e Ottawa.
  

O ano de 2001 testou toda a indústria da aviação comercial. Após os atentados terroristas de 11 de setembro, era fundamental voltar a cuidar de seus passageiros o mais rápido possível. E a WestJet foi primeira companhia aérea canadense a voar novamente e trabalhar diligentemente para garantir que a transição para um espaço aéreo mais seguro não impedisse o conforto e a segurança de seus clientes. Ainda em 2001, além de ampliar suas rotas domésticas, a companhia aérea adquiriu quatro novos Boeing 737.
   

No ano seguinte, a WestJet adicionou novas rotas no mercado de viagens de negócios para destinos em Ontário, notavelmente Londres e Toronto. Com uma forte cultura corporativa e serviços excelentes, já em 2003 a WestJet ficou em segundo lugar entre as empresas mais respeitadas do Canadá, de acordo com uma pesquisa da Ipsos-Reid. Além disso, adicionou novas rotas para Halifax, Windsor, Montreal, Saint John e Gander, ampliando assim suas rotas domésticas. Também assinou acordo com a companhia aérea Air Transat para operar voos charter para o México e Caribe, populares destinos turísticos entre os canadenses.
  

Em 2004, a WestJet iniciou sua expansão internacional com a abertura de rotas para procurados destinos turísticos americanos, como por exemplo, Los Angeles, San Francisco, Phoenix, Fort Lauderdale, Tampa, Orlando e Nova York. Além disso, inovou nos serviços com estações de check-in para melhorar as opções de autoatendimento; com a introdução do programa de compras a bordo, que permitia adquirir alimentos durante os voos; e a disponibilização de TV ao vivo no encosto do assento em suas viagens. No ano seguinte inaugurou novas rotas para atender destinos como Palm Springs, San Diego, Fort Myers e Las Vegas, além de lançar duas rotas para o Havaí, conectando o Aeroporto Internacional de Vancouver as ensolaradas Honolulu e Maui.
   

Aproveitando o momento para explorar destinos turísticos populares entre os canadenses, a WestJet inaugurou em 2006 seu primeiro voo para o Caribe, especificamente Nassau. Este foi considerado um grande marco dentro da estratégia de destinos da empresa e foi uma meta vital para a futura presença no mercado internacional. No ano seguinte a companhia aérea anunciou sete novas rotas para a região, incluindo Santa Lúcia, Jamaica, República Dominicana, além do México. Além disso, a companhia aérea lançou a WestJet Vacations, agência de viagens que oferecia reserva fácil, acessível e confiável de pacotes de férias. A WestJet continuou inovando ao se tornar a primeira companhia aérea da América do Norte a oferecer convenientes cartões de embarque digitais, ainda em 2007. Com todo esse desenvolvimento, no final de 2009 a WestJet já representava aproximadamente 40% da participação de mercado nas rotas domésticas canadenses contra 55% da principal concorrente Air Canada (conheça essa outra história aqui), se consolidando como a segunda maior companhia aérea do país.
  

Com atenção especial aos serviços, em 2010 os comissários de bordo da WestJet foram considerados os melhores do setor em uma pesquisa com viajantes aéreos. Os dois fatores mais importantes mencionados foram uma atitude amigável e um excelente atendimento ao cliente. O ano também foi marcado pela inauguração de novas rotas para Santa Clara (Cuba), Nova Orleans e as ilhas Grand Cayman, elevando o total de destinos servidos pela companhia aérea para 71. Ainda jovem, em 2012 a WestJet celebrou a chegada de sua 100ª aeronave Boeing 737 de última geração. Este ano também foi marcado pelo lançamento da WestJet Encore, uma companhia aérea low-cost regional, que a partir de 2013 passaria a oferecer viagens aéreas acessíveis a mais pessoas em mais comunidades pequenas ou remotas do país através de aeronaves turboélice Bombardier Q400 NextGen. Pouco depois, em 2014, a WestJet realizou seu primeiro voo transatlântico com a introdução do serviço sazonal sem escalas para Dublin, na Irlanda.
    

O ano de 2015 foi marcado pela chegada de quatro aeronaves Boeing 767 à sua frota, aumentando assim sua capacidade operacional e que permitiria a WestJet operar voos regulares para Dublin, Glasgow e posteriormente Londres. Além disso, a companhia aérea lançou o WestJet Connect, sistema de entretenimento a bordo no qual os passageiros usam seus próprios dispositivos móveis e laptops para acessar gratuitamente a centenas de programas de TV e filmes. Em 2016, a WestJet completou 20 anos, redefinindo a indústria aérea do Canadá por meio de tarifas baixas, ótimo atendimento ao cliente e, claro, o bom-humor clássico da companhia aérea. Ainda este ano a companhia aérea inaugurou a rota para Londres (aeroporto de Gatwick), levando seu serviço de baixo custo e alto atendimento para a Terra da Rainha. O ano de 2017 foi marcado pelo recebimento da moderna aeronave Boeing 737 MAX 8 com baixo consumo de combustível. Essa maravilha da engenharia de última geração é 14% mais eficiente em termos de combustível do que a aeronave 737 Next-Generation atual, e também o membro mais silencioso da frota da WestJet.
  

Com a adição do novo Boeing 787-9 Dreamliner à sua frota em 2018, a WestJet inaugurou uma nova era e deu o próximo passo em sua transformação para uma companhia aérea de rede global. Com isso, a companhia aérea inaugurou a rota para Paris, uma das cidades mais visitadas do mundo. Em 2019, mais uma nova rota: Amsterdã na Holanda. Em março de 2020, como consequência da pandemia de COVID-19, a WestJet cancelou todos os voos internacionais temporariamente. A companhia também anunciou uma grande demissão de funcionários para se adequar à nova realidade e recebeu ajuda do governo canadense. Mas não parou de funcionar. Durante três meses, operou 28 voos de repatriação para 14 destinos diferentes em todo o mundo e devolveu com segurança mais de 4.000 canadenses para suas casas. Nesse período difícil, a empresa contou com a WestJet Cargo (seu braço cargueiro) para manter abertas as linhas críticas da cadeia de suprimentos doméstica, transportando tudo, desde perecíveis e produtos farmacêuticos até utensílios domésticos.
   

Com uma nova realidade no setor, em 2021 a promessa da marca de segurança acima de tudo foi reconhecida após ser nomeada uma das companhias aéreas mais seguras do mundo pelo segundo ano consecutivo pela airlineratings.com. O ano também foi marcado pelo aniversário de 25 anos da WestJet, com mais de 300 milhões de passageiros atendidos. Em 2022, o programa WestJet Cares for Kids completou 15 anos, celebrando mais de 100.000 voos doados a parceiros de caridade. Este ano também foi marcado pela apresentação dos novos uniformes de seus comissários, pilotos e colaboradores, e pela aquisição da concorrente Sunwing Airlines e de sua agência de viagens. E para 2023, a WestJet já anunciou suas mais nova rota, com voos diretos de Calgary para Tóquio a partir da primavera.
  

A frota 
Atualmente a WestJet possui uma moderna frota com mais de 110 aeronaves integralmente de modelos da Boeing (conheça essa história completa aqui), o que facilita os treinamentos e manutenções. E isto começou em 2005, quando a WestJet recebeu os primeiros Boeing 737-600 e Boeing 737-800. A partir daí a frota da companhia aérea começou a ser padronizada com aeronaves Boeing 737 Next Generation. O maior avião de sua frota é o Boeing 787-9, com capacidade para até 320 passageiros. Essas aeronaves são as únicas que oferecem a Business Class (classe executiva), com assentos camas, refeições sob demanda, bebidas alcoólicas e não alcoólicas incluídas. Em voos internacionais, ainda é fornecido um kit de amenidades.
  

Como resultado de uma parceria com a The Walt Disney Company (conheça essa outra história aqui), em dezembro de 2013 a WestJet adicionou a sua frota um Boeing Next-Generation 737-800 com pintura estilizada, com direito ao Mickey Mouse em seu papel de aprendiz de mago, que nas redes sociais começou a ser chamado de MagicPlane. Mas não era um avião qualquer. Pintado com 36 cores diferentes, a aeronave possuí cabines temáticas e até biscoitos com formatos de personagens Disney servidos durante os voos. O primeiro voo, claro, não poderia ser para outro lugar. A aeronave pousou em Orlando, onde está localizado o Walt Disney World. O sucesso foi tanto que, em 2015, um segundo Boeing 737 foi transformado por uma pintura enorme de Elsa, Anna e Olaf. O desenho, inclusive, contava com um pouco de glitter, assim a aeronave - batizada de “Frozen Plane” - iria brilhar quando estivesse nos céus.
  

A pintura e identidade visual de suas aeronaves também evoluíram com o passar dos anos. A atual pintura foi apresentada oficialmente no dia 8 de maio de 2018 em um Boeing 737 MAX 8 e posteriormente em um Boeing 787 Dreamliner. Os diversos aspectos que compõem a identidade visual da marca foram atualizados para torná-los uniformes e com a mesma cor. Além do Maple Leaf (Folha do Plátano) atualizado na cauda da aeronave, outro aceno para a herança da WestJet está na forma da bandeira canadense que aparece na frente da aeronave. A nova pintura também combinou os dois idiomas oficiais do Canadá, com a frase “The Spirit of Canada” aparecendo em um lado da fuselagem e a tradução francesa “L’esprit du Canada” no outro, ambos estendendo-se pelo meio da aeronave.
  

Marketing emocional 
A WestJet tornou-se extremamente conhecida por suas campanhas de marketing com altas doses emocionais (que vão desde caridades, mudanças de vidas à realização de sonhos ou até pequenos gestos de bondade e realizar desejos que se parecem impossíveis). Como viajar durante o feriado de Natal pode ser um pesadelo para muitas pessoas, para aliviar o estresse e promover o espírito natalino entre os passageiros, a WestJet decidiu que realizaria pedidos ou desejos de passageiros através da campanha de marketing “WestJet Christmas Miracle”. E isto começou no mês de dezembro de 2012 quando a companhia aérea resolveu surpreender 166 passageiros que esperavam o embarque com um flashmob natalino no aeroporto de Calgary (assista ao vídeo da ação aqui), que transformou o espaço no Polo Norte, com direito a tratamento especial durante o voo.
  

Esse marketing emocional ganhou relevância a ponto de se tornar uma tradição para a marca desde 2013. Isto porque, nesse ano, com o apoio de 175 dedicados funcionários, a WestJet preparou uma grande surpresa para passageiros de dois voos, um que partiu do aeroporto de Toronto e outro do aeroporto de Hamilton, ambos com destino a Calgary, no Canadá. Nos aeroportos de partida, uma grande caixa de presente azul com o símbolo da companhia aérea convidava os passageiros a passarem seu cartão de embarque em um equipamento de leitura. Ao escanear seus bilhetes, os passageiros foram surpreendidos por um Papai Noel virtual (vestido nas cores da marca), que perguntava, em tempo real, o que eles queriam ganhar de Natal. Dezenove câmeras escondidas filmaram os pedidos. Funcionários da companhia aérea associaram esses pedidos aos cartões de embarque escaneados e correram para comprar os presentes enquanto os dois voos estavam em deslocamento. Ao desembarcarem em seus destinos finais encontraram na esteira rolante, além de suas malas, os presentes de Natal que tinham pedido ao Papai Noel. Confira o vídeo da campanha abaixo.
   

Diferente de 2013, quando a WestJet proporcionou uma surpresa para um grupo de passageiros, em 2014 a marca decidiu viajar para o país insular da República Dominicana para ajudar aqueles que sempre ouviram falar sobre o bom velhinho, mas que nunca foram visitados por ele em um Natal mais brilhante.
   

Já em 2015 o objetivo foi de realizar 12 mil pequenos milagres (um simples gesto de bondade, que recebe uma resposta positiva de alguém) em 24 horas em todo o mundo. Funcionários de solo da WestJet saíram pelas ruas também praticando o bem, em 10 diferentes “fusos horários” de Londres ao Havaí. Alimentaram pessoas com fome, deram brinquedos para crianças, pagaram café para estranhos, presentearam os moradores de rua com cobertores quentes e concederam viagens gratuitas a famílias, entre vários outros atos de bondade. Era a ação “WestJet Christmas Miracle: 12.000 mini miracles” (assista aqui).
  

A ação WestJet Christmas Miracle se tornou uma tradição da WestJet e, dezembro de 2021 marcou o 10º vídeo anual do Milagre de Natal, apresentando histórias reais de como conectar pessoas aos seus entes queridos após a pandemia de COVID-19. Afinal, de bloqueios, visitas à varanda e reuniões adiadas a tradições de férias perdidas, o Natal de 2020 criou distância para todos. E neste ano, a WestJet queria ajudar os canadenses a recuperar o tempo perdido e realizar os desejos de Natal mais importantes. Assista abaixo.
  

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma imagem mais moderna. A primeira remodelação de sua identidade visual aconteceu em 2016 para comemorar seu 20º aniversário, e apesar de manter a mesma tipografia de letra e combinação de cores, o símbolo de seu logotipo foi completamente redesenhado, representando as Montanhas Rochosas Canadenses (para manter suas origens) e a Folha do Plátano (Maple Leaf), um dos símbolos do país. Pouco depois, em outubro de 2018, o logotipo passou por uma atualização em sua wordmark, que passou a utilizar uma cor só (para suavizar a ênfase no “west”, já que a companhia agora voa para todo território canadense) e ganhou nova tipografia de letra.
  

Os slogans 
Love Where You’re Going. (2018) 
Because owners care. (2009) 
We are Team WestJet.
  

Dados corporativos 
● Origem: Canadá 
● Fundação: 27 de junho de 1994 
● Fundador: Clive Beddoe, David Neeleman, Mark Hill, Tim Morgan e Donald Bell 
● Sede mundial: Calgary, Alberta, Canadá 
● Proprietário da marca: WestJet Airlines Ltd. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Onex Corporation) 
● CEO: Alexis von Hoensbroech 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 110 aeronaves 
● Destinos: 110 
● Passageiros transportados: 22 milhões (estimado) 
● Presença global: 28 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 10.000 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Passagens áreas de baixas tarifas e transportes de carga 
● Concorrentes diretos: Air Canada, Southwest Airlines, JetBlue, Spirit, Frontier, Allegiant Air, Alaska Airlines e Hawaiian Airlines 
● Ícones: A campanha WestJet Christmas Miracle 
● Slogan: Love Where You’re Going. 
● Website: www.westjet.com 

A marca no mundo 
Atualmente a WestJet, segunda maior companhia aérea do Canadá, atrás apenas da Air Canada, opera uma frota de 110 modernas aeronaves e oferece voos regulares e serviço de fretamento para mais de 110 destinos (40 dos quais no Canadá) em 28 países na América do Norte, América Central, Caribe e Europa. Com mais de 10.000 colaboradores, a companhia aérea canadense transporta mais de 22 milhões de passageiros por ano, através de 700 voos diários. O principal centro de operações da empresa é o Aeroporto Internacional de Calgary em Alberta, com outro grande hub no Aeroporto Internacional Toronto Pearson em Ontário. 

Você sabia? 
A WestJet possui as subsidiárias WestJet Encore (companhia aérea regional que voa para mais de 30 destinos dentro do Canadá), WestJet Link (criada para conectar principalmente cidades menores com os hubs domésticos da WestJet no Aeroporto Internacional de Calgary e no Aeroporto Internacional de Vancouver) e Swoop (companhia aérea ultra low-cost). 
Desde 2008, a WestJet é a maior transportadora internacional, em volume de passageiros, voando para Las Vegas. 

 
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 9/2/2023 

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8.10.19

ANA - ALL NIPPON AIRWAYS


A típica e atenciosa hospitalidade japonesa nos ares. Serviços de excepcional qualidade, comissários atenciosos e gentis, além de uma moderna frota, pontualidade e muita segurança em voo. Sem nenhuma surpresa, para uma companhia aérea japonesa, a ANA (All Nippon Airways) é conhecida por serviços, amenidades e comida de primeira qualidade, transportando confortavelmente milhões de passageiros pelo mundo afora. Tudo amparado pela filosofia de seu slogan “Inspiration of Japan” (em português “Inspiração do Japão”). 

A história 
Tudo começou no dia 27 de dezembro de 1952 quando Masuichi Midoro fundou a Nippon Helicopter and Aeroplane Transports Company, o que só foi possível graças à entrada em vigor do Tratado de Paz de San Francisco em abril deste ano, que finalizou oficialmente a Segunda Guerra Mundial e a ocupação americana no Japão e levou o governo do país a aprovar uma nova lei que permitia a fundação de companhias aéreas privadas, administradas pela JDAC (órgão regulador do setor de transporte aéreo no Japão). A nova companhia iniciou suas operações no mês de fevereiro de 1953 com apenas dois helicópteros e 28 funcionários. Em dezembro deste ano teve início o transporte de cargas em uma aeronave De Havilland Dove na disputada rota Tóquio-Osaka, no que foi então o primeiro voo comercial operado por um piloto japonês desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Inicialmente, as operações eram limitadas ao transporte de cargas, com o transporte de passageiros sendo iniciado no ano seguinte também entre Tóquio e Osaka. Nos cinco anos seguintes, a Nippon Helicopter vivenciou um período de grande sucesso, com a expansão de suas malhas aéreas de leste a oeste do país, concentrando suas atividades nas duas maiores cidades japonesas: Tóquio e Osaka. No final de 1956, a Nippon Helicopter e a Far East Airlines concordaram em se fundir dando origem à maior companhia aérea privada do Japão. Essa nova companhia aérea foi nomeada de All Nippon Airways Company, em dezembro de 1957. Pouco depois, em 1958, os uniformes da tripulação foram redesenhados e padronizados, e a ANA (como ficou conhecida a All Nippon Airways) rapidamente provou ser um forte competidor nas rotas domésticas.


A próxima década começou com um novo presidente, Kaheito Okazaki, cujo primeiro ato foi incorporar a Fujita Airways em 1963. Dois anos mais tarde, a ANA ingressou oficialmente na “Era dos Jatos”, adquirindo três aeronaves Boeing 727 para os voos charters entre as cidades de Tóquio e Sapporo. Nesta época, o Japão tinha acabado de inaugurar o famoso trem-bala entre Tóquio, Osaka e outras cidades, oferecendo uma forma alternativa e mais econômica de transporte entre as maiores cidades do país. Além disso, a economia japonesa crescia explosivamente, com o uso cada vez maior do automóvel como meio de transporte o que levou a ANA a identificar que competia não somente com as outras companhias aéreas, mas também com trens e automóveis, e a iniciar um programa de aumento não apenas do tamanho, mas também do número de aeronaves de sua frota. Foi então que a ANA começou a vislumbrar a possibilidade de iniciar operações em rotas internacionais, e formou um departamento com a tarefa específica de preparar a companhia para uma eventual estreia no mercado aéreo internacional.


O início do serviço regular internacional começou no dia 21 de fevereiro de 1971, quando a ANA operou um voo charter para Hong Kong através de um Boeing 727 em sua primeira incursão ao mercado internacional. Pouco depois, em 1973, após 20 anos de operações, atingiu a marca de 50 milhões de passageiros transportados. Ainda este ano, iniciou uma estratégia de diversificação, cujo objetivo era explorar o crescente mercado de turismo no Japão e fundou a ANA Enterprises para administrar hotéis em todo o país e aumentar a lucratividade da empresa. Em 1974, outra subsidiária foi formada: Air Nippon, companhia aérea cujo objetivo era atender destinos regionais com aeronaves menores e com isso ligar várias ilhas e cidades mais remotas à malha aérea da ANA. Nesta época, a companhia aérea já possuía a maior malha aérea doméstica do Japão, e procurava expandi-la ainda mais. Pouco depois, em 1978, a companhia aérea adicionou a sua frota os primeiros Boeing 747-200, utilizados nas rotas Tóquio-Sapporo e Tóquio-Fukuoka.


No início da década de 1980, a ANA já era a sexta maior companhia aérea do mundo, embora fosse pouco conhecida fora do Japão, com suas operações internacionais limitadas a voos charters dentro do continente asiático. Nesta época, o governo japonês preparava a desregulamentação do mercado de transporte aéreo internacional, em parte devido à pressão internacional e devido à necessidade de um maior número de voos. Finalmente a ANA conseguiu a permissão para competir nas rotas internacionais. A companhia área estava muito bem estruturada para isto e iniciou o serviço de cargas em 1985 e o transporte de passageiros no dia 3 de março de 1986, primeiramente com voos para Guam e logo depois para as cidades de Washington e Los Angeles, tornando-se a única companhia aérea a operar voos entre os Estados Unidos e as principais cidades japonesas. Essa expansão aconteceu juntamente com uma grande campanha publicitária e a mudança do logotipo da marca para a já familiar identidade visual com letras azuis na cauda de cada aeronave.


Com o firme propósito de crescer moderadamente no mercado doméstico, a ANA iniciou uma grande expansão de suas rotas internacionais, uma vez que a demanda crescia exponencialmente e os investimentos internacionais aumentavam na mesma proporção. Também para atender a esta grande demanda, a companhia aérea passou a utilizar o sistema computadorizado de reservas e emissões de cartões de embarque. Dentro deste planejamento, aumentou suas rotas gradualmente com a inauguração de voos para Beijing, Dalian, Hong Kong e Sidney 1987; para Seul em 1988; para Londres e Saipan em 1989; Paris em 1990 e Nova York em 1991. Esta expansão, embora meticulosamente planejada, demandava um enorme esforço logístico, o que levou a empresa a abrir seu capital na Bolsa de Valores de Londres e Frankfurt, em 1991, cujo objetivo era gerar fundos para a execução do plano de expansão. Treinamento e recrutamento eram tão enfatizados, que uma pesquisa com universitários na época revelou que a ANA era a empresa mais popular entre jovens recém-formados nas universidades. Nesta época, a ANA era a maior companhia aérea do Japão e a oitava maior do mundo, operando em mais de 30 cidades dentro do Japão e 19 em outros países, com aproximadamente 500 voos diários. Além disso, a tradicional revista Air Transport World nomeou a ANA como “Companhia Aérea do Ano”, pelo alto padrão de seus serviços.


Apesar do enorme sucesso, os anos de 1992 a 1994 foram financeiramente difíceis não somente para a ANA, mas para as companhias aéreas japonesas em geral, com demissões e corte de despesas e investimentos, levando, em 1994, ao anúncio de seu primeiro balanço negativo em 27 anos. Assim, desenvolveu-se um plano de recuperação, que vislumbrava um aumento de 30% nos negócios internacionais, o que levou a companhia aérea a adquirir novos Boeing 777 e Airbus A321 para atender a nova demanda deste projeto. Em setembro de 1994, iniciou voos para a Coréia do Sul, Singapura, China, Hong Kong e Austrália a partir do novo Aeroporto Internacional de Osaka. Em contra partida, o tráfego aéreo doméstico, que correspondia a ¾ do faturamento da ANA, continuava em declínio. Como reação, lançou em 1995 a “Hayawari”, que oferecia passagens aéreas mais baratas do que as tarifas do trem-bala para bilhetes adquiridos com determinada antecedência. Mesmo com as dificuldades, a ANA continuou a expandir suas operações internacionais. Em 1996, dando continuidade a sua história de inovação no setor, a ANA foi uma das primeiras companhias aéreas a introduzir assentos totalmente reclináveis (180 graus) na Primeira Classe. No final desta década, a domínio da ANA no mercado doméstico japonês estava ameaçado pela baixa demanda e competição pesada das novas companhias domésticas, o que levou a empresa a cortar rotas, reduzir o tamanho das aeronaves que operavam esses voos e diminuir em até 25% os salários dos funcionários. Este corte provocou uma greve de duas semanas dos pilotos, que custou a ANA US$ 12.5 milhões.


Em abril de 2002, a ANA celebrou os 50 anos da sua fundação e apresentou a cadeira “Easy Sleeper” e também a nova classe Economy Premium (novo nível de classe de serviço para voos de longa distância). A ANA sempre foi uma cliente fiel da Boeing e, em 2004, quando começou a renovar sua frota, encomendou 50 unidades do Boeing 787 Deamliner, em uma transação de US$ 6 bilhões, a maior encomenda de uma única companhia aérea em toda a história da Boeing. Em 2009, a ANA apresentou o novo design de suas cabines, batizado de “Inspiration of Japan”, que incluía assentos de classe executiva com cama deitada, assentos de suíte de primeira classe quase fechados, um novo sistema de entretenimento de bordo (com conectividade de iPod, compras no assento e pedidos de refeições, além de consoles com tela de toque), além de melhorias no serviço de bordo. Em 2019, a ANA recebeu seu primeiro Boeing 787-10, o maior membro da família Dreamliner. Com a chegada do novo jato de fuselagem larga, tornou-se a primeira companhia aérea na região Ásia-Pacífico a operar com todos os jatos da família 787. Toda essa rica história tornou o nome “ANA - All Nippon Airways”, uma marca que é sinônimo de qualidade e comprometimento no mundo todo. E por isso, em 2019, a ANA foi considerada a terceira melhor companhia aérea do planeta pela Skytrax World Airline Awards, considerado o Oscar da aviação mundial.


Os aviões temáticos 
A ANA tem uma moderna frota de 237 aeronaves. Além disso, é cliente de lançamento e o maior operador do Boeing 787 Dreamliner no mundo (com 36 aeronaves). Isto porque, em 2011, a empresa se tornou a primeira do mundo a receber um Boeing 787-8. A companhia aérea também ficou conhecida e popular pelas pinturas especiais e temáticas de algumas de suas aeronaves. Por exemplo, desde 1998 a ANA já possuiu 8 aeronaves (batizadas de Pokemon Jets), que coloriram os céus do mundo com desenhos do Pikachu e sua animada turma. Um destaque de todos esses jatos residia no fato de proverem aos passageiros uma experiência completa. O interior das aeronaves (entretenimento a bordo, necessaires, carrinhos de alimentos, suportes de bagagem) e o uniforme da tripulação eram customizados com temas do desenho. A companhia aérea também já decorou um Boeing 767-300 para ficar parecido com um urso panda em celebração aos 20 anos de voos para a China.


E não parou por aí. A ANA possui quatro aviões temáticos da série Star Wars com pinturas que remete às formas e cores de personagens carismáticos como C3PO, R2-D2 ou robô BB-8. Os interiores das aeronaves também receberam decoração e itens comemorativos a série, como copos, assentos e até os uniformes dos comissários de bordo alusivos a cada personagem. Além disso, em 2019, ao receber sua primeira aeronave Airbus A380 apresentou uma nova pintura com figuras de tartarugas marinhas na cor azul-clara, uma homenagem a Honolulu (no Havaí), rota em que seria utilizada. Uma segunda aeronave foi pintada com o mesmo tema na cor verde-clara, em homenagem a tartaruga-verde, conhecida como Hawaiian Green Sea Turtle ou apenas Honu. Uma terceira aeronave temática, na cor laranja, passará também a integrar a frota da ANA.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos, adquirindo uma grafia mais moderna e atraente, e se tornando um grande exemplo de branding. A identidade visual original, adotada em 1958, quando a companhia aérea adotou oficialmente o nome de All Nippon Airways, era redonda e utilizava as cores branco e vermelho (as mesmas da bandeira do Japão). Somente em 1982, a marca adotou a abreviatura ANA, que apareceu em seu logotipo totalmente remodelado pela primeira vez, com as tradicionais listras azul clara e escura (chamadas de Triton Blue). Esse logotipo ainda apresentava o nome da marca por extenso e também escrito em japonês. Pouco depois, em 1986, a identidade visual foi simplificada, com diminuição e novo posicionamento das listras (agora ao lado direito do nome ANA).


Em 2002, o logotipo passou a utilizar somente a palavra ANA, sem o nome por extenso escrito. Em 2010, a identidade visual ganhou o slogan “Inspiration of Japan”.


A pintura de suas aeronaves também acompanhou a evolução da identidade visual da marca. A pintura original das aeronaves utilizava uma listra de cor azul bem clara na fuselagem branca, com a cauda da mesma cor e o logotipo oval com predominância da cor vermelha. Já a pintura atual tem uma fuselagem branca e cinza, com uma faixa azul pintada sob as janelas. O logotipo da ANA e seu slogan “Inspiration of Japan” são pintados acima das janelas. A cauda é pintada de azul com a palavra ANA de lado.


Os slogans 
Inspiration of Japan. (2010) 
Excellence in Flight. 
We fly 1st. 
Japan’s best to the world. (2000) 
We do More. (1996)


Dados corporativos 
● Origem: Japão 
● Fundação: 27 de dezembro de 1952 
● Fundador: Masuichi Midoro 
● Sede mundial: Tóquio, Japão 
● Proprietário da marca: ANA Holdings Inc. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Shinichiro Ito 
● CEO: Yuji Hirako 
● Faturamento: US$ 18.5 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 237 aviões 
● Destinos: 195 
● Passageiros transportados: 50 milhões (estimado) 
● Hub principal: Narita e Haneda International Airport 
● Presença global: 23 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 39.000 (ANA Holdings) 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Japan Airlines, Singapore Airlines, Cathay Pacific, Thai Airways, Eva Air, Garuda Indonesia, Air New Zealand, Air India, Qantas Airways, Asiana, Airlines, Air China e China Southern Airlines 
● Slogan: Inspiration of Japan. 
● Website: www.ana.co.jp 

A marca no mundo 
Atualmente a ANA, maior companhia aérea do Japão em relação à passageiros transportados e faturamento, possui uma moderna frota de 237 aviões que voam para aproximadamente 200 destinos em 23 países (85 rotas internacionais e mais de 110 rotas domésticas), realizando 1.210 voos por dia. Transportando mais de 50 milhões de passageiros por ano, a companhia área também atua fortemente no segmento de cargas com a ANA CARGO. A companhia aérea oferece um modelo único de hub duplo que permite aos passageiros viajarem para Tóquio e se conectarem através dos dois aeroportos na região metropolitana da cidade, Narita e Haneda, a vários destinos em todo o Japão, e também oferece conexões no mesmo dia entre várias cidades da América do Norte, Ásia e China. O programa de passageiro frequente, ANA Mileage Club, possui mais de 30 milhões de membros. 

Você sabia? 
A ANA recebe a respeitada classificação de 5 estrelas todos os anos desde 2013 pela Skytrax. É a única companhia aérea japonesa a ganhar essa prestigiada designação por sete anos seguidos. Além disso, a ANA foi reconhecida pela Air Transport World como “Companhia aérea do ano” três vezes nos últimos 10 anos (2007, 2013 e 2018), tornando-se uma das poucas companhias aéreas que conquistaram este prestigiado prêmio por várias vezes. 
Desde fevereiro de 2010, a ANA oferece banheiros exclusivos para mulheres em voos internacionais. O primeiro Boeing 787 que a companhia aérea recebeu possuía bidê nos lavatórios da classe econômica e executiva. 
O anagrama de “Nippon Helicopter” deu origem ao atual código IATA da ANA: NH. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/10/2019

8.8.19

SAUDIA


Decolando para o futuro como parte de um ambicioso plano de estratégia e transformação, a companhia aérea saudita SAUDIA (outrora conhecida como Saudi Arabian Airlines) investiu em novas e modernas aeronaves, produtos inovadores e melhorias no atendimento, tudo com um único propósito, oferecer a todos os seus milhões de passageiros o mais alto nível de hospitalidade e conforto enquanto viajam. Apesar de ser originária de um país com uma forte ideologia religiosa, a SAUDIA conquistou milhões de passageiros, principalmente muçulmanos, por seu respeito às crenças, hospitalidade e simpatia no atendimento. 

A história 
A Saudi Arabian Airlines (conhecida pela abreviatura em inglês como SAUDIA) entrou em operação no mês de setembro de 1945 com uma única aeronave DC-3 (Dakota), que o então presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt havia presenteado o Rei Abdul Aziz Ibn Saud após um encontro no Canal de Suez no dia 14 de fevereiro. O presente serviu para que o Monarca saudita desse início ao desenvolvimento da aviação civil no país. O aeroporto internacional de Jidá, capital comercial do reino Saudita, foi escolhido como base de operações, e num sinal das boas relações diplomáticas entre Arábia Saudita e Estados Unidos, a TWA assumiu o gerenciamento da recém-criada companhia aérea. Esta aeronave foi inicialmente utilizada na rota entre as cidades de Riade, Jidá e Dharhran e transportava tanto passageiros como cargas. Poucos meses depois, mais duas aeronaves DC-3 foram adquiridas. No dia 14 de março de 1947, ocorreu o primeiro voo doméstico regular da jovem companhia aérea. Nesta época, sua frota já era composta por 5 aeronaves DC-3, o que possibilitou a ampliação da pequena malha aérea com o lançamento de voos para as cidades do Cairo e Damasco. Em 1952, com a ampliação de sua frota, novos destinos no Oriente Médio e região foram adicionados à rede, como por exemplo, Amã (Jordânia), Karachi (Paquistão), Beirute (Líbano) e Istambul (Turquia). Pouco depois, em 1954, a Saudi Arabian Airlines adicionou a sua frota a primeira aeronave pressurizada (um Convair 340). 



Nos anos seguintes, novas rotas foram adicionadas a sua malha aérea e, em 1959, foi inaugurado o primeiro centro de manutenção da companhia aérea na cidade de Jidá. Em 1962, a Saudi Arabian Airlines adquiriu duas aeronaves Boeing 720B, tornando-se assim a segunda companhia aérea no Oriente Médio a utilizar um jato em seus voos regulares. No ano seguinte, o rei Faisal, da Arábia Saudita, assinou documentos que transformaram a Saudi Arabian Airlines em uma empresa totalmente independente. Ainda nesta década, em 1967, a Saudi Arabian Airlines se tornou oficialmente membro da IATA (International Air Transport Association’s), e com isso pode ampliar sua malha aérea, iniciando voos para as cidades de Genebra, Frankfurt e Londres em 1970, seus primeiros destinos no continente europeu. No dia 1º de abril de 1972, a Saudi Arabian Airlines mudou oficialmente seu nome para SAUDIA (uma abreviatura em inglês do nome da companhia aérea). No mesmo ano, a companhia aérea recebeu seus primeiros Boeing 737-200. Em 1973, a companhia aérea atingiu um grande marco em sua história: transportou um milhão de passageiros pela primeira vez em sua história. No final da década, além de novas aeronaves se juntaram à frota e várias novas rotas serem adicionadas, a empresa inaugurou o Centro de Treinamento de Voo (1979).


Nos anos de 1980, a companhia aérea saudita concentrou-se na modernização de sua frota e na ampliação de sua malha aérea, e como resultados dessas ações, no ano de 1980, a SAUDIA inaugurou voos para a cidade de Nova York. Na década seguinte, a companhia aérea continuou seu crescimento com a adição de novos destinos, bem como a introdução de novas e modernas aeronaves, como o Boeing 747-400, o MD-11 e o MD-90. Além disso, seus serviços de bordo foram melhorados. Em 1994 a empresa introduziu um cardápio específico para crianças, melhorando assim seu serviço de bordo. Apesar da tradição histórica da SAUDIA como uma companhia estatal, no ano de 2000 o Príncipe Abdulaziz Al Saud iniciou estudos para a privatização da empresa. Na condição de Ministro da Aviação e Defesa, Al Saud separou em diferentes unidades comerciais os serviços de catering, apoio de solo e manutenção. Estas ações contribuíram para que a empresa apresentasse lucros operacionais nos anos seguintes. A partir do final de setembro de 2001, o cigarro foi proibido em todos os voos de/para a Europa. Pouco depois, em 2004, a companhia aérea transportou mais de 15 milhões de passageiros, registrando um aumento de 14% nos lucros.


Em 2009, a companhia aérea saudita lançou novos voos para três cidades indianas (Lucknow, Bangalore e Calicut), assim como incorporou a sua frota o moderno Boeing 777. E a Saudia Private Aviation (SPA), criada neste mesmo ano, introduziu voos domésticos e internacionais para empresários e altos executivos com serviços exclusivos. Pouco depois, em 2011, começou a voar para a importante cidade industrial chinesa de Guangzhou, abrindo assim outro enorme e importante mercado mundial. Finalmente, no dia 29 de maio de 2012, a companhia aérea se tornou membro da aliança global SkyTeam e, para celebrar a importante data e como parte de uma iniciativa maior de reposicionamento, reverteu seu nome para SAUDIA. O ano de 2013 foi repleto de novidades: adotou novas especificações e projetos nas três classes em suas aeronaves; lançou seu novo lounge Alfursan para voos internacionais no Aeroporto Internacional King Khaled, em Riad, e revelou seu recém-desenvolvido programa de fidelidade Alfursan, oferecendo vários benefícios, que além de passagens aéreas gratuitas, concede descontos em redes de hotéis, locadoras de veículos e outros serviços oferecidos por empresas parceiras. Ainda este ano, lançou voos de Riad para Madri, com escala em Jidá, usando o moderno A320, e seu voo para a cidade canadense de Toronto. 



Em 2014, a SAUDIA continuou evoluindo e ampliando seus serviços, como por exemplo, com o lançamento dos primeiros voos diretos de Dammam para Istambul, para Los Angeles, seu terceiro destino nos Estados Unidos depois de Washington e Nova York, e a reintrodução da rota para a cidade inglesa de Manchester. A empresa conquistou também importantes prêmios internacionais como o melhor assento de Classe Econômica do Mundo e melhor Comodidades de Primeira Classe, além de receber o 4-Star Airline Rating, um selo de aprovação de qualidade atualmente concedido a apenas 35 companhias aéreas. Em 2017, inaugurou seu primeiro lounge Internacional ALFURSAN no Aeroporto do Cairo. Mais recentemente, em junho de 2018, a SAUDIA foi a primeira companhia aérea do Oriente Médio a lançar o serviço WhatsApp gratuito em todos os voos domésticos e internacionais (se a aeronave estiver equipada com conectividade). Atualmente a SAUDIA vem investindo muito em marketing, especialmente global, sendo uma das principais patrocinadoras do campeonato mundial da FIA Formula E (carros elétricos).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. A marca utilizou durante muitos anos o nome Saudi Arabian Airlines (em uso até 1972 e reintroduzido em 1996). É bom ressaltar que até o ano de 1996 a cor predominante no logotipo da marca era verde e branca, mudando daí em diante para ouro e azul. Além disso, o tradicional símbolo de duas espadas cruzadas e uma tamareira ganhou um novo design e leitura, com o acréscimo de uma discreta lua crescente. A companhia aérea retomou a abreviatura de seu nome em inglês SAUDIA (usado entre 1972 e 1996) em 29 de maio de 2012. Essa mudança foi para celebrar o ingresso da empresa na aliança de companhias aéreas SkyTeam, fazendo parte também de uma iniciativa maior de reposicionamento de marca, principalmente no mercado internacional.


A identidade visual de seus aviões também acompanhou as remodelações da marca saudita.


Os slogans 
Welcome to your world. (2012) 
We Aim To Please You. (2007) 
Proud to serve you. (anos de 1990) 
We flew here with Saudia.


Dados corporativos 
● Origem: Arábia Saudita 
● Fundação: Setembro de 1945 
● Fundador: Rei Abdul Aziz Ibn Saud 
● Sede mundial: Jidá, Arábia Saudita 
● Proprietário da marca: Saudi Arabian Airlines Corporation 
● Capital aberto: Não (propriedade do Governo da Arábia Saudita) 
● Chairman: Ghassan Al-Shabal 
● CEO: Jaan Albrecht 
● Faturamento: US$ 7.8 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 162 aeronaves 
● Destinos: 95 
● Passageiros transportados: 34 milhões (2018) 
● Hub principal: Aeroporto Internacional King Abdulaziz 
● Presença global: 35 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 11.000 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Emirates, Qatar Airways, Gulf Air, Etihad Airways, Singapore Airlines e Royal Jordanian 
● Slogan: Welcome to your world. 
● Website: www.saudia.com 

A marca no mundo 
Atualmente a companhia aérea saudita opera voos domésticos e internacionais para mais de 95 destinos em 35 países no Oriente Médio, África, Ásia, Europa e América do Norte, transportando mais de 34 milhões de passageiros (dados de 2018) através de 162 modernas aeronaves com média de idade de 4.6 anos, com mais de 200 mil voos realizados por ano. Suas épocas de maior demanda de vôos (charters) coincidem com os períodos do Ramadã e do Hajj, épocas sagradas para os muçulmanos, a exemplo de sua histórica missão. A cidade de Jidá é considerada um patrimônio mundial pela UNESCO, dentre outros motivos, por ser a porta de entrada de inúmeros peregrinos muçulmanos que por ela passam em rumo à cidade sagrada de Meca. Por essa razão, grande parte da demanda de voos da SAUDIA visa atender às peregrinações. Trata-se de uma missão tão importante para a companhia, que algumas de suas aeronaves possuem até locais reservados para orações. Seu serviço de bordo, inclusive, exclui alimentos à base de carne de porco e bebidas alcoólicas, em respeito às tradições islâmicas. A companhia aérea é a terceira maior do Oriente Médio em termos de receita, atrás somente da Emirates e da Qatar Airways

Você sabia? 
Um terrível acidente afetou a SAUDIA no dia 12 de novembro 1996, quando uma colisão entre duas aeronaves na região de Charkhi Dadri, espaço aéreo indiano, matou todas as 349 pessoas a bordo. O Boeing 747-100 da SAUDIA e o Ilyushin Il-76, da Kazakhstan Airlines, se chocaram em pleno ar. Investigações mostraram que houve falhas na comunicação entre as duas aeronaves e que o avião da Kazakhstan Airlines, em determinado momento, reduziu a sua altura de voo sem autorização e aviso, o que foi atribuído ao treinamento deficiente e a habilidades de inglês não suficiente de seus pilotos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/8/2019