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24.1.26

NOMAD


A NOMAD é reconhecida por quebrar barreiras e oferecer soluções completas para a vida financeira internacional dos brasileiros. Com o objetivo de facilitar o acesso dos brasileiros a uma vida financeira internacional, oferecendo simplicidade, segurança e economia nas transações internacionais, a NOMAD tornou possível construir patrimônio em dólar, além de realizar transferências e compras internacionais. 

A história 
A ideia surgiu da necessidade de proteção financeira contra a volatilidade do câmbio no Brasil, oferecendo uma conta corrente em dólares, segura e digital. A fintech começou a ser idealizada em 2019 por Eduardo Haber, Marcos Nader e Patrick Sigrist - este último co-fundador do iFood (conheça essa história aqui) -, empreendedores com experiência em escala de tecnologia e mercado financeiro para democratizar o acesso à economia global. A instabilidade causada pela pandemia da COVID-19, acelerou o processo, e no mês de novembro de 2020, a empresa - batizada de NOMAD - lançou um aplicativo que permitia a abertura de uma conta digital sediada nos Estados Unidos diretamente do Brasil, sem custos ou manutenção e sem exigência de depósito mínimo, além de oferecer um cartão de débito internacional (físico e virtual). Vale ressaltar que a NOMAD foi pioneira em oferecer aos residentes no Brasil uma conta bancária nos Estados Unidos. O nome Nomad (“nômade”, em português) foi escolhido por representar a ideia de liberdade, mobilidade e a capacidade de gerenciar a vida financeira em qualquer lugar no mundo. Além disso, nessa época, o termo “nomadismo digital” estava em alta, referindo-se a pessoas que trabalham remotamente e se deslocam de um lugar para outro.
   

A NOMAD foi criada com o objetivo de “globalizar o bolso do brasileiro”, facilitando a dolarização de recursos e o acesso a investimentos no exterior. E no primeiro ano, 100 mil contas foram abertas. Em 2021, a NOMAD lançou sua plataforma de investimentos internacionais dentro do aplicativo, oferecendo aos usuários acesso ao mercado de ações dos Estados Unidos. Para financiar essa expansão, a empresa captou US$ 20 milhões em uma rodada de investimento, liderada pelos fundos de capital de risco Monashees e Spark Capital. A empresa realizou um movimento estratégico de diversificação em 2022 com a aquisição da Husky, uma startup brasileira especializada em transferências internacionais. A integração da tecnologia da Husky permitiu que a NOMAD oferecesse uma solução para profissionais e empresas brasileiras recebendo pagamentos de fontes no exterior, expandindo sua base de clientes para além de viajantes e investidores. Além disso, a empresa lançou o programa de fidelidade NOMAD PASS, que atualmente recompensa usuários por movimentarem sua conta global em dólar, oferecendo benefícios como descontos na taxa de câmbio, acesso à sala VIP, gratuidade no envio do cartão físico e até chips com internet.
  

Em 2023, a NOMAD consolidou sua posição no mercado ao levantar US$ 61 milhões em mais uma rodada de investimentos, liderada pela Tiger Global Management, uma das maiores gestoras de capital de risco do mundo. Os recursos foram direcionados para a expansão do portfólio de produtos bancários e soluções de viagem, como descontos em aluguel de veículos, seguro-viagem e ingressos para atrações internacionais. O ano de 2024 foi marcado pela consolidação do ecossistema de produtos da NOMAD. A plataforma de investimentos foi ampliada para incluir ativos de renda fixa, como títulos. A empresa também lançou novas soluções externas para viajantes: o NOMAD TRIPS, uma plataforma para planejamento e reserva de viagens - com opções de pacotes, hospedagem, passagens aéreas, ingressos para atrações e muito mais - que utiliza inteligência artificial; e o NOMAD CHIP, um serviço de eSIM (chip virtual) para conectividade internacional em mais de 30 países das Américas e Europa.
   

Em maio de 2024, a empresa alcançou a marca de 1.8 milhões de clientes. Em dezembro, lançou o DÓLAR NOMAD, uma modalidade de câmbio programado da conta digital que permite comprar dólares com uma cotação mais vantajosa, focada em planejamento de longo prazo No mês de janeiro de 2025, a empresa lançou o NOMAD EXPLORER, um cartão de crédito focado em clientes de alta renda que viajam e investem, oferecendo até 3 pontos por dólar, cashback em dólar, acesso ilimitado ao Nomad Lounge em Guarulhos e 4 acessos anuais a salas VIP. Pouco depois, em março, lançou o NOMAD Para STARTUPS, um serviço especializado que apoia startups na transferência de aportes recebidos do exterior para o Brasil, com as melhores taxas do mercado, além de segurança e agilidade. Outra novidade foi o lançamento do Parcelamento NOMAD, que permite comprar dólares parcelados em até 12 vezes no cartão de crédito brasileiro.
  

Ainda em 2025, a NOMAD obteve licença da Autoridade Reguladora da Indústria Financeira (FINRA) para operar como corretora (broker-dealer) nos Estados Unidos. Isto permitiu o lançamento da NOMAD WEALTH, um serviço de consultoria de investimentos, prestado por uma equipe de especialistas não comissionados pela venda de produtos, com o objetivo de oferecer gerenciamento de patrimônio e acompanhamento personalizado com foco tanto no exterior como no Brasil. Os clientes também contam com suporte tributário, taxa de conversão reduzida e outros benefícios. No início de 2026, a NOMAD lançou - de forma pioneira - o seguro de vida internacional com cobertura em dólar.
   

Apesar de ser uma empresa primariamente digital, a NOMAD investe em uma estratégia de presença física para fortalecer a marca e a relação com os clientes. Esses espaços físicos funcionam como pontos de contato e suporte, oferecendo uma experiência tangível que complementa os serviços digitais. Por exemplo, o NOMAD LOUNGE (inaugurado em 2023), é uma sala VIP exclusiva para clientes, com aproximadamente 600 m², localizada no Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que oferece áreas de descanso, estações de trabalho, bufê, bar, espaço para crianças, espaço pet e emissão instantânea do cartão de débito internacional. Já o NOMAD COFFEE - inaugurado em 2024 e localizado em frente ao Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo - funciona como um ponto de apoio para solicitantes de visto, oferecendo refeições rápidas, e para clientes NOMAD, acesso a benefícios como guarda-volumes e impressoras. A empresa mantém ainda um espaço físico dentro do Orlando International Premium Outlets, na Flórida, que oferece aos clientes comodidades como Wi-Fi, área de descanso, balança para bagagens, empréstimo de malas para compras e auxílio com cupons de desconto.
  

O modelo de negócios da NOMAD é dividido em quatro áreas principais: conta internacional, investimentos, transferências internacionais e soluções para viagens, que oferecem produtos como conta de débito e crédito internacional, plataforma de viagens completa, coleta de pagamentos internacionais e plataforma de investimentos no exterior.
  

A comunicação 
Em julho de 2024, a NOMAD lançou uma enorme campanha publicitária estrelada pelo ator Will Smith falando em português. No filme de 45 segundos, a inteligência artificial era a grande propulsora da campanha, fazendo com que Will Smith “fale” português, espanhol, francês e até japonês, conectando o pilar global da marca com o público brasileiro, ao mesmo tempo em que a IA traduz o dinheiro dos clientes para diversas moedas, promovendo a conta internacional e o investimento no exterior. Com a ajuda de IA, a marca deu um toque brasileiro ao ator norte-americano em estratégia de posicionar a marca para além do produto de cartão de débito internacional. Vale ressaltar que a produção inovou nos processos de pós-produção com IA, utilizando novas ferramentas de sincronização labial para uma campanha de alta qualidade. A campanha resultou, segundo a empresa, em um aumento de 17% na abertura de novas contas com propósito de viagem e de 31% em novas contas de investimento.
  

A identidade visual 
A identidade visual da marca NOMAD é bastante flexível e pode ser aplicada de diferentes maneiras (sempre mantendo as cores amarela ou preta), como mostra a imagem abaixo.
  

Além disso, o ícone de reconhecimento da marca, bastante utilizado em ambientes digitais, pode ser aplicado em fundo amarelo ou preto.
  

Os slogans 
Conta para o mundo. (2025) 
Caia na real. Invista em dólares. (2025) 
A conta internacional que completa a experiência de viagem pelo mundo. (2025) 
A conta internacional sem fronteiras. (2024) 
Seu dinheiro vai falar a língua do mundo. (2024)
  

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: Novembro de 2020 
● Criador: Patrick Sigrist, Eduardo Haber e Marcos Nader 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Nomad Tecnologia e Participações Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Lucas Vargas 
● Faturamento: US$ 120 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Clientes: 3.5 milhões 
● Presença global: 200 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 500 
● Segmento: Serviços Financeiros 
● Principais produtos: Serviços bancários, pagamentos internacionais e investimentos no exterior 
● Concorrentes diretos: Wise, Banco Inter, C6 Bank, Avenue, Revolut, Nubank, BTG Global, XP, Bradesco Prime e Santander Select Global 
● Slogan: Conta para o mundo. 
● Website: www.nomadglobal.com 

A marca no mundo 
A NOMAD, fintech brasileira pioneira em oferecer contas bancárias nos Estados Unidos para residentes no Brasil, se consolidou rapidamente como um dos principais players o segmento de serviços financeiros offshore, superando a marca de R$ 7 bilhões de ativos sob custódia em meados de 2025. Com faturamento anual de US$ 120 milhões e mais de 3.5 milhões de clientes na plataforma, o cartão NOMAD é aceito em mais de 200 países para transações presenciais e virtuais, além de permitir saques em caixas eletrônicas (ATMs). A NOMAD realiza anualmente mais de R$ 5 bilhões em transferências internacionais e mais de R$ 1 bilhão em volume processado em transações com cartão. 


Você sabia? 
A estrutura de parcerias da NOMAD oferece camadas de proteção aos fundos dos clientes. Os valores depositados na conta-corrente digital são assegurados pelo FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) em até US$ 250.000 por titular, por meio do CFSB, uma instituição financeira norte-americana membro do FDIC. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem, Valor Econômico e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas).  


Última atualização em 24/1/2026 

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28.9.20

CREDIT SUISSE


Tradição e solidez quando o assunto é “cuidar do dinheiro de milhões de pessoas e empresas”. Foi assim que o Credit Suisse se transformou no banco preferencial de grandes empresários, empresas e investidores e o assessor de confiança de pessoas físicas e investidores institucionais, além de oferecer uma linha completa de soluções financeiras feitas sob medida, de acordo com as necessidades de cada um de seus clientes. A principal estratégia do Credit Suisse consiste em ser um dos líderes globais em gestão de fortunas com excelentes capacidades de Investment Banking. 

A história 
O banco antecessor do Credit Suisse, o Schweizerische Kreditanstalt (em português “Instituição de Crédito Suíço”), conhecido também pela abreviação SKA, foi fundado no dia 16 de julho de 1856 na cidade de Zurique por Alfred Escher, reconhecido por seu trabalho em confrontar a ideia de um sistema ferroviário estatal na Suíça em favor da privatização. O propósito inicial do novo banco era justamente financiar a expansão da rede ferroviária e a industrialização na Suíça. Principalmente fornecer financiamento interno aos projetos ferroviários, evitando assim que bancos franceses exercessem influência sobre o sistema ferroviário suíço. Em apenas três dias, as ações emitidas por um valor máximo de três milhões de francos atingiram o valor de 221 milhões de francos. No primeiro ano de operação, 25% das receitas do banco vieram da Swiss Northeastern Railway, que estava sendo construída por uma empresa de Alfred Escher.
   

Além do projeto ferroviário, o novo banco começou logo a investir em diversas outras áreas da indústria. Com isso, nos anos seguintes o banco concedeu empréstimos que ajudaram a criar a rede elétrica suíça, grandes empresas e o sistema ferroviário europeu, incluindo a ferrovia Gotthard, que conectaria a Suíça ao sistema ferroviário europeu em 1882. Além disso, em 1857, Alfred Escher fundou o primeiro programa de pensões da Suíça, garantido por fundos do SKA. Em 1863, ele lançou as bases financeiras para a cobertura de uma nova resseguradora. Essas duas instituições, Swiss Life e Swiss Re, bem como o Credit Suisse, são até hoje embaixadores mundiais da experiência suíça em seguros e finanças. O banco também ajudou a financiar o esforço para desarmar e aprisionar as tropas francesas que cruzaram as fronteiras suíças na Guerra Franco-Prussiana de 1870, mesmo ano em que inaugurou um escritório de representação na cidade de Nova York. Ao final da guerra, o SKA se tornou o maior banco da Suíça. O banco teve seu primeiro ano não lucrativo em 1886, muito devido a perdas na agricultura, investimentos de risco, commodities e comércio internacional.
   

Na virada do século, em resposta à elevação da classe média e à concorrência de outros bancos suíços, como UBS e Julius Bär, o SKA começou a atender os consumidores oferecendo serviços de depósitos, câmbio e contas de poupança. Com isso, em 1905, o banco inaugurou sua primeira agência fora de Zurique, localizada na Basileia, após a aquisição do Oberrheinische Bank. Em 1910 inaugurou um escritório representativo em Paris para atender clientes internacionais. Anos depois, o banco teve um papel importante ao ajudar empresas afetadas pela reestruturação da Primeira Guerra Mundial e conceder empréstimos para esforços de reconstrução. Em 1939 o SKA resolveu fundar uma pequena subsidiária com sede em Nova York focada em subscrição e em outras atividades, incluindo consultoria para investimentos. Com isso, pouco depois, em 1940, abriu sua primeira agência fora da Suíça, localizada na cidade de Nova York. Em 1964, com licença de banco de serviço completo, o SKA passou a aceitar depósitos e fazer todos os outros tipos de atividades bancárias nos Estados Unidos.
   

Em 1976 o SKA e o Schweizerische Bodenkredit-Anstalt realizaram uma fusão, marcando assim o primeiro grande passo em direção ao crescimento em negócios de massa e representando uma expansão importante de sua rede de vendas e base de clientes. Foi neste ano que o bano adotou o nome Credit Suisse. Pouco depois, em 1978, formou uma joint venture com o First Boston, fundado em 1932 e um dos primeiros, maiores e mais respeitados bancos de investimento. O banco suíço controlava 60% da joint venture. Com sede em Londres essa joint venture realizava atividades de investimento na Europa. Uma década mais tarde, em 1988, se tornou Credit Suisse First Boston, quando o banco suíço adquiriu o controle do First Boston e foi promovido a primeiro banco global de investimentos, operando com sedes em Nova York, Londres e Tóquio. O desenvolvimento do Credit Suisse nos anos seguintes somente foi alcançado por meio de um forte crescimento orgânico, complementado por uma série de fusões e aquisições significativas, como por exemplo, do Bank Leu em 1990, considerado o banco mais antigo da Suíça; e do quinto maior banco suíço - Schweizerische Volksbank (Banco Popular Suíço) - em 1993.
  

Pouco depois, em 1997, o banco foi reestruturado como Credit Suisse Group com quatro divisões: Credit Suisse Volksbank (posteriormente chamado de Credit Suisse Bank) para bancos domésticos, Credit Suisse Private Banking, Credit Suisse Asset Management e Credit Suisse First Boston para bancos corporativos e de investimento. Finalmente em 2006 o banco abreviou seu nome apenas para Credit Suisse, eliminando assim o First Boston de sua designação e logotipo. Todo esse movimento, fez com que o Credit Suisse passasse a operar como um banco universal integrado e globalmente ativo, fornecendo soluções abrangentes aos seus clientes em Private Banking (gestão de fortunas, negócios corporativos e institucionais), Investment Banking (inclui a venda, operação e execução de transações globais com valores mobiliários, prime brokerage, pesquisas de investimento, serviços de captação de recursos e assessoria e aquisição de capital) e Asset Management (investimentos alternativos, imóveis, ações, renda variável e renda fixa ou investimentos alternativos). O Credit Suisse sobreviveu à grave crise de crédito em 2008 melhor do que muitos concorrentes, muito em virtude de sua solidez e sem precisar de auxílio do governo. Após a crise, o Credit Suisse cortou mais de um trilhão em ativos e reduziu sua divisão de banco de investimento. Com isso, passou a dar mais ênfase nas áreas de banco privado e gestão de fortunas. Tudo amparado por um garoto-propaganda de peso: o tenista Roger Federer.
   

No ano de 2013, o Credit Suisse adquiriu os negócios de gestão de patrimônio do Morgan Stanley na Europa, Oriente Médio e África. Em 2017 o banco suíço criou o departamento Aconselhamento sobre Impacto e Finanças (IAF) para estimular investimentos socialmente responsáveis, no mais recente esforço de um grande banco para atender à crescente demanda pelos chamados investimentos de impacto. Pouco depois, em 2019, o Credit Suisse anunciou a formação de uma nova unidade de negócios de “banco direto” sob sua divisão na Suíça (Swiss Universal Bank, SUB), com foco em produtos de varejo digital. A etapa foi vista como uma reação ao surgimento de concorrentes e deve ajudar a atrair mais clientes jovens.
   

Se há uma constante na história do Credit Suisse, é um histórico de inovação contínua. Ao longo do último século e meio, em um estilo pioneiro, o banco moldou algumas das incontáveis inovações para atingir variados mercados financeiros. Por exemplo, foi o primeiro grande banco suíço a estabelecer uma conexão direta de telex com Nova York em 1951; foi pioneiro no mercado suíço ao inaugurar o primeiro banco drive-in (1962); lançar o primeiro serviço bancário por telefone (1993) e a primeira plataforma de internet banking (1997). O que começou como um banco de investimento suíço se tornou uma história de sucesso ao longo de mais de 150 anos, com o Credit Suisse gradualmente evoluindo para um provedor líder global de serviços financeiros.
  

Já sua trajetória no Brasil começou 1959 com a abertura de um pequeno escritório de representações do então SKA. Mas foi somente em 1990 que o banco suíço estabeleceu sua presença no país. Em 1998, com a aquisição do Banco Garantia (fundado em 1971), passou a ser um dos maiores bancos de investimentos do Brasil. Posteriormente, em 2007, o Credit Suisse adquiriu a Hedging-Griffo (uma das mais reconhecidas e competentes gestoras de recursos do país), criando assim a Credit Suisse Hedging-Griffo (“CSHG”). Mais recentemente, em 2020, anunciou a compra do Modalmais, banco e corretora digital bastante popular no país. Atualmente, o Credit Suisse Brasil oferece uma completa linha de produtos e serviços financeiros por meio de suas divisões locais de Wealth Management, Investment Banking & Capital Markets e Global Markets.
  

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por muitas alterações ao longo dos anos. O logotipo original era composto apenas pelas iniciais do nome do banco (SKA). A primeira modificação ocorreu em 1930 quando o logotipo assumiu uma forma redonda, que representava uma moeda. Um novo logotipo foi apresentado em 1940 com a inauguração da primeira agência estrangeira em Nova York: pela primeira vez as iniciais CS (Credit Suisse) apareceram como parte da identidade visual. Porém, em 1952, o banco alterou novamente seu logotipo, que pela primeira vez ostentou o nome por extenso (Schweizerische Kreditanstalt) e um símbolo (a âncora), para dar impacto visual à reivindicação “Firmemente ancorado na confiança”.
  

Em 1968 o logotipo apresentou pela primeira vez a famosa cruz de Wermelinger (“Wermelinger Kreuz”). Finalmente em 1976 o famoso logotipo nas cores azul e vermelha com o nome Credit Suisse foi adotado. Em 1997 o logotipo perdeu a cruz e ganhou uma nova tipografia de letra e disposição do nome.
   

O logotipo atual simboliza a transformação do Credit Suisse em um banco global integrado em 2006, quando as áreas de Private Banking & Wealth Management e Investment Banking foram combinadas sob um único teto. O símbolo em forma de vela ecoa o espírito pioneiro de todo o banco e a herança de seu negócio. Esse logotipo passou por uma modernização em 2014.
  

Os slogans 
More is More. (2014) 
Thinking new perspectives. (2006) 
Credit Suisse. 360° Finance. (2003) 
It’s time for an expert. (2002) 
Whatever makes you happy.
   

Dados corporativos 
● Origem: Suíça 
● Fundação: 16 de julho de 1856 
● Fundador: Alfred Escher 
● Sede mundial: Zurique, Suíça 
● Proprietário da marca: Credit Suisse Group AG 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Urs Rohner 
● CEO: Thomas Gottstein 
● Faturamento: US$ 22.7 bilhões (2019) 
● Lucro: US$ 3.3 bilhões (2019) 
● Valor de mercado: US$ 23.7 bilhões (setembro/2020) 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 48.800 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Investimentos, gestão patrimonial e serviços financeiros 
● Concorrentes diretos: UBS, BNP Paribas, Goldman Sachs, Morgan Stanley, J.P. Morgan, Merrill Lynch, Julius Bär, RBS, Barclays e HSBC 
● Slogan: Thinking new perspectives. 
● Website: www.cshg.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente o Credit Suisse tem operações em mais de 50 países ao redor do mundo, emprega mais de 48 mil pessoas e obteve faturamento superior a US$ 22 bilhões em 2019. Além disso, possui 145 agências na Suíça e US$ 1.4 trilhões sob gestão (no Brasil, são R$ 230 bilhões sob administração de grandes fortunas, o chamado “private banking”). O Credit Suisse oferece serviços de consultoria e gestão de investimentos (que incluem dívidas e subscrição de ações de ofertas de títulos públicos e colocações privadas), banco privado e gestão de ativos para clientes individuais, institucionais e governamentais. 

Você sabia? 
Desde 2009 o tenista Roger Federer é o embaixador global e garoto-propaganda da marca Credit Suisse. 
O Credit Suisse é conhecido por suas rigorosas práticas de sigilo bancário. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico, Estadão e Folha), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 28/9/2020

19.5.20

BANCO SAFRA


A filosofia de seus clientes é a mesma que carrega o sobrenome mais famoso do mercado financeiro brasileiro: investir com segurança e cuidar do futuro. O Banco Safra cuida do patrimônio de seus clientes com a mesma diligência que cuida do seu. Está presente em todas as etapas da construção e consolidação do patrimônio, oferecendo uma assessoria especializada e os melhores investimentos do mercado. Tudo com uma “Tradição secular de segurança”, como seu famoso slogan afirma. 

A história 
Para conhecer a história do Banco Safra é preciso saber as origens deste sobrenome famoso no mundo financeiro. Desde o século XIX, o clã Safra é formado por banqueiros, todos judeus halabim, uma das mais renomadas classes mercantis do Oriente Médio formada por comerciantes e empresários de vários segmentos. Os primeiros membros da família Safra trocavam moeda e metais preciosos, além de conceder crédito para comerciantes na cidade de Alepo (norte da Síria), na época um grande entreposto comercial. Rapidamente a Safra Frères et Cie, uma casa bancária fundada em 1800, ficou reconhecida em toda a região. A reputação como um grupo formado por habilidosos financistas levou a família a abrir filiais em outras cidades do Oriente Médio. Mas o primeiro banco da família, Banco Jacob E. Safra foi aberto na cidade de Beirute, no Líbano, por Jacob Elie Safra, somente na década de 1920. Com isso ampliou as atividades da família no Oriente Médio, se tornando famoso por converter rapidamente os valores entre diversas moedas para seus clientes. Três de seus nove filhos, Edmond, Joseph e Moise, seguiriam a profissão do pai.


A criação do estado de Israel e o início dos conflitos do novo país com seus vizinhos fizeram com que o ambiente para judeus no Oriente Médio ficasse mais instável. Apesar de o Líbano ter permanecido razoavelmente seguro para judeus da região, Jacob Safra decidiu deixar o país. Em 1953 o Brasil vivia uma fase de crescimento econômico pós-guerra, com um governo estável, o que atraiu Jacob Safra e seu filho Edmond. Eles se instalaram em São Paulo, cidade que vivia um ambiente de crescimento e estabilidade política, além de abrigar uma grande colônia sírio-libanesa. Nessa época o sistema financeiro nacional ainda era rudimentar, tanto do ponto de vista das práticas quanto das normas. E talvez, justamente por isso, pouco depois, em 1955, eles iniciaram suas atividades no país como uma empresa de crédito ao consumidor, batizada de Safra S.A. Crédito Financiamento e Investimentos e com apenas sete funcionários. Jacob faleceu em São Paulo, no dia 27 de maio de 1963, e seus três filhos - Edmond, Joseph e Moise (os dois últimos recém-chegados ao Brasil) - assumiram os negócios e diversificariam suas áreas de atuação. Nesta época a instituição ainda não desfrutava de confiança em São Paulo. Foi então, que aproveitando a experiência de mais de um século como banqueiros, a família Safra trouxe ao Brasil técnicas já desenvolvidas em mercados financeiros mais desenvolvidos, mas ainda estranhas ao mercado nacional. Entre as inovações, trouxeram o uso da letra de câmbio como meio de financiamento para operações e davam rendimento ao dinheiro em suas contas, em um primórdio da conta remunerada.


Apesar da desconfiança inicial, a estabilidade e o conservadorismo do Banco Safra - oficialmente fundado em 1967 com o nome de Banco de Santos, após a aquisição do Banco Nacional Transatlântico - atraiu parte da riqueza paulistana. Neste mesmo ano foi fundada a Safra Financeira (hoje com mais de 800 mil clientes). Somente em 1972, com a aquisição de outras instituições financeiras, como por exemplo, o Banco das Indústrias, surgiu o Banco Safra S.A. Além disso, ampliou a sua atuação no mercado financeiro passando a oferecer produtos e serviços customizados às necessidades de seus clientes, abrangendo também soluções no mercado de capitais e dívida. Visando expandir seus negócios, em 1974 foi criada a Safra Asset Management, que contemplou a visão de futuro do grupo na gestão de investimentos. Nos anos seguintes o Banco Safra se tornou um porto seguro para o dinheiro de bilionários e milionários. Além de administrar grandes fortunas, a instituição também emprestava dinheiro para empresas de médio porte e atuava como banco de investimentos. Em 1987 foi criada a Safra Corretora para oferecer investimentos mais específicos em ações, tesouro direto, fundos imobiliários, entre outros.


Edmond, então casado com Lily Safra, ex-dona da rede de varejo Ponto Frio, foi vítima de um incêndio criminoso em dezembro de 1999 na luxuosa cobertura em que vivia em Mônaco. Seu enfermeiro particular foi condenado, após confessar ter ateado fogo no apartamento. Mas, até hoje, o episódio é alvo de rumores e terríveis ilações. A morte de Edmond acabou desencadeando uma disputa entre os outros dois irmãos pela divisão da herança da família. No auge do conturbado relacionamento com o irmão Moise, que por anos se recusou a vender sua participação na sociedade, Joseph lançou mão de um ardiloso expediente e assumiu um dos maiores riscos de sua vida. Em 2004 criou o Banco J. Safra e entregou a gestão aos filhos. A instituição passou a concorrer diretamente com o próprio Banco Safra, cooptando tradicionais clientes e executivos. Enquanto por um lado Joseph perdia dinheiro no Banco Safra e sangrava assim o patrimônio de Moise, ele ganhava do outro com o Banco J. Safra. Em 2006, após uma disputa societária Joseph Safra finalmente comprou a parte de seu irmão Moise, em uma transação estimada em US$ 2 bilhões.


O Banco Safra atravessou uma série de crises, sem nunca precisar de socorro dos governos. Em 2008, quando estourou a crise financeira global, o banco estava prestes a concretizar o processo de sucessão, passando o comando do negócio para os três filhos - Jacob, Alberto e David - na época ainda muito jovens. Joseph assumiu as rédeas novamente. Embora o Banco Safra estivesse em uma situação confortável, Joseph ficou apavorado, segundo relatos de funcionários à revista Época Negócios, que publicou uma longa uma reportagem sobre o banqueiro em 2013. “Todos depositam aqui porque sabem que podem confiar em mim. Imagina se um dia eles vêm sacar e eu não tenho dinheiro”, dizia o banqueiro. Ele só retomaria o processo de sucessão cinco anos depois. Mas antes de passar o bastão para os filhos, Joseph surpreendeu o mercado, ao comprar em 2012, o banco suíço Sarasin, por US$ 1.1 bilhões.


Nos últimos anos o Banco Safra começou a passar por mudança no modelo de negócios, que se aproximou mais do varejo e com produtos digitais, como por exemplo, o lançamento em 2017 da SafraPay, maquininha de processamento de operações com cartões (tarja, chip e NFC - contactless) para concorrer diretamente com grandes players do segmento. Além disso, o Banco Safra passou a oferecer linhas de crédito consignado e de financiamento de veículos, modalidades que definitivamente não são prioridades para bancos de alta renda. E continuou em 2019 com a introdução da carteira digital SafraWallet, que permite realizar pagamentos via QR Code e NFC, além de transferências e saques sem cobrar nada. Esses movimentos são radicais para um banco que construiu sua imagem ligada ao mercado corporativo e as grandes fortunas. Mesmo com essas mudanças, uma das mais recentes campanhas publicitárias do Banco Safra, lançada em 2019 e voltada ao segmento da pessoa física, deixa claro que sua vocação não mudou. Com a assinatura “Invista como um especialista. Invista Safra”, a campanha tinha também um viés institucional, que destacava a relevância da marca e a solidez da instituição.


O mais recente lançamento da empresa é o SafraInvest, marcando o ingresso da instituição no segmento de Agentes Autônomos de Investimentos. Os clientes do SafraInvest tem à sua disposição os mesmos produtos de investimento que os usuários do Banco Safra possuem. São permitidos a eles, além do acesso aos fundos exclusivos do banco, produtos de renda fixa, fundos imobiliários, ações e mais. Carregando mais de 200 anos de história, o Banco Safra continua a oferecer um portfólio completo de produtos e serviços, com soluções de investimentos, crédito e financiamentos. Sempre com segurança e solidez, entendendo a necessidade de cada cliente.


O gênio por trás da marca 
Joseph Safra não somente é o homem mais rico do Brasil como o banqueiro mais rico do mundo, com um patrimônio avaliado em US$ 19.9 bilhões, segundo a revista Forbes de abril de 2020. Chamado por executivos do seu império como “Seu José” - forma de tratamento, inclusive, apreciada por ele - Joseph Safra nasceu na cidade de Beirute em 1938. Antes de desembarcar por aqui, Joseph viveu na Inglaterra, Estados Unidos (onde trabalhou no tradicional Bank of America) e Argentina. Pai de quatro filhos, Joseph só chegou ao Brasil em 1962, quando sua família já estava inserida no mercado financeiro nacional. Com a morte de seu pai ele assumiu junto com seus dois irmãos os negócios financeiros da família. E desde então construiu a imagem de solidez e sobriedade do tradicional Banco Safra. Sempre inteligente, na década de 1980, com a inflação galopante assolando o Brasil, Joseph aproveitou para lucrar em uma inusitada aplicação: a caderneta de poupança. O banqueiro notou que o mês de maio de 1988 teria cinco finais de semana e que nenhum outro investimento conservador bateria o rendimento da poupança naquele mês. Então depositou 21 bilhões de cruzados - aproximadamente US$ 125 milhões - em contas poupança do Banco Nacional de Crédito Cooperativo (BNCC) e da Caixa. Os bancos pagaram o rendimento combinado, mas trocaram as regras para restringir depósitos altos.


Entre os irmãos, Joseph sempre foi o mais conservador. E talvez o principal ativo do Banco Safra seja a imagem de solidez que o acompanha há décadas, a ponto de receber do mercado o epíteto “O banco dos banqueiros”. Hoje em dia, com história envolta por supostos mitos, Joseph Safra vive discretamente administrando seus bilhões em sua mansão de 11.000 m² no bairro paulistano do Morumbi e protegido por agentes que seriam treinados pelo serviço secreto israelense. Da vida pessoal do mais lendário dos banqueiros nacionais, pouco se sabe. Embora só se desloque pela capital paulista de helicóptero, Joseph não tem um estilo de vida extravagante. Nas raríssimas entrevistas, invariavelmente caracterizadas por declarações curtas e formais, sempre deixou claro que gosta de levar uma vida simples e tem outras paixões, como o gosto por livros caros e raros, que fazem deles um dos maiores colecionadores de obras do país. O sobrenome Safra é reconhecido no mundo da filantropia. Joseph é um dos principais doadores dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, além de apoiar associações beneficentes. Na cultura, por meio do Instituto J. Safra, ele adquiriu e doou esculturas de Auguste Rodin, Aristide Maillol e Camille Claude à Pinacoteca de São Paulo. Joseph também faz doações para escolas judaicas e sinagogas. E para o governo de Israel, ele adquiriu e doou o manuscrito original da Teoria da Relatividade de Albert Einstein, exposto em um museu de Jerusalém. E apesar do estilo discreto os últimos anos trouxeram danos à imagem de Joseph Safra. Apenas em 2015, o sobrenome Safra foi citado na Operação Zelotes (a justiça encerrou a ação penal por falta de provas) e na lista de clientes da empresa de consultoria do ex-ministro Antônio Palocci, que é alvo da operação Lava Jato.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas alterações ao longo dos anos. Em relação ao símbolo as principais mudanças foram a cor, que recentemente se tornou azul-escuro, assim como todo logotipo. Apesar de não alterar a tipografia de letra, o logotipo foi simplificado com a eliminação da palavra banco.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: 1955 
● Fundador: Jacob Safra 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Banco Safra S.A. 
● Capital aberto: Não (subsidiária do J. Safra Group) 
● CEO: Alberto Corsetti 
● Faturamento: R$ 6.14 bilhões (2019) 
● Lucro: R$ 2.21 bilhões (2019) 
● Agências: 112 
● Presença global: 25 países (através do Grupo J. Safra) 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 8.350 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Banco de varejo, empréstimos, investimentos e meios de pagamento 
● Concorrentes diretos: Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil, BTG Pactual, XP Investimentos, Cielo e Rede 
● Slogan: Tradição secular de segurança. 
● Website: www.safra.com.br 

A marca no mundo 
Atualmente o Banco Safra, 4ª maior instituição financeira privada do país considerando-se seus totais de ativos sob gestão (R$ 233 bilhões em maio de 2020), tem aproximadamente 2 milhões de clientes e atua como banco múltiplo oferecendo uma ampla linha de produtos e serviços financeiros customizados para empresas e pessoas físicas, através de uma rede de 112 agências localizadas nas principais cidades brasileiras. O Banco Safra é de propriedade integral do Grupo Safra, presente em 165 cidades de 25 países, que engloba o banco suíço J. Safra Sarasin (oferece serviços de investimento, finanças corporativas e análise financeira), o Safra National Bank of New York (um banco comercial de serviço completo, envolvido em operações bancárias internacionais) e a Chiquita Brands (empresa considerada a maior cultivadora e distribuidora de bananas do planeta) e propriedades imobiliárias nos Estados Unidos. 

Você sabia? 
No Brasil o Banco Safra costuma ficar atrás somente do Itaú no quesito rentabilidade sobre o patrimônio líquido. 
A sede do banco é um dos ícones da Avenida Paulista: um edifício de 24 andares com uma imponente fachada revestida de granito marrom, localizada no número 2.100, na esquina com a Rua Augusta. 
Ao longo de quase sete décadas, a família Safra conseguiu construir a imagem de que seu banco é blindado a crises. Um conselho de Jacob, o fundador, acabou virando o lema do grupo: “Se você escolhe navegar os mares das finanças, construa um banco como construiria um barco, com a força para navegar em segurança em meio às maiores tormentas”


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Isto é Dinheiro, Época Negócios, Veja e Exame), jornais (Valor Econômico, Folha e Estadão), sites financeiros (InfoMoney e Seu Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 19/5/2020

12.9.18

MORGAN STANLEY


Muito mais que uma das mais respeitadas grifes do segmento financeiro americano, o banco de investimento Morgan Stanley tem uma imagem sólida e tradicional entre milhares de investidores. Desde a sua fundação tem ajudado a redefinir o significado de serviços financeiros, continuamente inovado ao assessorar seus clientes em transações estratégicas, sendo pioneiro na expansão global dos mercados financeiros e de capital e oferecendo novas oportunidades para investidores individuais e institucionais. 

A história 
Um dos mais tradicionais bancos de investimento dos Estados Unidos surgiu em meio a Grande Depressão Econômica que assolava o país na década de 1930. Para conter a terrível crise econômica o governo americano criou uma nova legislação (conhecida como Lei Glass-Steagall) que obrigou os bancos do país a dividir suas operações entre banco comercial e banco de investimento, proibindo assim que esses dois negócios ficassem sob uma única entidade controladora. Como resposta, o poderoso J.P. Morgan decidiu manter suas operações como banco comercial, e através de alguns ex-funcionários como Henry Sturgis Morgan, neto do mítico banqueiro J.P. Morgan e formado na tradicional universidade de Harvard, Harold Stanley e Perry Hall, foi fundado o Morgan Stanley para lidar com as operações relacionadas ao banco de investimento. O novo banco abriu suas portas oficialmente ao público no dia 16 de setembro de 1935, localizado no número 2 de Wall Street, em Nova York. A extensa experiência dos executivos do Morgan Stanley foi uma chave para o sucesso imediato da empresa. Com isso, os clientes iniciais incluíam quase metade das 50 maiores empresas do país, entre as quais a Exxon, a General Motors e a General Electric. Em seu primeiro ano, o banco alcançou 24% de participação de mercado (US$ 1.1 bilhões) em ofertas públicas e privadas.


Em 1938, o banco foi nomeado como subscritor líder na emissão de debêntures do governo americano. Pouco depois, em 1941, realizou uma reorganização para permitir que se aventurasse no segmento de valores mobiliários. No ano seguinte, o Morgan Stanley ingressou na Bolsa de Valores de Nova York. A Segunda Guerra Mundial praticamente paralisou o setor de valores mobiliários. Durante este difícil período, o Morgan Stanley sobreviveu com comissões de corretagem e honorários de consultoria. Após o término da guerra, o banco rapidamente restabeleceu seus relacionamentos comerciais. Entre 1951 e 1961, o Morgan Stanley esteve envolvido em uma série de financiamentos públicos. Eles incluíram o co-gerenciamento dos bônus de US$ 50 milhões do Banco Mundial, a emissão de títulos da GM no valor de US$ 300 milhões, a oferta de US$ 231 milhões da IBM e a oferta de dívida de US$ 250 milhões da AT&T. Em 1964, de forma pioneira, o Morgan Stanley criou o primeiro modelo de computador viável para análises financeiras. Em 1966 estabeleceu uma subsidiária francesa para ampliar suas operações internacionais, que gerenciou e participou de subscrições de títulos estrangeiros. Pouco depois, em 1969, o Morgan Stanley ingressou mais pesado no financiamento imobiliário quando comprou uma participação majoritária na Brooks, Harvey & Company, que atuava no ramo de assessoria e financiamento de empreendimentos imobiliários por mais de 50 anos.


O banco criou um departamento de fusões e aquisições em 1972 para ajudar seus clientes a encontrar e avaliar metas de aquisição adequadas e fornecer planejamento estratégico para concluir os negócios. No ano seguinte abriu um departamento de pesquisa e ingressou nos mercados de ações em larga escala. A divisão de gestão de ativos do Morgan Stanley, que começou em 1975, tornou-se um forte produtor de receita para o banco. E as mudanças não pararam por aí: em 1977 começou a oferecer serviços individuais de investimento para pessoas ricas e investidores institucionais menores. A década de 1980 foi marcada pela pesada concorrência no segmento enfrentada pelo Morgan Stanley, especialmente do Salomon Brothers e do Goldman Sachs, que começaram a negociar papéis comerciais, títulos lastreados em hipotecas e moedas estrangeiras. O Morgan Stanley relutou muito em ingressar nessas áreas e foi superado por seus rivais. Em 1986, buscando atender às demandas do mercado cada vez mais complexo, o Morgan Stanley abriu seu capital na Bolsa de Valores para ampliar sua base de capital. No final desta década, o tradicional banco já havia recuperado sua posição frente aos concorrentes. A década de 1990 teve início com grandes expansões na Europa e nas economias emergente. Em 1996, demonstrando grande vigor financeiro, adquiriu a empresa de fundos mútuos Van Kampen American Capital. Pouco depois, no dia 5 de fevereiro de 1997, como resultado da fusão do Morgan Stanley com a Dean Witter Discover & Co. (divisão de serviços financeiros da loja de departamento Sears Roebuck) foi adotado o nome de Morgan Stanley Dean Witter, que passou a oferecer serviços completos de títulos institucionais, gestão de patrimônios e gestão de investimentos. O banco mudou seu nome de volta para Morgan Stanley em 2001.


No final de 2006, após divulgar os lucros do 4º trimestre, o Morgan Stanley anunciou o desmembramento de sua unidade Discover Card (emissora de cartões). Durante a grave crise financeira, o Morgan Stanley supostamente perdeu 80% de seu valor de mercado entre 2007 e 2008. Isto porque o Morgan Stanley divulgou uma baixa contábil de US$ 9.4 bilhões devido a maus investimentos em dívidas relacionadas a hipotecas, o que gerou o primeiro prejuízo trimestral em seus 73 anos de história. Para sobreviver à crise, o banco recebeu grandes injeções de capital de várias instituições, como China Investment Corporation e Mitsubishi UFJ Financial Group, o maior banco do Japão. Além disso, o Tesouro Americano fez US$ 10 bilhões em investimentos de capital no Morgan Stanley como parte do resgate do governo para instituições financeiras com problemas. Pouco depois, em 2009, o Morgan Stanley fez uma joint-venture com o Citigroup, formando o Morgan Stanley Smith Barney, então maior banco de investimento do mundo com 18.000 corretores de valores e ativos superiores a US$ 1.7 trilhões. Em junho de 2013, o Morgan Stanley concluiu a compra da participação de 35% do Citigroup na unidade de corretagem Smith Barney.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas alterações ao longo dos anos. Em 1997, após a fusão com a Dean Witter, foi apresentada uma nova identidade visual, que no ano de 2000 passou por uma atualização. Pouco depois, em 2001, o banco voltou a se chamar apenas Morgan Stanley e adotou um novo logotipo. A atual identidade visual da marca foi apresentada em 2006 e ganhou uma aparência mais limpa e sóbria.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 16 de setembro de 1935 
● Fundador: Henry Sturgis Morgan, Harold Stanley e Perry Hall 
● Sede mundial: New York City, New York, Estados Unidos 
● Proprietário da marca: Morgan Stanley & Co. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman & CEO: James P. Gorman 
● Presidente: Colm Kelleher 
● Faturamento: US$ 37.9 bilhões (2017) 
● Lucro: US$ 7.1 bilhões (2017) 
● Valor de mercado: US$ 83.2 bilhões (setembro/2018) 
● Valor da marca: US$ 8.205 bilhões (2017) 
● Funcionários: 57.600 
● Presença global: 42 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Gestão de patrimônio e investimentos 
● Concorrentes diretos: Goldman Sachs, Merrill Lynch, UBS, J.P. Morgan, Charles Schwab, Credit Suisse e Citibank 
● Slogan: World wise. 
● Website: www.morganstanley.com 

O valor 
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MORGAN STANLEY está avaliada em US$ 8.205 bilhões, ocupando a posição de número 63 no ranking das marcas mais valiosas do mundo. 

A marca no mundo 
Atualmente o banco de investimento Morgan Stanley opera em 42 países, possuí mais de 1.300 escritórios e 57.600 funcionários ao redor do mundo. Com faturamento superior a US$ 37.9 bilhões em 2017, oferece gestão de ativos e investimentos, além de corretagem para governos, instituições financeiras e pessoas físicas. Hoje em dia o Morgan Stanley, sexto maior banco do mercado americano em termos de ativos, gerencia ativos no valor de US$ 850 bilhões. 

Você sabia? 
O Morgan Stanley perdeu treze funcionários durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001: Thomas F. Swift, Wesley Mercer, Jennifer de Jesus, Joseph DiPilato, Nolbert Salomon, Godwin Forde, Steve R. Strauss, Lindsay C. Herkness, Albert Joseph, Jorge Velazquez, Titus Davidson, Charles Laurencin e o diretor de segurança Rick Rescorla. 
Nos últimos anos, o Morgan Stanley atuou como subscritor em alguns dos maiores IPOs (sigla para abertura de capital) de tecnologia, incluindo Netscape, Cisco, Broadcom, VeriSign, Groupon, Salesforce, Compaq e Google


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 12/9/2018

7.6.16

BNP PARIBAS


Ao colocar o cliente no centro de suas operações, o francês BNP PARIBAS, que se autointitula “um banco para um mundo em mudança”, posiciona-se como uma empresa responsável a serviço dos seus clientes. O banco define-se pela sua abordagem rigorosa à gestão de riscos, capacidade de adaptação e capacidade de inovação. 

A história 
A história do BNP PARIBAS é antiga e recheada de fusões e aquisições. Tudo começou no dia 7 de março de 1848 com a formação do Comptoir National d’Escompte de Paris, ou banco de desconto, estabelecido para tratar de uma grave crise econômica e bancária que afetava a França na época. Conhecido pela sigla CNEP e especializado em financiamento de comércio internacional, este banco começou a estabelecer em 1860 a sua rede de agências internacionais, especialmente na Ásia. O CNEP se tornou um dos primeiros bancos especializado em finanças corporativas e mercados financeiros. Já o Comptoir d’Escompte de Mulhouse, fundado também 1848 por iniciativa de empresários têxteis foi tomado por sua subsidiária, o Banque Nationale de Crédit, em 1930. Empresa esta, que naufragou durante a séria crise econômica de 1932 e foi relançada sob o nome de Banque Nationale pour le Commerce et l’Industrie (BNCI). O BNCI era notável por sua abordagem comercial e dinâmica, suas inovações e a criação de uma rede internacional com sede na África.


Em 1945, o CNEP e o BNCI foram nacionalizados e a fusão ocorreu em 1966 para formar o primeiro banco estatal francês, o Banque Nationale de Paris (conhecido pela abreviação de BNP). O BNP representava o acesso ao sistema bancário para a população francesa em uma maior escala. Em 1993, o BNP foi privatizado sob a liderança de Michel Pébereau, que transformou profundamente a instituição em um líder bancário. Finalmente, em 1999, após uma intensa batalha no mercado, o BNP tomou o controle do PARIBAS, que foi fundado em 1872 (chamado então de Banque de Paris et des Pays-Bas) e rapidamente se tornou o principal banco de investimento francês, especialmente pelo imediato sucesso ao emitir 3 bilhões de francos em bônus para a França pagar as indenizações ao recém-nascido Império Alemão por conta da Guerra Franco Prussiana de 1870. Ele detinha também participações em um grande número de empresas e era especializado nos mercados financeiros e no financiamento de infraestrutura. Além disso, apesar de na Segunda Guerra Mundial perder muitos ativos, conseguiu se sair bem em 1946 e escapou da nacionalização dos bancos comerciais franceses ao se apresentar como banco de investimento.


Exatamente no dia 23 de maio de 2000 foi oficialmente formado o BNP PARIBAS, que nos anos seguintes, internacionalizou suas operações e se tornou um forte líder no sistema financeiro europeu, após a integração ou aquisição de outros importantes bancos, como por exemplo, em 2001 com a compra do Bank of the West, fundado nos Estados Unidos em 1874; em 2006 com a BNL, Banca Nazionale del Lavoro, criada na Itália em 1913; em 2009 com as operações bancárias do Fortis, fundado em 1822 sob o nome de Société Générale de Belgique e o BGL, Banque Générale du Luxembourg, criado em 1919; e em 2010 com o TEB na Turquia, originado antes de 1927.


Atualmente o BNP PARIBAS, líder em serviços bancários e financeiros na Europa, atua em três atividades principais complementares, proporcionando força estratégica e assegurando a solidez financeira do grupo: Banco de Varejo, Soluções de Investimento e Corporate & Institutional Banking (oferece para empresas, instituições e clientes do setor público uma vasta gama de produtos, serviços bancários diários para produtos de valor agregado e soluções sofisticadas de investimento). O banco ainda conta com subsidiárias como BNP PARIBAS REAL STATE (oferece seis linhas de negócio que cobrem todo o ciclo de propriedade, como desenvolvimento, transação, consultoria, avaliação, gestão de propriedade e gestão de investimentos), ARVAL (fundada em 1989, oferece soluções inteligentes para frotas de veículos corporativos, sendo reconhecida mundialmente em mais de 39 países), BNP PARIBAS CARDIF (oferece uma completa gama de seguros de vida, financeiro, automóveis, propriedade, garantia estendida e planos de previdência em mais de 40 países, com forte atuação nos mercados da Europa, Ásia e América Latina) e CETELEM (presente em 80 países oferece empréstimos pessoais, financiamentos, crédito imobiliário e crédito consignado).


Já no Brasil, onde está presente desde 1950, o tradicional banco francês oferece uma extensa gama de serviços e produtos através de suas três principais áreas de negócios no país: BNP PARIBAS Asset Management (tem papel de destaque na indústria de fundos de investimento do país, com produtos competitivos para clientes no Brasil e no exterior e crescimento contínuo em seu volume de ativos administrados), BNP PARIBAS Corporate & Institutional Banking (estruturada para prestar atendimento especializado a clientes de todos os setores, oferecendo produtos e serviços financeiros com abordagem técnica diferenciada e total sinergia no relacionamento) e BNP PARIBAS Wealth Management (este segmento de administração de fortunas está ao lado de seus clientes ajudando-os a proteger, valorizar e aumentar a sua riqueza).


Parceiro mundial do tênis 
O BNP PARIBAS é um forte parceiro do tênis no mundo todo. Ao fazer do tênis parte importante de sua estratégia de comunicação e marketing, o banco francês antecipou a popularidade do esporte que começou a ganhar destaque no início dos anos de 1980. A marca está ligada ao tênis desde 1971, quando criou uma agência temporária em Roland Garros e, em 1987, quando passou a contar com uma agência permanente no local. Já o primeiro acordo com a Federação Francesa de Tênis foi assinado em 1973, parceria que hoje, vai além do patrocínio de torneios abertos franceses. Além de patrocinar torneios consagrados, o BNP PARIBAS também apoia outras categorias - de crianças a profissionais - patrocinando escolas francesas de tênis em conjunto com a Federação Francesa do esporte. Em fevereiro de 2001, o banco francês e a Federação Internacional de Tênis (ITF) assinaram um acordo que fez do BNP PARIBAS o patrocinador oficial da Copa Davis. Em 2011, o banco lançou o WE ARE TENNIS, um completo portal inteiramente dedicado as notícias do tênis, que fornece aos fãs do esporte constantes informações sobre eventos, tanto profissionais como amadores, e completa cobertura de todos os principais torneios mundiais. O portal ainda oferece a chance de ganhar ingressos para os torneios patrocinados pelo BNP PARIBAS, como por exemplo, Roland Garros, Masters 1000 de Indian Wells, Masters 1000 de Monte Carlo, Masters 1000 de Paris, Masters 1000 de Roma, entre outros.


A evolução visual 
O tradicional logotipo da marca francesa foi criado em 2000, resultado da fusão dos bancos BNP e PARIBAS. O logotipo é representado por quatro estrelas em movimento, a última transformada em um pássaro estilizado, que simbolizam os quatro valores da marca: compromisso, reação, ambição e criatividade. A cor verde do BNP foi mantida no novo logotipo.


Em 2007 o logotipo passou por uma atualização, quando os símbolos se tornaram brancos e foram inseridos dentro de um quadrado verde (que ganhou um tom mais escuro). Em 2009 o quadrado ganhou sombras e reflexos, adquirindo uma imagem mais moderna e impactante.


Os slogans 
La banque d’un monde qui change. (França) 
The bank for a changing world. (inglês) 
O banco para um mundo em mudança. (Brasil) 
Keep reaching. (2010) 
Straight Talking. (2010)


Dados corporativos 
● Origem: França 
● Fundação: 23 de maio de 2000 
● Fundador: Fusão dos bancos BNP e Paribas 
● Sede mundial: Paris, França 
● Proprietário da marca: BNP Paribas S.A. 
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Jean Lemierre 
● CEO: Jean-Laurent Bonnafé 
● Faturamento: €42.9 bilhões (2015) 
● Lucro: €6.7 bilhões (2015) 
● Valor de mercado: €58.8 bilhões (junho/2016) 
● Agências: 7.000 
● Presença global: 75 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 189.000 
● Segmento: Financeiro 
● Principais produtos: Banco de varejo, banco corporativo, seguros e investimentos pessoais 
● Concorrentes diretos: Société Générale, Crédit Agricole, LCL, Credit Suisse, Barclays, HSBC, UBS, Santander e Deutsche Bank 
● Ícones: As estrelas em movimento 
● Slogan: The bank for a changing world. 
● Website: www.bnpparibas.com.br 

A marca no mundo 
O BNP PARIBAS, um dos maiores e mais sólidos bancos do mundo, e um dos principais da Zona do Euro em termos de lucros, capital e valor de mercado, oferece uma completa gama de serviços financeiros (varejo, corporativo, leasing, seguros e investimentos pessoais) para mais de 32 milhões de clientes individuais, além de 1 milhão de clientes corporativos, em mais de 75 países. O banco, que em 2015 alcançou faturamento de €42.9 bilhões, tem 7.000 agências, sendo mais de 4.800 no continente europeu. Hoje em dia, 75% de seu faturamento vêm da Europa, especialmente de países como Bélgica, França, Itália e Luxemburgo. 

Você sabia? 
Com operações nos cinco continentes, tendo iniciado sua trajetória há mais de um século, o BNP PARIBAS é hoje um banco verdadeiramente global. Ajudou a construir muitas das grandes economias da Europa e contribui para o desenvolvimento econômico nas Américas, na África, no Oriente Médio e na região Ásia-Pacífico. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 7/6/2016