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14.2.11

NANDO'S


Imagine uma rede de restaurantes casuais que surgiu na África do Sul, que tem como símbolo principal o tradicional galo de Barcelos e serve pratos portugueses com influência africana. Nada de bacalhoada ou batata assada. A principal estrela do cardápio é um frango grelhado com molho pra lá de apimentado. Assim é a NANDO’S, uma das redes de alimentação que mais crescem no mundo. 

A história 
A história começou com Fernando Duarte, um português natural da cidade do Porto que chegou à África do Sul com apenas quatro anos. O pai, proprietário de uma empresa de construção civil, enviou-o para Moçambique para aprender a falar português. Ele regressou a Joanesburgo com 16 anos e, em 1985, foi admitido em uma empresa de eletrônica chamada Teltron. Decorridos dois anos a empresa foi vendida, e Fernando, que optou em permanecer na África do Sul, se associou a Robert Brozin, filho do proprietário da Teltron, para comprar um restaurante chamado Chickenland, em Rosentteville, um pequeno subúrbio reduto da comunidade portuguesa de Joanesburgo. A especialidade do restaurante era o frango assado na brasa, extremamente popular entre os imigrantes de Moçambique e Angola.


No mês de setembro de 1987, o restaurante adotou um novo nome, NANDO’S CHICKENLAND, uma clara alusão ao apelido de um de seus fundadores, Fernando; e ganhou nova decoração, inspirada na vibrante atmosfera de populares estabelecimentos casuais existentes em Angola, Moçambique e Portugal. O tradicional galo de Barcelos se tornou símbolo do restaurante. O “novo” restaurante casual rapidamente se tornou popular pelo frango grelhado com peri-peri (à base de pimentões picados, pimenta, casca de frutas cítricas, cebola, alho, sal, suco de limão, louro, páprica, pimentão, manjericão, orégano e estragão), que os angolanos chamam de “gindungo”. Os clientes podiam escolher a intensidade da pimenta nos molhos.


Nos anos seguintes a rede, que abriu novos restaurantes pelo país e se tornou popular, se posicionou como alternativa saudável contra as tradicionais redes de alimentação rápida ganhando rápida participação no mercado sul-africano. Ao contrário do que acontecia na maioria dos estabelecimentos concorrentes, os frangos eram grelhados em fogão a gás, e o que pareceu inicialmente uma desvantagem, não ser assado no carvão, permitiu a uniformização dos restaurantes e um crescimento rápido.


A década de 1990 foi marcada pela forte expansão internacional da rede, com a inauguração de restaurantes na Austrália (1990), Inglaterra (1992), Zimbábue (1993), Canadá (1994), Namíbia (1995) e Malásia (1998). A Inglaterra se tornaria o maior mercado da rede no mundo. Com a expansão da rede, o cardápio também ganhou novas opções como saladas, entradas tipicamente portuguesas, hambúrgueres, wraps e novos sabores do molho peri-peri (como por exemplo, manga com limão ou limão com ervas), que devido ao enorme sucesso passaram a serem comercializados em garrafas, tanto nos restaurantes da rede como em alguns supermercados. Além disso, nos últimos anos a marca lançou uma linha de batatas frita com várias opções de molho peri-peri (se fala pêri-pêri), especialmente criada para ser comercializada em supermercados. Finalmente, em julho de 2008, a rede ingressou no enorme e voraz mercado americano com a inauguração de um restaurante na capital Washington.


Cada unidade da NANDO’S funciona de maneira um pouco diferente da maioria dos restaurantes do segmento. Por exemplo, os clientes precisam ir até o balcão para fazer pedido, pegar eles mesmos os talheres, molhos e refrigerante. A ideia é que as pessoas se sintam à vontade, como se estivessem em casa. Na hora do pedido, é preciso também escolher o quão apimentado o cliente quer o prato: os níveis vão do “plain”, ou seja, sem molho, passam pelos molhos mais leves de lima com ervas ou manga com limão, e sobem para médio, hot (picante) e extra hot (muito picante). Os frangos (peito, asa, coxa ou até inteiro) podem ser pedidos sozinhos ou com até dois acompanhamentos: “Chips” (cortadas fininho, com ou sem sal à base do molho peri-peri), “Spicy Rice” (arroz apimentado), “Coleslaw” (salada de repolho), “Corn on the Cob” (um gigante sabugo de milho grelhado), “Garlic Bread” (pão de alho) e “Creamy Mash” (purê de batatas). O tema de cada unidade da rede também segue um padrão: chamado de afro-luso, a inspiração vem dos países que falam português, como Moçambique, Angola, Cabo Verde e Brasil. A trilha sonora inclui até músicas da Ivete Sangalo. Os diferentes itens do cardápio incluem o tradicional frango assado em pedaços, sanduíches com filé, filés desossados, arroz levemente apimentado, purê de batata, espiga de milho na brasa, saladas, entre outras coisas. As mais recentes novidades incluem o “Churrasco Burger”, feito com filé de coxa e batatas-doce fritas.


Na África do Sul, os empregados da rede, chamados carinhosamente de “Nandocas”, sabem de cor e salteado a história dos dois principais símbolos da marca: o galo de Barcelos e o escudo da bandeira portuguesa, que estão presente nos letreiros dos restaurantes, que proclamam: “The home of legendary Portuguese peri-peri chicken”. A marca se tornou conhecida através de suas campanhas publicitárias polêmicas e bem-humoradas, como uma que utilizou a expressão “Portugasmo”, ou seja, orgasmo comendo frango grelhado à portuguesa com o afrodisíaco peri-peri.


As aves consumidas na rede NANDO’S são criadas durante 41 dias até atingirem o peso ideal, aproximadamente 800 gramas. Depois são abatidas e ficam 24 horas em uma marinada (descansando), cuja fórmula é mantida em total segredo. São consumidas anualmente mais de 15 toneladas dessa marinada, produzida em uma fábrica que a empresa construiu em Durban, associada à multinacional americana McCormick.


As estrelas picantes 
Uma das principais estrelas do cardápio da NANDO’S são os famosos molhos picantes de seus frangos. Ao longo dos anos os molhos com base de peri-peri fizeram tanto sucesso que foram lançados para venda no segmento de varejo, criando assim mais uma forte fonte de receita para a rede. Uma receita afro-lusa que mistura a pimenta African Bird’s Eye Chilli (ou “diabo vermelho africano”), limão-siciliano, ervas, temperos e um toque de alho em um sabor único e viciante. Essa linha de molhos picantes conquistou a liderança de mercado no Reino Unido, Austrália e África do Sul.


Em julho de 2015, a linha de molhos foi lançada no mercado brasileiro. Entre os sabores disponíveis: Lemon & Herb (extra suave com limão e salsa), Mild (levemente apimentado), Medium (meio picante), Garlic (meio picante com alho), Hot (picante) e Extra Hot (muito picante). A rede tem o famoso PERi-o-meter, uma escala própria (em formato de pimenta) que mostra o nível de picância de cada um de seus tradicionais molhos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca NANDO’S passou por algumas alterações ao longo dos tempos. A primeira modificação ocorreu no início da década de 1990 quando a palavra “chickenland” foi retirada e uma nova tipografia de letra adotada. Depois de mais uma modificação em 1998, recentemente, em 2016, a marca apresentou um novo logotipo, mais simples e limpo visualmente. O design do principal ícone da marca, o galo de Barcelos, protagonista de uma famosa lenda em Portugal, foi apenas modernizado.


Os slogans 
Flame Grilled Peri Peri Chicken. 
The home of legendary Portuguese peri-peri chicken. 
A taste of Portugal. 
Eat Interesting. (linha de molhos)


Dados corporativos 
● Origem: África do Sul 
● Fundação: 1987 
● Fundador: Fernando Duarte e Robert Brozin 
● Sede mundial: Joanesburgo, África do Sul 
● Proprietário da marca: Nando’s Group Holdings Ltd. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Robert Enthoven 
● Faturamento: US$ 1.8 bilhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 1.051 
● Presença global: 30 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 15.000 
● Segmento: Restaurantes casuais 
● Principais produtos: Frangos grelhados, molhos de pimenta e saladas 
● Concorrentes diretos: KFC, Pollo Campero, Chick-Fil-A, Church’s Chicken e Popeyes 
● Ícones: O “galo de Barcelos” e os molhos picantes 
● Slogan: The home of legendary Portuguese peri-peri chicken. 
● Website: www.nandos.com 

A marca no mundo 
Atualmente, a rede de restaurantes casuais possui mais de 1.050 estabelecimentos, próprios e franqueados, espalhados por 30 países do mundo como África do Sul, Austrália, Reino Unido (onde existem mais de 315 unidades), Paquistão, Índia, Estados Unidos, Arábia Saudita, Índia e Canadá. Somente na África do Sul, aproximadamente 40 milhões de pessoas comem nos restaurantes da rede todos os anos. Nas nações árabes, como Paquistão, Emirados Árabes Unidos e Qatar, chegam a ser servidas 30 mil refeições diárias e o número não chega a diminuir nem na época do Ramadã. No Canadá a rede promove há vários anos um festival chamado “cerveja e galinha africana”, com 200 diferentes tipos de cervejas, realizado nos dias 9 e 10 de junho. 

Você sabia? 
● Apesar da origem portuguesa, a rede NANDO’S fracassou ao tentar ingressar no mercado português, onde abriu dois restaurantes, que fecharam em poucos anos. A principal razão apontada para o fracasso é que o frango peri-peri é extremamente popular no país, sendo encontrado em qualquer restaurante da esquina. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), jornais (O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Última atualização em 7/3/2016

26.9.06

SOUTH AFRICAN AIRWAYS


Voar pela SOUTH AFRICAN AIRWAYS, maior companhia aérea do continente africano, é vivenciar uma experiência cheia de hospitalidade, alegria, tecnologia e conforto. Com modernos aviões, serviços confortáveis e uma equipe de bordo atenciosa e hospitaleira não é surpresa nenhuma que milhões de pessoas por ano escolham a SOUTH AFRICAN AIRWAYS para chegar e partir do velho continente. 

A história 
A companhia aérea foi fundada no dia 1 de fevereiro de 1934 depois que o governo sul-africano assumiu os aviões e rotas da empresa Union Airways, que até então operava serviços de correio aéreo entre as cidades de Joanesburgo, Cidade do Cabo, Durban e Port Elizabeth desde 1929. A nova companhia aérea assumiu a designação de SOUTH AFRICAN AIRWAYS (também conhecida pela abreviatura SAA) e ficou sob a administração do departamento de administração de Ferrovias e Portos da África do Sul. A empresa iniciou seus voos naquele mesmo ano com uma aeronave Junkers F-13, monomotor fabricado na Alemanha, e apenas 40 funcionários. Pouco tempo depois adicionou mais dois aviões a sua frota e começou a voar em rotas não regulares, chamadas de “charters”, entre as cidades de Cape Town (Cidade do Cabo), Durban e Joanesburgo. Um ano mais tarde, comprou a South West African Airways, uma pequena empresa aérea que também operava voos postais entre Windhoek e Kimberley.


Na década de 1930, a companhia aérea, já com uma frota composta por 11 aeronaves, iniciou voos internacionais para o Quênia e Uganda. Pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial a empresa já servia destinos domésticos e internacionais. Com o fim do conflito mundial, a SOUTH AFRICAN AIRWAYS reiniciou as rotas domésticas e, pouco depois, os primeiros voos internacionais utilizando aeronaves Avro York com destino a cidades como Nairobi, capital do Quênia, e Cairo, capital do Egito. Pouco depois, no mês de novembro, iniciou voos entre as cidades de Joanesburgo e Bournemouth (a 170 km de Londres), em cooperação com a BOAC, conhecidos como Springbok Services, nome que derivava do símbolo escolhido pela empresa, uma espécie de antílope chamado em africâner de Springbok. A rota também recebeu este nome pela maneira como eram realizados os voos, em vários “saltos” (escalas), até chegar a Bournemouth (levava 34 horas), lembrando muito o estilo de locomoção desses elegantes antílopes. Em 1947 a frota da SOUTH AFRICAN AIRWAYS já era composta de 41 aeronaves.


No início da próxima década foram entregues os primeiros aviões Lockheed Constellation, usados na rotas para a cidade de Londres. Em 1953 a companhia arrendou seus primeiros equipamentos a jato, do tipo Comet 1 (da BOAC), sendo a segunda empresa aérea do mundo à utilizá-los, sempre nos voos para Londres. Pouco depois, em 1957, se tornou a primeira companhia aérea fora dos Estados Unidos a receber aeronaves Douglas DC-7B, usados para as rotas internacionais. Ainda este ano, no mês de novembro, a companhia aérea realizou os primeiros voos para a cidade australiana de Perth, um serviço que ficaria conhecido como Wallaby. Em 1960, voltou a operar aviões a jato, desta vez aeronaves próprias, do tipo Boeing 707, que no ano seguinte serviam a rota para Atenas na Grécia. Em 1968, realizou um voo inaugural de Joanesburgo para o Rio de Janeiro com um Boeing 707. Pouco depois, em fevereiro de 1969, inaugurou voos para Nova York, via Rio de Janeiro. Além disso, foi o primeiro ano em que a SAA transportou mais de um milhão de passageiros.


O marco mais importante da década de 1970 foi o início dos voos para o continente asiático, com aviões Boeing 747 voando para Hong Kong. Além disso, no dia 23 de março de 1976, um Boeing 747SP (special performance) da SAA estabeleceu um recorde de voo comercial sem escalas mais longo ao voar de Seattle para a Cidade do Cabo, uma distância de 16.560 km percorrida em 17 horas e 22 minutos. E pouco depois, em 6 de janeiro de 1977, esse mesmo modelo de avião fez seu primeiro voo agendado entre Joanesburgo e Sydney. O voo ofereceu entretenimento em áudio e filmes a bordo. Apesar disso, a década foi marcada pelo início da proibição de que a SAA utilizasse espaço aéreo em alguns países, em virtude do regime político adotado pelos sul-africanos (conhecido como Apartheid), o que fez com que a empresa crescesse lentamente e sofresse prejuízos. Em abril de 1981, a SAA apresentou um serviço de três classes para um voo australiano. Apesar desta novidade, a década foi marcada por um período de fraco desenvolvimento, estagnação e mais prejuízos, quando grande parte dos países baniu os voos da SAA como represália ao regime segregacionista implementado pelo governo sul-africano. Seus escritórios ao redor do mundo sofreram ataques, e destinos como Perth e Sydney, na Austrália, tiveram que ser retirados das rotas. Outros países, como forma de embargo ao regime, negaram à SAA o direito de sobrevoo em seus espaços aéreos, obrigando a companhia aérea a planejar rotas muito mais longas.


Em abril de 1990, a empresa se tornou uma divisão da Transnet, empresa estatal de transportes do governo sul-africano. No restante da década, com o fim do Apartheid, a SOUTH AFRICAN AIRWAYS começou aos poucos a recuperar sua imagem no mercado internacional, restabeleceu antigas rotas, adicionou novos destinos a sua malha (como por exemplo, Miami, Milão, Manchester e Hamburgo), criou uma subsidiária regional (chamada de AS EXPRESS), comprou modernos aviões, se expandiu para o resto da África (realizando seus primeiros voos para o Egito e Sudão depois de quase três décadas) e da Ásia, e iniciou a venda de bilhetes online em 1997. Além disso, essa década também foi marcada pela atenção aos detalhes: a bordo de voos domésticos, a SAA introduziu cumprimentos multilíngues em inglês, zulu, sotho e africâner. Em voos internacionais, os passageiros eram cumprimentados no idioma relevante do seu destino.


No início do novo milênio, a empresa embarcou em um amplo programa de renovação da frota e escolheu a Airbus como fornecedora. Com isso, em 2002, a empresa anunciou a aquisição de 41 aviões modernos da Airbus, fazendo com que sua frota, nos anos seguintes, fosse modernizada e renovada completamente. A SAA também lançou um sistema de check-in online e um quiosque de autoatendimento, uma maneira mais simples, mais inteligente e mais rápida de os passageiros fazerem esse procedimento. E não parou por aí: começou a operar voos diários para o Brasil no dia 31 de outubro de 2004, utilizando seus novos aviões A340-300E entre as cidades de Joanesburgo e São Paulo. Em 2005, a SAA tornou-se a primeira companhia aérea não saudita com permissão para voar para a Medina e transportar peregrinos muçulmanos para o Haj. Pouco depois, no dia 10 de abril de 2006, a SOUTH AFRICAN AIRWAYS estreou formalmente na Star Alliance, uma das alianças de companhias aéreas globais mais importantes do mundo. No início de 2012, a SAA iniciou voos para Beijing na China. Atualmente é uma companhia aérea global cuja excelência - 15 prêmios consecutivos Skytrax de melhor companhia aérea da África e primeira companhia aérea 4 estrelas da África - foi construída com base na dedicação à excelência e à receptividade à inovação.


A linha do tempo 
1946 
● Introdução dos comissários de bordo em seus voos. 
1948 
● Primeira exibição de filmes de cinema no voo entre Joanesburgo e Cidade do Cabo. 
1952 
● Estreia da rota Joanesburgo/Frankfurt. 
1961 
● Introdução de um voo diurno para Paris em sua malha aérea. 
1971 
● Recebimento de seu primeiro Boeing 747, batizado carinhosamente de “Lebombo”. 
1973 
● No dia 3 de setembro realizou o primeiro voo sem escala partindo da cidade de Joanesburgo com destino a Londres. 
1975 
● Inauguração de seu primeiro lounge para passageiros da primeira classe no aeroporto de Jan Smuts em Joanesburgo. 
1976 
● Introdução dos serviços de carga nos destinos domésticos da companhia aérea. 
1980 
● Início dos voos para Taiwan. 
1985 
● Lançamento no dia 1 de fevereiro da classe executiva em seus voos domésticos. 
1991 
● Realização do primeiro voo para a cidade de Moscou no dia 5 de dezembro. 
1993 
● Introdução de dois voos semanais para Dubai. 
● Lançamento do programa de fidelidade e milhagem VOYAGER, em substituição aos dois anteriores (Frequent Flyer e Prestige Club), que hoje conta com mais de 2.7 milhões de membros. 
2007 
● Lançamento do primeiro voo entre as cidades de Joanesburgo e Munique na Alemanha.


A evolução visual 
Durante muitos anos a companhia aérea utilizou dois nomes em seu logotipo: SOUTH AFRICAN AIRWAYS (SAA) e SUID-AFRIKAANSE LUGDIENS (SAL), este último escrito em africâner. O logotipo era representado por um antílope saltitante (chamado “springbok”). Na década de 1960 foi introduzido um novo logotipo contendo as cores nacionais (laranja, azul e branco), que continuou utilizando os dois nomes.


No dia 22 de março de 1997, a SOUTH AFRICAN AIRWAYS apresentou oficialmente um dos mais bem sucedidos projetos de mudança visual de marca já visto. A nova imagem visual da marca foi completamente baseada nas cores da nova bandeira da África do Sul (vermelho, azul, dourada, preta e verde) além de conter um sol. Mesmo depois de abandonar o logotipo da Gazela Voadora, a SAA manteve a palavra “springbok” (gazela) em seu sinal de chamada de rádio. Esse logotipo passou por algumas modernizações nos anos seguintes. A última delas ocorreu em 2006.


A pintura de seus aviões também acompanhou a evolução visual da marca e passou a utilizar o nome SOUTH AFRICAN AIRWAYS em substituição à Suid-Afrikaanse Lugdiens escrito em africâner.


Os slogans 
Bringing the world to Africa and taking Africa to the world. (2015) 
Fly The South African Dream. 
Explore The African Dream. 
We make the difference. 
Where no-one’s a stranger. 
The fastest way to the land of wonderful contrasts.


Dados corporativos 
● Origem: África do Sul 
● Fundação: 1 de fevereiro de 1934 
● Fundador: Governo sul-africano 
● Sede mundial: Joanesburgo, África do Sul 
● Proprietário da marca: South African Airways Ltd. 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Nolitha Fakude 
● CEO: Vuyani Jarana 
● Faturamento: US$ 2.36 bilhões (2016/2017) 
● Lucro: Não divulgado 
● Frota: 54 aviões 
● Destinos: 37 
● Passageiros transportados: 6.840.523 (2016/2017) 
● Presença global: 26 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 10.070 
● Segmento: Aviação 
● Principais produtos: Aviação comercial e cargueira 
● Concorrentes diretos: Egyptair, British Airways, Qantas Airways, Emirates, Kenya Airways, Royal Air Maroc, Ethiopian Airlines, FlySafair e Kulula 
● Slogan: Bringing the world to Africa and taking Africa to the world. 
● Website: www.flysaa.com 

A marca no mundo 
Atualmente a SOUTH AFRICAN AIRWAYS, maior e melhor companhia aérea do continente africano, opera uma malha para mais de 35 destinos na África, Oriente Médio, Ásia, Europa, Austrália e América do Norte e do Sul, realizando mais de 600 voos regulares por semana, em seus 54 aviões (um das frotas mais avançadas tecnologicamente do mundo com média de idade de 8 anos), que transportam mais de 6.8 milhões de passageiros anualmente. Além disso, a SOUTH AFRICAN CARGO transporta mais de 111 mil toneladas de carga todo ano. O negócio essencial da SAA é a prestação de serviços aéreos de transporte de passageiros e de carga, em conjunto com os serviços relacionados oferecidos pelas subsidiárias: SAA Technical (serviços de manutenção); Mango (a sua transportadora de baixo custo); e a Air Chefs (divisão de catering da SAA). 

Você sabia? 
● Em 2017, a revista de bordo da SAA, batizada de Sawubona, ganhou o prêmio de Principal Revista de Bordo da África pelo terceiro ano consecutivo no World Travel Awards™, através dos votos de profissionais de viagens e turismo em todo o mundo. 
● A SAA costumava batizar seus aviões com nomes de acidentes geográficos do país. 
● Muitas das mais importantes companhias aéreas são clientes da SAA Technical, o maior e o mais avançado fornecedor de serviços de manutenção no continente africano. 
● A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) foi fundada em Havana em abril de 1945 e a SAA tornou-se um dos membros fundadores ativos. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 29/8/2018

8.5.06

AMARULA®


É a essência da África em uma garrafa. Pode ser consumido puro, com gelo ou misturado com outros ingredientes, como por exemplo, café e até sorvetes. Cremoso e com gosto exótico, seu sabor exala o mais puro espírito selvagem da África. O licor cremoso Amarula® é puro feitiço, das suas origens africanas às mesas ao redor do mundo. Tão singelo como os mitos e lendas que lhe deram origem.  

A história  
A história começou no mês de outubro de 1983 quando um sofisticado licor, destilado da exótica fruta de uma árvore da África Subsaariana, chamada maruleira (Sclerocarya birrea), e que resultou em uma bebida clara, estável, rica e macia, foi introduzido no mercado da África do Sul pela pequena empresa Southern Liqueur Company of South Africa, fundada na década de 1930 pelo Major Kosie Marais. A colheita da fruta era feita nos meses de fevereiro e março, suas sementes eram totalmente removidas, a polpa passava por um processo de fermentação, semelhante ao da fabricação de vinhos, em seguida, por uma destilação em alambiques de cobre, e depois envelhecia por dois anos em barris de carvalho franceses.
  

A árvore maruleira, um verdadeiro tesouro botânico do continente africano, é conhecida como “Elephant Tree”, chamada assim pela predileção dos animais por essa fruta, o que explica o elefante no rótulo da garrafa do produto. Inicialmente extremamente limitado ao mercado da África do Sul e sem muito apelo comercial, somente em setembro de 1989 a linha de produtos foi ampliada com o lançamento de uma nova versão da bebida baseada em creme de leite fresco, o Amarula® Cream. O sucesso do produto foi tão galopante, que pouco depois a empresa descontinuou a primeira versão da bebida em favor do novo e delicioso licor cremoso.
  

Em 1994, para atender a uma demanda crescente em diversos mercados mundiais, a empresa começou a exportar o licor cremoso para outros países como Brasil, Canadá, Alemanha e Reino Unido, e depois os Estados Unidos (2002). E não demorou muito para o Amarula® ser considerado um dos melhores licores do mundo por respeitáveis associações internacionais. O produto cresceu rapidamente e se tornou um grande sucesso no mundo inteiro, pois podia ser consumido puro, com pedras de gelo, gelo moído ou ainda como ingrediente em diversos coquetéis, para dar um toque especial ao café, e até mesmo no preparo de deliciosas sobremesas. Ou seja: a grande versatilidade do licor cremoso permitia criações incríveis, tanto no bar como na cozinha. E foi justamente isso o responsável por sua enorme popularidade.
  

Nos anos seguintes, a marca adotou a estratégia de lançar a bebida em edições especiais, muitas delas com brindes e incríveis presentes. Um exemplo aconteceu em 2010, durante a realização da Copa do Mundo de Futebol, quando a marca criou uma versão especial da sua embalagem para o torneio: a garrafa ganhou uma cor mais escura e o elefante do rótulo foi substituído por uma taça da Copa do Mundo. Além disso, a empresa licenciou a marca Amarula® para ser utilizada em outras categorias de produtos, como por exemplo, chocolates com recheio feito do tradicional licor. Depois adotou um novo posicionamento de mercado para se consolidar como uma marca de bebida premium, perfeita para ser consumida em casa, no bar, em um momento de lazer entre amigos ou até mesmo para relaxar. Extremamente versátil, o Amarula® passou a ter o consumo comparável a um ritual, seja como aperitivo, opção para depois do jantar, como ingrediente em drinques, misturado ao café ou a vodca, ou simplesmente puro, para marcar uma ocasião especial.
  

Para celebrar os 25 anos de história da marca, em 2014 foi lançado o Amarula® Gold, uma bebida com 30% de teor alcoólico, aromatizada vibrantemente com o suco da fruta marula, notas apimentadas e com uma textura extremamente macia, que combinava muito bem com gelo, soda ou suco de maçã. Em 2018, a marca voltou a expandir sua linha de produtos com a introdução do Amarula® Vanilla Spice, um licor cremoso feito com a fruta marula, baunilha de Madagascar e gengibre da Nigéria. Pouco depois, em 2019, foi lançado o Amarula® Raspberry, o tradicional licor cremoso que combina a tradicional fruta marula com notas de framboesa, chocolate branco e extrato de baobá africano. Com a estratégia de ampliar seu público consumidor, em 2021 a marca criou e lançou o Amarula® Vegan, o tradicional licor com formulação à base de plantas, que ao invés de utilizar o creme de leite de origem animal (como a versão tradicional), usa óleo de coco para garantir a textura cremosa, além de proteína de soja e maltodextrina.
   

Além disso, com o sucesso das versões saborizadas introduzidas nos anos anteriores, a marca ampliou ainda mais essa linha com o lançamento do Amarula® Ethiopian Coffee (2021), variação do tradicional licor cremoso que combina a fruta marula com grãos de café Arábica de origem única da Etiópia; e do Amarula® Chocolate (2022), um licor cremoso premium com um sabor aveludado de chocolate ao leite. Mas apesar de tanto sucesso, a empresa experimentou um fracasso ao tentar expandir a marca para outra categoria de bebida alcoólica, como por exemplo, em 2022 quando lançou no mercado europeu o Amarula® African Gin, o único gim comercial destilado da fruta marula e botânicos. O gim foi um fracasso redundante e foi retirado do mercado pouco depois. Mais recentemente, em 2023, a marca passou a atuar em um cenário internacional mais amplo após a aquisição de sua proprietária (Distell Group) pela Heineken Beverages, subsidiária africana da tradicional cervejaria holandesa.
  

A icônica garrafa 
Um dos principais ícones de Amarula® é sua inconfundível garrafa de cor escura com um pequeno cordão em volta do gargalo, que destaca-se pelo design que homenageia o elefante e a savana africana. Vale ressaltar que o cordão amarelo (ou borla) no gargalo de cada garrafa não é apenas um adorno. Ele é produzido à mão por mulheres de comunidades rurais da África do Sul através de programas de empoderamento feminino e desenvolvimento social. Cada cordão representa o sustento de famílias locais e celebra o artesanato tradicional do continente africano, transformando cada garrafa em uma peça com impacto social real. O licor Amarula® é comercializado em quatro tamanhos de garrafas: 50 ml (miniatura), 375 ml (meia garrafa), 750 ml (padrão) e 1 litro.
   

A tradicional garrafa de Amarula® evoluiu ao longo dos anos. Por exemplo, em 2011 ficou um pouco mais alta e fina, e apresentou um novo rótulo com visual mais limpo, moderno e sofisticado, onde as representações do elefante e da marula tornaram-se mais proeminentes, para destacar a origem do famoso licor, a África Subsaariana. Em 2017, a marca apresentou sua nova garrafa, batizada de Jabulani (“alegrar-se” na língua Zulu), e que representava o compromisso da marca na preservação dos gigantes gentis. A nova garrafa herdou o nome de um pequeno elefante sul-africano que se perdeu e foi abandonado quando era bebê, resgatado e adotado por uma nova manada. Em termos de design, apresentou novas curvas e as presas do elefante foram gravadas diretamente no vidro. O design atual da garrafa foi adotado em 2021 e apresentou um formato mais moderno (sutilmente esculpida com contornos que refletem o formato da cabeça de um elefante) e um novo rótulo, com um elefante mais refinado e a incorporação na parte inferior de estampas geométricas inspiradas nos tecidos tradicionais shweshwe e na paisagem local, conectando o produto diretamente com as comunidades que colhem a marula manualmente.
  

A marca também utiliza sua icônica garrafa como ferramenta de comunicação. Por exemplo, no ano de 2017, em uma ação histórica para o Dia Mundial do Elefante, comemorado no dia 12 de agosto, de forma temporária, a marca retirou o elefante do rótulo de suas garrafas em alguns mercados. O objetivo da campanha - batizada de “O Resgate dos Elefantes” - era conscientizar o público sobre o perigo de extinção dos elefantes africanos decorrente da caça ilegal de marfim, gerando forte impacto visual ao exibir sua garrafa sem o seu principal ícone.
   

Já em 2018, a marca lançou a Amarula® African Design Collection, uma linha de garrafas em edição limitada criada por quatro artistas africanos contemporâneos: Olubunmi Adeyemi (designer nigeriano), Amna Elshandaweely (designer de moda egípcia), Kate Mayeye (renomada designer de moda queniana) e Siphathisiwe Hlongwane (designer e fundadora da Inkaturah, uma renomada marca sul-africana de joias de luxo artesanais). Lançada exclusivamente para o setor de Global Travel Retail e lojas duty-free, o objetivo era celebrar a diversidade cultural da África, destacar a criatividade africana moderna e apoiar a conservação dos elefantes.
  

Local único  
A Amarula Lapa situada na província de Limpopo, cidade de Phalaborwa, África do Sul, é o centro de hospitalidade da marca, local ideal para experimentar o gosto natural do licor Amarula® Cream. Localizada no bushveld (savana) fora dos limites da cidade, o local está próxima à fabrica onde o delicioso licor é produzido. Foi projetado em estilo africano rústico (com a utilização de palha, pedra e madeira), saudando e recebendo o visitante de forma aconchegante na savana africana com um visual sem precedentes. O centro de hospitalidade permite que o visitante experimente as maravilhas e os encantos da savana africana ao mesmo tempo em que aprecia o licor no local de seu nascimento e conheça um pouco de sua história. Equipada para servir grupos de excursão de até 70 pessoas, é a parada ideal na rota para o Parque Nacional Kruger, uma das principais atrações turísticas da África do Sul. Conferências, reuniões, lançamentos e eventos sociais podem ser realizados no local. As instalações de serviços de refeições são do mais alto padrão, enquanto uma visita à loja da marca permite comprar lembranças da principal e mais famosa bebida da África do Sul.
  

Lendas e folclores  
A fama da marca Amarula® também foi construída em cima de folclores e do mistério do continente africano. Afinal a Maruleira ocupa uma parte sagrada e intrincada da cultura rural africana e é fonte de lendas fascinantes. Os animais que mais apreciam a pequena fruta oval com sua polpa ao redor de um caroço grande e muito duro, são os magníficos elefantes africanos, que chegam em manadas ou sozinhos e balançam as árvores para que as frutas caiam. Quando a fruta cai no chão, ela começa a fermentar, fornecendo um sabor doce - e um conteúdo levemente alcoólico. Mesmo outros animais da savana farão qualquer coisa para comer essa exótica fruta. Além disso, a Maruleira é considerada a “Árvore do Casamento” entre os Zulus, que acreditam que ela concede vigor e fertilidade para aqueles que se casam debaixo de seus galhos. Ainda hoje, as cerimônias de casamento tribais são realizadas à sua sombra. Os duros caroços encontrados dentro da fruta são geralmente secos e colocados em um colar que tradicionalmente simboliza o amor.
  

A relação com os elefantes  
A ligação com os elefantes africanos é tamanha, que AMARULA está diretamente envolvida no projeto de pesquisa Amarula Elephant Research Programme, conduzido pela Universidade de Kwa-Zulu Natal em Durban, África do Sul. O projeto foi criado em 2002 para monitorar estrategicamente os animais, e assim, tomar decisões assertivas para a conservação dos elefantes na vida selvagem. Afinal, nada personifica tanto o Espírito da África - e a essência do Amarula® - quanto o imponente elefante africano. Símbolo duradouro, este gigante majestoso da savana africana evoca imagens eternas de uma vida selvagem não influenciada pela modernização, progresso e industrialização. Com uma forte associação da marca ao elefante africano, o Amarula® está intimamente associado a este animal por meio do rótulo de sua garrafa, de sua essência e pela fruta marula, tão saboreada por esses paquidermes e base deste licor cremoso de sucesso no mundo inteiro.
   

Parte da receita proveniente das vendas dos licores ao redor do mundo é revertida ao Amarula Trust, uma organização sem fins lucrativos criada pela marca em 2008 e cujo objetivo é proteger o ecossistema da marula - incluindo comunidades locais e a vida selvagem, especialmente os elefantes - apoiando a sustentabilidade desse ambiente interconectado, incluindo investimentos em projetos socioeconômicos, infraestrutura comunitária (como creches e clínicas em parceria com fundações) e geração de empregos para mulheres na colheita dos frutos e em iniciativas artesanais. Dados alarmantes: de acordo com a ONG Wildlife Conservation Society, por dia, 96 elefantes são assassinados na África. A cada 15 minutos, um elefante é morto por conta da extração do marfim para uso estético humano. Com esse ritmo desenfreado, a caça predatória dos elefantes africanos fará com que eles sejam extintos deste planeta em poucos anos.
  

A evolução visual  
O logotipo da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos, adquirindo um visual mais contemporâneo. Mantendo praticamente a mesma tipografia de letra, em 2011 a identidade visual da marca ganhou uma nova aparência: a cor dourada perdeu espaço para um avermelhado, que remete mais ao ambiente das savanas africanas. Em 2017, o logotipo passou por sua mais acentuada remodelação: ganhou novas cores, uma tipografia de letra mais afinada e a retirada da palavra “cream”. Mas a principal mudança foi a inserção do elefante, símbolo da marca, na identidade visual pela primeira vez. Em 2021, o logotipo foi modernizado novamente com a retirada do elefante, a atualização do nome com uma tipografia mais limpa e contemporânea, e a adição de uma curva gráfica estilizada (acima do nome) que representa o nascer do sol africano. Em 2026, a marca modernizou seu logotipo, que apresentou tipografia de letra mais arredondada.
  

O logotipo da marca também pode ser aplicado em branco sobre um fundo vermelho terra, que lembra o ambiente das savanas africanas.
  

Os slogans  
Chilled & Ready for soulful moments. (2025) 
Real Marula, Only in Amarula®. (2023) 
Rooted in Soul. That’s Amarula®. (2023) 
Made From Africa. (2017)  
Where will a sip take you? (2003) 
Amarula®. The Cream of Africa. (1998) 
Taste the wild fruit of Africa. (1995) 
The Spirit of Generosity. (1994) 
The Spirit of Africa. (1994) 
The Soul of Africa in a bottle. 
A essência da África em uma garrafa.
  

Dados corporativos  
● Origem: África do Sul  
● Lançamento: 1989  
● Criador: Southern Liqueur Company of South Africa  
● Sede mundial: Johannesburgo, África do Sul  
● Proprietário da marca: Heineken Beverages Holdings Limited  
● Capital aberto: Não  
● CEO: Jordi Borrut  
● Faturamento: Não divulgado  
● Lucro: Não divulgado  
● Presença global: 100 países  
● Presença no Brasil: Sim  
● Segmento: Bebidas alcoólicas  
● Principais produtos: Licores cremosos  
● Concorrentes diretos: Baileys™, Carolans® Irish Cream, Kahlúa®, Sheridan’s, Mozart, Dooley’s, RumChata, O’Mara’s Country Cream e Sangster’s  
● Ícones: Os elefantes  
● Slogan: The Spirit of Africa.  
● Website: www.amarula.com/pt-br  

A marca no mundo  
Amarula® é a segunda marca mais vendida mundialmente no segmento de licores cremosos, está presente em mais de 100 países, vende mais de 1.2 milhões de caixas (de nove litros) por ano e tem como maiores mercados a África do Sul, Angola, Brasil, Argentina, Chile e Canadá. 

Você sabia?  
● Apenas as árvores fêmeas da maruleira dão frutos. A partir de meados de fevereiro, os frutos de casca amarela e polpa branca estão prontos para serem colhidos. A fruta marula contém quatro vezes mais vitamina C do que uma laranja média. 
● A fruta marula varia em tamanho e peso de acordo com as regiões em que cresce: África Ocidental, África Austral e partes da África Oriental.  


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).  

Última atualização em 6/9/2026 

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