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25.5.24

KAHLÚA®


Nascido na cidade portuária de Veracruz, o licor Kahlúa® tem a versatilidade como uma de suas características, além de seu aroma marcante e sabor único. Cor marrom intensa e sedutor aroma de grãos de café agridoces e castanhas torradas, o popular licor de café há quase nove décadas é ingrediente de destaque em vários drinques clássicos ao redor do mundo e perfeito para qualquer ocasião. 

A história 
Tudo começou na década de 1930 no México, quando o especialista em rum Señor Blanco, os Irmãos Alvarez - famosos produtores de café - e o químico Montalvo Lara resolveram seguir suas intuições para criar um novo produto, um licor de café. Blanco teve a excelente ideia, os irmãos entraram com os grãos de café arábica cultivados na área rural da cidade de Veracruz, enquanto Montalvo foi o químico responsável por transformar a ideia em realidade. Após diversas pesquisas e testes, em 1936 eles lançaram no mercado o licor de café Kahlúa®. Alguns dizem, que a escolha do nome tem origem em línguas árabes antigas onde a palavra “kahlúa” seria uma gíria para café. Já outros, acreditam que seja a variação de uma palavra indígena Náhuatl que significa “Casa do Povo Acolhua” - uma referência às populações indígenas astecas que foram os primeiros habitantes do leste do México. Feito com grãos de café 100% arábica e rum de alta qualidade, sua sedutora cor caramelo, sabor marcante e rico do verdadeiro café preto, Kahlúa® teve uma boa aceitação entre os mexicanos.
   

Em 1940, apenas quatro anos após seu lançamento, a empresa foi vendida para José Junco Blanco e Kahlúa® cruzou a fronteira sendo comercializado pela primeira vez no mercado americano, onde não demorou para que o licor se popularizasse. E isso se deveu a dois fatores: a paixão dos americanos por café e a qualidade única do produto que chegava aos bares do país. Ainda nesta década, em 1948, na cidade de Bruxelas, seria criado o primeiro drinque famoso utilizando o licor como ingrediente: Black Russian, uma mistura exótica de vodca e Kahlúa®, que ganhou espaço entre a aristocracia europeia. Na década de 1950, Jules Berman, que trabalhava na empresa, foi o responsável pela criação dos primeiros anúncios publicitários da marca, que ressaltavam a rica herança mexicana e incluía figuras peculiares, o que chamou a atenção do público para a marca Kahlúa®.
   

A popularidade de Kahlúa® começou a aumentar, especialmente em território americano, quando o licor de café passou a ser usado como ingrediente no preparo de drinques que se tornariam populares. Como por exemplo, em 1955 quando na cidade californiana de Oakland foi criado o drinque White Russian, uma mistura perfeita de licor de café, vodca e creme de leite fresco, proporcionando assim um visual atrativo e um sabor que seria reverenciado por muitas celebridades. A sua popularidade global foi inspirada pelas famosas “Kahlúa® Ladies”, uma revolucionária equipe de gestão formada apenas por mulheres - era liderada por Maria del Pilar Gutierrez Sesma - uma raridade na época (para não mencionar nos dias atuais), que na década de 1960 começou a espalhar a marca desta bebida de sabor rico e marcante nos Estados Unidos e em outros países.
   

O ano de 1977 seria marcado pela criação em Calgary, no Canadá, de um drinque que novamente impulsionaria a marca mexicana: o B-52, formado por uma parte de licor Kahlúa®, uma parte de Baileys (conheça essa outra história aqui) e uma parte de licor de laranja. Como consequência da crescente popularidade e o ingresso em diversos mercados mundiais nas décadas anteriores, Kahlúa® se tornou o licor de café mais vendido no mundo em 1980 . Nesta década também foi criado - em 1983 - o clássico Espresso Martini, pelo bartender inglês Dick Bradsell à pedido de uma futura supermodelo, outro drinque que catapultaria às alturas a popularidade e revitalizaria da marca.
  

A década de 1990 foi marcada pela presença do licor Kahlúa® em dezenas de filmes, séries e clipes, contribuindo para construir uma imagem ainda mais forte e marcante ao redor do mundo. Essa presença nas telas se deve muito ao coquetel White Russian, consagrado no clássico filme “O Grande Lebowski”. Em 2002 ocorreu o lançamento da primeira variação, inicialmente vendida somente em lojas de Duty Free nos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Mais caro e sofisticado Kahlúa® Especial possuía teor alcoólico de 36%, baixa viscosidade, sabor de café mais intenso e era menos doce que a versão original. Pouco depois, em 2005, Kahlúa® passou a fazer parte do portfólio da Pernod Ricard (saiba mais aqui), empresa francesa de bebidas alcoólicas proprietária de outras marcas famosas como a vodca Absolut (conheça essa história aqui), o uísque Ballantine’s (saiba mais aqui) e o licor Malibu (conheça essa outra história aqui).
  

Nos últimos anos a marca Kahlúa® iniciou uma forte ampliação de seu portfólio com o lançamento de versões aromatizadas de seu tradicional licor de café, como por exemplo, Hazelnut (2008), com aroma de avelã torrada; Mocha (2009), com baunilha natural e chocolate amargo; Mint Mocha (2010), com um toque de chocolate e menta; Cinnamon Spice (2011), com acentuado sabor de canela; Midnight (2012), rum com licor de café e graduação alcoólica de 35%; Salted Caramel (2015), com um leve toque agridoce; Chili Chocolate (2016), com um leve toque de chocolate picante; Vanilla (2017), com um fascinante sabor de baunilha; Blonde Roast Style (2020), de corpo mais leve com delicadas notas cítricas; além de edições limitadas como Pumpkin Spice, com um toque de abóbora e especiarias; e Gingerbread, que combina gengibre fresco com o licor de café original.
  

A marca também resolveu explorar a tendência crescente de consumo de misturas de bebidas alcoólicas em latas pronta para o consumo. Com isso, em 2018 ingressou em um novo segmento de mercado com o lançamento do Kahlúa® Espresso Martini, a mistura do tradicional drinque (com 4,5% de álcool) para ser saboreada no conforto de casa, feita com ingredientes cuidadosamente selecionados para proporcionar a sensação do clássico drinque recém-batido. E isso somente foi possível graças à técnica de esferas de nitrogênio que são ativadas com a abertura da lata. O resultado é um Espresso Martini igualmente saboroso, mas com uma espuma um pouco diferente do convencional. Essa linha foi ampliada em 2020 com o Kahlúa® Nitro Cold Brew, feito com rum, licor de café e café frio 100% Arábica. Além disso, em 2022 se uniu à Nestlé Coffee Mate® (conheça essa história aqui), tradicional marca de creme (líquido) para aromatizar café, trazendo o sabor distinto de Kahlúa® ao produto, criando assim maneira ousada e doce de revigorar uma simples xícara de café.
   

Elaborado sem pressa 
Dizem que as melhores coisas levam tempo. Com Kahlúa®, não seria diferente. O processo de produção de Kahlúa® é composto por sete longos anos e com diversas etapas que incluem: cultivo, colheita, secagem, descanso, destilação e mistura (quando o café perfeitamente torrado encontra o rum e eles descansam juntos por 4 semanas). Dos processos, o que demanda mais tempo é a obtenção dos grãos de café perfeitos, o que pode levar até seis anos. Cada grão de café 100% arábica usado para fazer Kahlúa® é cultivado em plantações à sombra de quatro comunidades agrícolas remotas na região costeira mexicana de Veracruz e colhido a dedo. Hoje, as 300 toneladas de café verde de qualidade premium utilizadas todos os anos para produzir Kahlúa® são de origem sustentável e têm preços justos. Kahlúa® também tem 100% de rastreabilidade de seu café ao longo de cada etapa da cadeia de abastecimento. Vale ressaltar que a marca trabalha em estreita colaboração com os agricultores de quatro comunidades locais em Veracruz (Ocotempa, Atempa, Oxtotitla e Coxititla) para ajudá-los a adotar métodos agrícolas mais sustentáveis e melhorar suas condições de vida.
    

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Inicialmente na cor marrom, o logotipo iria adotar as tradicionais cores vermelha e amarela e novas tipografias de letra ao longo dos anos, mas sempre mantendo bordas arredondadas, proporções um tanto incompatíveis e as pernas das letra K e A estendidas. Isto até 2021, quando a marca reformulou radicalmente sua identidade visual que apresentou nova tipografia de letra, um tom de vermelho mais escuro, além da substituição do acento na letra U por um grão de café estilizado na cor marrom. Mas em outubro de 2023, a marca retomou as suas origens e remodelou novamente o logotipo, que apresentou uma nova tipografia de letra, tons mais vivos para as cores características e um novo design para o acento da letra U, abandonando assim o grão de café estilizado.
  

O popular e reconhecível logotipo da marca Kahlúa® também pode ser aplicado em um fundo amarelo, como mostra a imagem abaixo.
  

A tradicional garrafa de Kahlúa® também evoluiu ao longo dos anos, apesar de manter o design tradicional, mas com pequenas alterações, que evoca uma típica villa mexicana. Já os rótulos sempre mantiveram as clássicas cores vermelha e amarela como características centrais, mas evoluíram com símbolos e elementos maias e asteca que visam homenagear a herança mexicana da marca e exibir informações adicionais sobre o conteúdo do café. Após passar por uma remodelação em 2021, o atual design da garrafa de Kahlúa® foi apresentado no final de 2023.
  

Os slogans 
Kahlúa®. Stir Up. (2023) 
Stir Up Your Routine. (2021) 
Mixing things up since 1936. (2014) 
Explore your curiosity. (2008) 
Unleash it. (2002) 
Celebrate the moments of your life. (1994)
  

Dados corporativos 
● Origem: México 
● Lançamento: 1936 
● Criador: Señor Blanco, Montalvo Lara e os irmãos Alvarez 
● Sede mundial: Veracruz, México 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Alexandre Ricard 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 80 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Licores de café 
● Concorrentes diretos: Tia Maria, Kamora, J. F. Haden’s, Baileys, Carolans, Sheridan’s, Mozart, Amarula, Gabriel Boudier, Lauterer Luft e Godiva Chocolate Cream 
● Slogan: Kahlúa®. Stir Up. 
● Website: www.kahlua.com 

A marca no mundo 
Kahlúa®, licor de café mais vendido no mundo, comercializa sua completa linha de produtos em mais de 80 países (foi lançado oficialmente no Brasil em 2019). Entre os principais mercados da marca estão Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Coréia do Sul, China e Austrália. O licor de café, fabricado pela Pernod Ricard, anualmente registra volume de vendas superior a 1.8 milhões de caixas (de 9 litros). Kahlúa® é a sexta marca de licor mais vendida no planeta. 


Você sabia? 
Desde 2004 o teor alcoólico de Kahlúa® é de 20%; enquanto versões anteriores tinham 26.5%. 
A marca e seus entusiastas comemoram no dia 27 de fevereiro o National Kahlúa® Day, que inclui diversas atividades como transmissões ao vivo de preparo de coquetéis, brindes e muito mais nas redes sociais. 
Kahlúa® é utilizado como ingrediente para preparar coquetéis ou pode ser consumido puro ou com gelo. Também é usado como ingrediente para sobremesas ou como cobertura para sorvetes, bolos e cheesecakes. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas).  


Última atualização em 25/5/2024 

O MDM também está no Instagram. www.instagram.com/mdm_branding/

3.10.15

JACOB'S CREEK


O lema “Aproveite o Vinho e viva o momento” resume com perfeição a ambição da marca australiana JACOB’S CREEK. A filosofia é oferecer uma gama de vinhos de alta qualidade que atendam todas as ocasiões e paladares. Verdadeiro ícone australiano, a marca produz rótulos de personalidade e elegância que conquistaram os melhores conhecedores e apreciadores no mundo inteiro. 

A história 
Para contar a história é preciso voltar ao ano de 1847 quando um imigrante alemão da Baviera, chamado Johann Gramp, plantou os primeiros vinhedos em Jacob’s Creek, região de Barossa Valley, ao sul da Austrália. Isto aconteceu após ele e sua mulher comprarem 30 hectares de terra nesta região australiana, cuja terra era fértil e ideal para o plantio de uva. Gramp tomou essa atitude depois da saudade dos vinhos de sua terra natal. Em vez de mudar seus hábitos, ele decidiu começar o cultivo de uvas e tentar fazer seu próprio vinho. Era uma maneira de se adaptar a um novo país, mas ainda assim permanecer fiel aos seus costumes. Depois de fundar a Gramp & Sons, por volta de 1850 ele lançou suas primeiras garrafas de vinho branco no mercado australiano. Em 1877 seu filho, Gustav, moveu os vinhedos para sua atual localização, apenas dois quilômetros dos originais, e construiu cavas maiores. A adega original de Johann ainda está de pé, uma prova de sua paixão por fazer vinhos de qualidade. Em 1912, a empresa continuou a crescer sob o comando de seus filhos Gustav, Hugo e Fred.


Em 1947 a empresa comemorou um século de existência e excelência na produção de vinhos. Finalmente em 1976, a empresa, agora batizada de Orlando Wines, lançou no mercado a marca JACOB’S CREEK, que pegou emprestado o nome do riacho que atravessa a região onde estão localizados os vinhedos. Os primeiros vinhos da nova marca eram da safra de 1973 e um blend de uvas Shiraz e Cabernet Sauvignon das regiões de Barossa Valey e McLaren Vale, e Malbec de Padthaway. Era um vinho tinto autêntico, credível e acima das expectativas. Assim rapidamente conseguiu conquistar consumidores pela Austrália e se tornar extremamente popular. Já em 1984 os vinhos da marca foram exportados pela primeira vez para o Reino Unido, liderando assim a popularização dos vinhos australianos ao redor do mundo.


O sucesso e a excelência dos vinhos JACOB’S CREEK chamaram a atenção da francesa Pernod Ricard, que no ano de 1989 comprou a vinícola e, através de uma estratégia ambiciosa de internacionalização, tornou possível a exportação para diversos países ao redor do mundo. Em 1998 a marca lançou no mercado seus primeiros vinhos espumantes Chardonnay/Pinot Noir, que se tornariam aclamados pela crítica e pelo público. Pouco depois, em 2000, a marca introduziu no mercado seus novos vinhos de Reserva Especial. Como resultado do cuidado, experiência e excelência na produção, em 2008, JACOB’S CREEK recebeu o título de vinícola mais premiada do mundo. Em 2011, como parte da comemoração dos 35 anos da marca, foi lançada uma nova linha de vinhos brancos refrescantes batizada de COOL HARVEST, cujas uvas são colhidas no período mais fresco da noite para maximizar a retenção de seus aromas tropicais e acidez natural. No ano seguinte, mais uma vez de forma inovadora, a JACOB’S CREEK apresentou ao mercado seu primeiro vinho biodinâmico (cuja extrema preocupação é preservar a singularidade de cada parcela de solo e reduzir a intervenção na fase de vinificação tendo mais cuidado no tratamento das uvas e da terra). O vinho é feito com uvas Shiraz de vinhedos do Vale McLaren e engarrafados de uma de uma maneira única, com poucas semelhanças com os demais vinhos.


Em 2013 a marca lançou dois novos vinhos desenvolvidos em resposta ao crescente interesse dos consumidores: Classic Fiano 2013 e Classic Sangiovese 2012. As novas variedades são o resultado de experimentar o comportamento de variedades de uvas italianas, espanholas e portuguesas em um clima australiano. Nos últimos anos a marca australiana tem investindo constantemente em grandes eventos esportivos para popularizar e aumentar seu reconhecimento mundial, como por exemplo, o patrocínio aos torneios de tênis Aberto da Austrália (Australian Open), Aberto dos Estados Unidos (US Open) e Wimbledon (desde 2011), e ao Jacob’s Creek Open Championship, tradicional torneio de golfe que a marca apoiou entre 2002 e 2007. Além disso, a JACOB’S CREEK contratou no final de 2014 o tenista sérvio Novak Djokovic para ser embaixador mundial da marca. A ligação da marca de vinhos com o tênis é antiga, pois já teve entre seus embaixadores o ex-tenista americano Andre Agassi.


A casa de Jacob’s Creek 
O Centro de Visitantes de JACOB’S CREEK, inaugurado em 2002, é o lar dos vinhos da marca australiana, situado na mais famosa região vinícola do país, Barossa Valley, apenas uma hora do centro da cidade de Adelaide. O centro, que recebe todos os anos mais de 150.000 visitantes, oferece uma experiência de turismo culinário memorável, com uma tentadora combinação de comidas e vinhos, além de vastas e incríveis vistas de vinhedos e montanhas. A magnífica construção apresenta um design ambiental de referência baseado nos princípios de sustentabilidade, reciclagem e conservação de energia.


É possível degustar um relaxante almoço que harmoniza a comida com o vinho no premiado Jacob’s Restaurant. Saborear uma taça de vinho no deck com vista panorâmica dos vinhedos e de Barossa Range. Aprender mais sobre o cultivo de parreiras e sobre a fabricação de vinhos em um passeio no vinhedo. Ou até participar de uma aula de culinária e fazer um agradável piquenique às margens do riacho Jacob’s Creek. O centro de visitantes foi reconhecido como o principal local de enoturismo na Austrália e entrou no Hall da Fama do turismo na Austrália do Sul em 2010, ganhando o título de melhor atração turística principal por três anos consecutivos.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou apenas por uma única remodelação ao longo de sua história. Isto aconteceu no mês de fevereiro de 2014. Além de uma nova tipografia de letra (mais sofisticada), o logotipo apresentou um símbolo (que conta a história da marca através da simbologia), representando de forma estilizada uma taça de vinho, o famoso riacho Jacob’s Creek e as folhas de parreira.


Com a nova identidade visual, a marca também apresentou um novo design para suas garrafas, mais moderno e ao mesmo tempo clássico. O rótulo retrata toda a história e legado da marca com a assinatura “Gramp & Sons”.


Os slogans 
True Character. (2012) 
Add a bit of sparkle to your life. (2007) 
Australia's top drop. (2000)
Jacob’s Creek. Say when.


Dados corporativos 
● Origem: Austrália 
● Lançamento: 1976 
● Criador: Orlando Wines 
● Sede mundial: Rowland Flat, Barossa Valley, Austrália 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jean-Christophe Coutures 
● Faturamento: US$ 497.9 milhões (2014) 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 1.200 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Vinhos e espumantes 
● Concorrentes diretos: Robert Mondavi, Gallo, Concha Y Toro, Blossom Hill, Sutter Home, Lindeman’s e Hardy’s 
● Slogan: True Character. 
● Website: www.jacobscreek.com 

A marca no mundo 
Hoje em dia a JACOB’S CREEK, que vende mais de 8 milhões de caixas por ano, estando entre as marcas de vinhos mais consumida em todo o mundo, exporta seus produtos (mais de 35 diferentes vinhos) para mais de 70 países. É a marca de vinho australiano preferida entre os consumidores em 7 dos 10 principais mercados mundiais. Além disso, é a marca n°1 de vinhos na Austrália e líder na categoria de vinhos australianos em mercados como Reino Unido, Nova Zelândia, Irlanda, Escandinávia e Ásia. A China é seu maior mercado consumidor. Aproximadamente 2 milhões de taças de JACOB’S CREEK são apreciadas em todo o mundo por dia. 

Você sabia? 
Hoje, a vinícola JACOB’S CREEK produz vinhos com as variedades de uvas Shiraz, Sauvignon, Semillon, Riesling, Pinot Noir, Cabernet, Merlot e Chardonnay. 
Desde 1976, os vinhos JACOB’S CREEK já receberam mais de 7.000 prêmios internacionais pela excelência e alta qualidade. 
A marca foi a principal responsável por cunhar a excelente reputação mundial da Austrália como produtora de vinhos excepcionais. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 3/10/2015

13.2.12

MONTILLA


Poucas marcas brasileiras têm uma história de sucesso como MONTILLA obteve ao longo dos tempos. Dificilmente um nordestino abordado na rua não vai se lembrar da bebida do Pirata, que de tão presente no cotidiano popular acabou se tornando parte integrante de uma cultura. Trata-se daquela bebida que vem um pirata no rótulo. Agora sim, você deve ter ligado o produto à marca. A popularidade da bebida é tamanha que aproximadamente 75% dos brasileiros conhecem ou bebem rum MONTILLA. 

A história 
A história começou no ano de 1957 quando a Destilaria Medellin, fundada em 1918, lançou o RON MONTILLA CARTA BLANCA no mercado brasileiro, um blend de runs de várias origens e com diferentes processos de envelhecimento. O novo produto teve seu nome originado no pequeno município espanhol de Montilla, localizado na província de Córdoba, e berço de piratas famosos. Além disso, a marca resolveu adotar a palavra Ron, que significa Rum para os espanhóis. Desde seu lançamento o rum MONTILLA ficou conhecido como a bebida do “Espírito do Pirata”, conceito criado para divulgar a marca, especialmente na região nordeste. Afinal, os piratas são apreciadores e beberrões de rum há séculos. A figura do Pirata com um papagaio em seu ombro então se tornou o mais importante elemento do produto, sendo utilizada em toda a comunicação da marca. MONTILLA foi a responsável por estabelecer a categoria de rum no Brasil.
  

Em 1966, a marca passou a fazer parte do portfólio da canadense Seagram, quando esta adquiriu a Destilaria Medellin. Já nos anos de 1980, MONTILLA alcançou o volume de 1 milhão de caixas vendidas, comprovando assim o sucesso do produto junto ao público brasileiro. Nesta década a empresa resolveu reformular o rótulo do RON MONTILLA, e o tradicional pirata foi retirado, para voltar uma década depois. Em 1996, a marca rompeu outra barreira importante ao vender 1.5 milhões de caixas. Nesta época as vendas do rum já se concentravam na região nordeste e MONTILLA tornava-se símbolo da cultura local, sendo presença constante no patrocínio das tradicionais festas de São João. Pouco depois, em 1998, a marca resolveu diversificar sua linha de produto com o lançamento da variante MONTILLA LIMÃO, rum com extratos naturais de limão.
  

Em 2001, a francesa Pernod Ricard (conheça essa outra história aqui) adquiriu a Seagram e consequentemente seu portfólio de marcas, que incluía o rum MONTILLA. A partir desse momento a marca ganhou um poder maior de distribuição, investimentos em marketing e desenvolvimento de novos produtos. Em 2005, a marca celebrou o ano do lançamento de novas embalagens e nova identidade visual, além de um posicionamento mais moderno e uma inovadora campanha publicitária, sempre com a presença do Pirata. Além disso, lançou a versão “cuba libre” do RON MONTILLA (rum + refrigerante de cola), em lata, pronta para o consumo. No ano seguinte, já com forte presença na região nordeste, a marca partiu para conquistar paladares de outros estados brasileiros. Em 2007, para comemorar seus 50 anos a marca lançou a bebida MONTILLA PREMIUM, composta por runs envelhecidos de três a 18 anos e coloração âmbar. A nova variante trouxe mais sofisticação para a linha com um produto de alta qualidade.
  

Em 2010, a marca voltou a inovar ao lançar, inicialmente na região nordeste, a versão em lata (disponível em 310ml e 473ml) das variações Carta Branca e Carta Cristal. O principal objetivo da lata era agregar novas ocasiões de consumo, como em grandes eventos e festas de rua. Entre os diferenciais da lata, destaque para o fechamento com tampa plástica que, por meio da vedação, não necessitava de consumo imediato, fazendo com que o rum pudesse ser saboreado moderadamente em diversas doses. Em 2019, a marca expandiu seu portfólio, lançando a MONTILLA VODKA, triplamente destilada e cujo objetivo era oferecer a versatilidade e o custo-benefício já conhecidos da marca para os consumidores desta categoria.
  

Outra importante ferramenta de marketing utilizada pela marca é a realização de ações para demonstrar e ensinar diferentes receitas de drinques preparadas com o rum, como por exemplo, a Caipirata Montilla, que traz uma opção diferenciada da caipirinha ao unir rodelas de limão, açúcar e Ron Cristal. Todos os drinques levam a assinatura dos mixologistas da Pernod Ricard Brasil. As duas variedades mais populares de rum da marca são: Montilla Carta Branca (levemente dourada, ideal para coquetéis como o Mojito) e Montilla Carta Ouro (cor âmbar intensa, com notas de frutas secas e mel).
  

A evolução visual 
O logotipo da tradicional marca passou por algumas remodelações ao longo dos anos. Em 2005 foi apresentado um novo logotipo, muito mais moderno, com nova tipografia de letra e o slogan (“O verdadeiro espírito pirata”) escrito abaixo do nome. Após passar por mais uma modernização, o atual logotipo da marca foi adotado em 2015 e apresentou nova tipografia, novos elementos e o pirata como principal símbolo.
  

Em 2015, o principal símbolo de reconhecimento da marca - O Pirata - foi completamente reformulado e modernizado, ganhando novas roupas, posição e até novo posicionamento do papagaio.
   

A tradicional garrafa do MONTILLA também evoluiu ao longo dos anos, ganhando novos rótulos e formatos, mais longilíneo e moderno. A atual garrafa foi lançada em 2015 e apresentou rótulo vertical com um pirata mais jovem e descontraído. Além disso, a garrafa adotou o vidro transparente, em substituição ao âmbar.
  

Os slogans 
Montilla. Experimente Ousar. (2015) 
Um brinde a ousadia pirata. (2011) 
Liberte seu espírito pirata. (2009) 
Viva o espírito pirata. (2005) 
O verdadeiro espírito pirata. (2000) 
Montilla acompanha o seu ritmo. (1989) 
Onde Montilla aparece, a alegria acontece. (anos de 1980) 
Montilla. Hoje alegre. Amanhã bem. (anos de 1970) 
Pense no amanhã, pense Montilla. (1978)
  

Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1957 
● Criador: Destilaria Medellin 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Pernod Ricard S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Benoît Laug 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Runs 
● Concorrentes diretos: Bacardi, Malibu, Havana Club, Zacapa, Angostura, Captain Morgan, Rum Sombrio, Parnaioca e Magnani e Merino 
● Ícones: O Pirata 
● Slogan: Montilla. Experimente Ousar. 

A marca no Brasil 
A marca MONTILLA, ícone da cultura nordestina e líder de mercado no país com 70% de participação, vende a cada segundo uma garrafa de rum no Brasil. Oferecendo as versões Carta Branca, Ouro, Cristal e Limão, a marca supera os 25 milhões de litros vendidos anualmente. A região nordeste representa mais de 90% das vendas da marca. 

Você sabia? 
 No processo de produção do MONTILLA são comprados runs nacionais de várias origens. O envelhecimento dos runs é feito em Resende no Rio de Janeiro. Já o Blending (mistura) e engarrafamento são feitos em Suape, Pernambuco, e também em Resende. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, Exame e Embalagem Marca), jornais (Meio Mensagem e Estadão), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 8/1/2026 

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26.10.11

HAVANA CLUB


O rum é a bebida que associamos aos piratas, além de ser um forte símbolo cultural de Cuba. Para os conhecedores, a Ilha de Fidel produz os melhores entre os melhores runs do mundo. E não existe uma marca que represente melhor a tradição cubana em produzir rum que a HAVANA CLUB. A força de sua origem autêntica, a fidelidade à tradição de elaboração do rum na ilha e sua indiscutível qualidade proporcionam à marca o status de “El Ron de Cuba”

A história 
A ligação entre Cuba e o rum começou em 1493 quando Cristóvão Colombo introduziu a cana de açúcar na ilha caribenha. Rapidamente o clima favorável e o solo fértil fizeram com que a cana-de-açúcar se desenvolvesse bem e também fosse utilizada para fazer uma espécie de suco fermentado e forte chamado “tafia” (antecessor do rum). A partir de 1800 a qualidade desta bebida melhorou sensivelmente com a introdução dos alambiques de cobre e do processo de envelhecimento. Em 1878, com a alta demanda por um rum superior (mais suave ao paladar), especialmente por parte da Corte Espanhola, José Arechabala Aldama, um jovem imigrante espanhol, fundou uma pequena destilaria (chamada La Vizcaya) na cidade de Cárdenas que iniciou a produção de runs de qualidade superior utilizando sobras de melaço da florescente indústria açucareira cubana. Com sabor único, o rum produzido por ele apresentava um aroma leve e delicado, resultado das condições únicas de clima e solo cubano.
   

Após o fim da Lei Seca nos Estados Unidos em 1933, uma nova oportunidade se abriu para a empresa e, no dia 19 de março de 1934, a destilaria iniciou a exportação de seu rum para o mercado americano. Para isso resolveu criar e registrar a marca HAVANA CLUB. Apesar do sucesso nos Estados Unidos e em Cuba, a empresa esteve à beira da falência durante o regime de Fulgêncio Batista e com a Revolução de 1959, co-liderada por Che Guevara e Fidel Castro, o governo nacionalizou grande parte do comércio de açúcar e rum da ilha, incluindo a empresa José Arechabala S.A., então proprietária da marca HAVANA CLUB. Isso fez com que a maioria da família Arechabala fugisse do país logo depois, sem compensação alguma. Mas essa mudança política resultou na imposição de um embargo às exportações cubanas pelos Estados Unidos, cortando assim o mercado que o HAVANA CLUB foi concebido para atender.
  

Para recuperar o HAVANA CLUB como a imagem oficial do rum cubano, o governo de Fidel Castro resolveu relançar a marca na década de 1960 e a registrou em 80 países ao redor do mundo. Mesmo nacionalizada a empresa não deixou de inovar e, no final dos anos de 1960, lançou o HAVANA CLUB 7 AÑOS, um rum superior e cujo processo de envelhecimento possuI uma peculiaridade: uma porção do rum sempre é mantida em barris, em um processo chamado de “envelhecimento contínuo”. Por isso toda garrafa de HAVANA CLUB 7 recebe uma porção desse rum envelhecido por mais de 50 anos.
  

Com o embargo imposto pelos americanos, a antiga União Soviética e a Europa Oriental tornaram-se um mercado-chave para o HAVANA CLUB na década de 1970. A empresa foi considerada uma “joia nacional” pelo governo cubano e, em 1977, a fabricação foi transferida para uma nova e moderna fábrica em Santa Cruz del Norte. Após o colapso da URSS em 1991, o governo cubano foi forçado a buscar novos mercados para os runs da marca. E isto acabou forçando o grande passo para tornar a marca HAVANA CLUB global, quando em novembro de 1993 foi constituída a Havana Club International, uma joint-venture entre o governo cubano (responsável pela distribuição nacional) e a multinacional francesa Pernod-Ricard (responsável pela distribuição internacional). Com isso, nos anos seguintes os excepcionais e lendários runs da marca foram lançados em diversos novos mercados pelo mundo afora, ganhando eficiência na distribuição ao utilizar toda a poderosa estrutura da empresa francesa.
  

Além disso, a Pernod-Ricard também investiu em marketing, como por exemplo, através da criação em 1996 do Havana Club International Cocktail Grand Prix, uma aclamada competição internacional de bartenders, que ajudou sensivelmente a divulgar a marca e o rum cubano pelo mundo. Outro importante fator de crescimento da marca no mundo foi a divulgação maciça de coquetéis tradicionais como mojito e daiquiri, onde utilizar um rum cubano superior faz toda diferença.
   

Mas essa época também foi marcada por batalhas intermináveis nos tribunais contra a Bacardi (conheça essa outra história aqui) pelo uso da marca HAVANA CLUB, especialmente em território americano. Isto porque, em 1995 a Bacardi começou a produzir um rum, originalmente nas Bahamas, sob o nome Havana Club. A última atualização dessa batalha jurídica data de 2022, quando o Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (PTO) reafirmou que a marca HAVANA CLUB é propriedade cubana. A decisão da agência de marcas dos Estados Unidos permitirá que a ilha, outrora de Fidel, traga para território americano o rum produzido em Cuba, assim que o bloqueio seja definitivamente eliminado.
  

Entre as mais recentes novidades da marca estão o Havana Club Verde (2020), o primeiro rum da marca elaborado com vegetais e frutas cítricas, introduzido primeiramente no mercado alemão; o Havana Club Cuban Spiced (2021), inspirado no vasto universo tropical de Cuba, combina o rum duplamente envelhecido com sabores exóticos e especiarias mais picantes, fazendo com que combine perfeitamente com refrigerantes de cola e também sirva de ingrediente para enriquecer coquetéis clássicos, como Spiced Daiquiri ou Spiced Espresso Martini; e o Havana Club Cuban Smoky (2021), utiliza em sua composição runs envelhecidos em barris de uísques de Islay, na Escócia, conferindo-lhe complexidade e notas defumadas, que podem ser totalmente apreciadas com gelo. A marca também vem investindo no segmento de bebidas prontas para consumo em latas com o lançamento de rum misturado com Cola e de rum aromatizado misturado com tônica.
   

Hoje em dia a marca HAVANA CLUB oferece diversas versões de seus excepcionais rum: Havana Club 3 (autêntico rum branco cubano, sendo o mais jovem da linha, envelhecido três anos e ideal para coquetéis), Havana Club Reserva (considerado o rum premium envelhecido mais aromático do mundo), Havana Club Especial (rum envelhecido quatro anos), Havana Club 7 Años (referência mundial em rum, com produção muito limitada e próprio para ser degustado puro com os melhores charutos cubanos), Havana Club 15 Años (um verdadeiro clássico dos runs cubanos), Havana Club Selección de Maestros (rum ultra-premium cuja criação baseia-se na seleção cuidadosa de reservas envelhecidas que se distinguem pelas suas qualidades excepcionais), Havana Club Máximo Extra Añejo (um rum ultra-premium lançado em 2006 e cuja garrafa, de cristal, pode custar mais de US$ 1.700), Havana Club Unión (rum luxuoso desenvolvido para ser perfeitamente harmonizado com os tradicionais charutos cubanos) e Havana Club Tributo (uma série de lançamentos em edição limitada que homenageia a excepcional variedade de runs cubanos e o know-how de seus mestres).
  

A evolução visual 
A identidade visual da marca cubana passou apenas por modernizações ao longo dos anos, mas sempre utilizou como símbolo a Giraldilla, uma estatueta que simboliza a cidade de Havana, além do reconhecível círculo vermelho brilhante com uma borda amarela como fundo. A última remodelação ocorreu em 2015, quando o logotipo apresentou uma nova tipografia de letra.
  

O logotipo da marca HAVANA CLUB também pode ser aplicado todo em preto ou sob um fundo vermelho, como mostra a imagem abaixo.
  

Os slogans 
Cuba Made Me. (2021) 
Nothing compares to Havana. (2015) 
El culto a la vida. (2007) 
El Ron de Cuba. (2003) 
Do it the Hemingway. (1993)
  

Dados corporativos 
● Origem: Cuba 
● Lançamento: 19 de março de 1934 
● Criador: José Arechabala S.A. 
● Sede mundial: Havana, Cuba 
● Proprietário da marca: Havana Club International S.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Christian Barré 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 124 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Cuba, Alemanha, Espanha e França 
● Funcionários: 650 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Runs 
● Concorrentes diretos: Legendario, Bacardi, Captain Morgan, Barceló, Mount Gay, McDowell’s No. 1, Tanduay, Zacapa e Malibu 
● Slogan: El ron de Cuba. 
● Website: www.havana-club.com 

A marca no mundo 
Os mais puros runs cubanos da HAVANA CLUB, terceira mais popular marca do segmento no mundo, são comercializados em mais de 120 países, com vendas anuais superiores a 4.6 milhões de caixas de nove litros. A marca tem como maiores e mais importantes mercados Cuba, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido e Grécia, além da Índia. A HAVANA CLUB, que atualmente pertence ao Governo cubano (50%) e a Pernod Ricard (50%), está listada entre as 100 marcas premium mais vendidas no mundo. Os runs da marca são produzidos em duas destilarias em Cuba, localizadas em Santa Cruz del Norte (construída em 1977) e San José de las Lajas (inaugurada em 2007). 


Você sabia? 
Devido ao embargo americano à Ilha de Fidel, os runs da HAVANA CLUB não são comercializados nos Estados Unidos. 
A marca HAVANA CLUB é um ícone de Cuba, assim como os charutos Cohiba (conheça essa outra história aqui). 
A marca mantém o MUSEO DEL RON HAVANA CLUB, localizado junto à Plaza de San Francisco de Asís, em frente ao porto de Havana. No museu, que já recebeu mais de 2 milhões de visitantes, é possível explorar o processo de fabricação do rum, desde a cana-de-açúcar recém-cortada até um surpreendente modelo de fábrica; e conhecer como funciona a destilaria e os armazéns de envelhecimento da marca. É possível ainda desfrutar de coquetéis cubanos contemporâneos em um aconchegante bar e comprar os runs da HAVANA CLUB em uma loja especializada. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 


Última atualização em 3/9/2023 

O MDM também está no Instagram. www.instagram.com/mdm_branding/

9.3.11

JAMESON® IRISH WHISKEY


Se você acha que o licor Bailey’s, a cerveja Guinness, o leite de excepcional qualidade, o trevo de quatro folhas, o duende e São Patrício (St. Patrick’s, em inglês) são os símbolos culturais e históricos mais fortes da Irlanda, acertou. Mas, não totalmente. Acrescente a essa célebre lista o uísque Jameson®, que por sua suavidade e uma fusão única de sabores, conquistou milhões de fiéis paladares pelo mundo afora. 

A história 
Tudo começou em 1780 quando o advogado escocês John Jameson adquiriu a pequena destilaria de Bow Street, localizada na cidade irlandesa de Dublin, e passou a fabricar seus próprios uísques seguindo o método irlandês de destilação. Sua preocupação em produzir um uísque de qualidade superior era tamanha que ele comprou os melhores equipamentos da época. Também, só utilizava ingredientes selecionados - tradição que perdura até os dias de hoje - e uma única fonte de água - no caso o Rio Liffey, em Dublin. Ele selecionava pessoalmente a cevada e os barris de carvalho (John foi um dos primeiros a usar barris de xerez para maturar seus uísques), não importando quanto custariam. Além disso, enquanto os uísques escoceses eram destilados duas vezes, ele em sua incessante busca pela qualidade máxima submetia o Jameson® Irish Whiskey a um processo de tripla destilação. O resultado de tanto cuidado era um uísque extremamente suave e saboroso, muito agradável ao paladar. A destilaria de Jameson rapidamente ganhou reputação como produtora de uísque premium.
  

Nesta década, os homens e mulheres que trabalhavam na destilaria tinham os melhores salários e condições de trabalho da cidade, assim como tempo com o próprio chefe. John acreditava que compartilhar seus lucros, tempo e espírito com cada trabalhador estimulava a sua lealdade e eles, por sua vez, devolviam a gentileza fabricando um uísque melhor. Em 1810, seu filho - John II - tratou de expandir a destilaria John Jameson & Son, que se tornou uma das maiores e mais importantes da Irlanda. John Jameson faleceu aos 83 anos no dia 3 de dezembro de 1823 e seus descendentes deram continuidade ao lema da família: “Sine Metu” (algo como “Sem Medo”), frase presente no brasão estampado em cada rótulo da garrafa do uísque até os dias de hoje. Vale ressaltar que esse lema foi conferido à família Jameson graças à bravura demonstrada ao combater os piratas em alto mar, no século 16.
   

A partir de 1851, seu outro filho, John III, tratou de expandir a marca Jameson® pelos mercados internacionais, ampliou o negócio globalmente, tornando-se um dos maiores fabricantes de uísque do mundo. Quando John IV assumiu o comando, no início dos anos de 1900, a John Jameson & Son Whiskey já era reconhecida mundialmente. Uma escassez de carvão associada à Primeira Guerra Mundial e a deflagração de um vírus mortal da gripe, afetaram significativamente as capacidades de produção e distribuição da destilaria. Para uma bebida que se orgulhava em ser suave, este foi um período difícil. A destilaria chegou a encerrar suas atividades entre 1917 e 1918 devido à escassez de milho provocada pelo conflito mundial. Uma vez levantadas as restrições da guerra, em 1919 a destilaria obteve permissão para regressar à produção.
  

Mas a destilaria enfrentaria outra enormes dificuldades com a guerra da independência da Irlanda, em 1919, quando o uísque irlandês sofreu um boicote do império britânico - principalmente pela Commonwealth, que incluía Austrália, Canadá, e Índia. As dificuldades aumentaram ainda mais quando começou a vigorar em 1920 a Lei Seca nos Estados Unidos (período no qual a fabricação, transporte e venda de bebidas alcoólicas foram banidas nacionalmente), mercado que pelo grande número de imigrantes irlandeses era um dos mais importantes para marca na época. Somente com a revogação da lei em 1933 a marca voltou a crescer no mercado americano. Seis anos após a Lei Seca, deu-se a Segunda Guerra Mundial e introduziu-se uma proibição de transporte transatlântico, o que prejudicou novamente e gravemente a distribuição do uísque Jameson®.
  

Passado esse período de grandes dificuldades, especialmente devido ao seu sabor suave e harmonioso, que permitia uma variedade de combinações, desde drinques clássicos à inovadores, fez com que a popularidade e também a demanda pelo uísque Jameson® crescesse no mundo inteiro. Uma dessas combinações, em virtude da sua versatilidade, foi à principal responsável por tornar o Jameson® tão popular: o irish coffee (café irlandês), fusão do café e do uísque irlandês coberto com uma camada de creme de leite fresco ou chantilly, que segundo a lenda surgiu em 1942, no bar do restaurante do aeroporto em Foynes, na Irlanda. Além disso, por ser um uísque menos marcante, se tornou comum o consumo em drinques, acompanhado, por exemplo, de suco de cranberry e gelo.
   

Em 1963 o uísque Jameson® já estava disponível em 68 mercados em todo o mundo, exportando anualmente 15.000 caixas somente para o mercado americano. Durante anos, a destilaria exerceu operações de engarrafamento em Londres para servir mercados de exportação, mas na Irlanda sua distribuição era feita através de barris para os armazenistas. Jameson® Ten foi o primeiro uísque engarrafado pela destilaria em Bow Street. Um anos após o seu lançamento, em 1964 Jameson® Ten foi rebatizado para Crested Ten, nome que perdurou até 2016, quando passou a se chamar Jameson® Crested. Vivendo momentos atribulados nesta década, Aleck Crichton, o último descendente direto do fundador de Bow Street a dirigir a empresa, arquitetou a fusão com duas outras destilarias - Cork Distillers e John Powers - para formar o Irish Distillers Limited em 1966. A fusão permitiu a combinação de recursos e expertise, resultando em um crescimento significativo para a marca Jameson®.
   

O aparecimento e o crescimento do uísque irlandês tornaram necessário um espaço maior para produzir Jameson®. Por isso, em 1975, a produção foi deslocado da destilaria de Bow Street para Midleton, localizada no Condado de Cork. Até hoje, cada gota de Jameson® apreciada em todo o mundo tem origem lá. A marca irlandesa foi adquirida pelo grupo francês Pernod Ricard (conheça essa outra história aqui) em 1988 e, nos anos seguintes, ganhou ainda mais força internacional, aumentando sua distribuição e investindo em campanhas publicitárias para se tornar verdadeiramente uma marca global. O resultado: em 1995, as vendas do uísque irlandês chegaram aos 10 milhões de garrafas, ajudando à Jameson® a ingressar no seleto grupo das 100 marcas de bebidas alcoólicas mais valiosas do mundo.
  

A década de 1990 também foi marcada pela ampliação de sua linha de produtos com o lançamento de novos uísques, como por exemplo, em 1996 com o Jameson® Gold Reserve, envelhecido em barris de carvalho americano virgem. Em 2004 a Jameson® foi eleita como a marca de uísque de mais rápido crescimento no mundo, com suas vendas atingindo, em 2006, 2 milhões de caixas. Além disso, foi o uísque que mais cresceu no mercado americano nesse período; e recentemente apresentou grande crescimento em mercados importantes como África do Sul, França, Índia e China. A marca irlandesa também iniciou o lançamento de edições limitadas com embalagens criadas por grandes designers e artistas de renome.
   

Em 2015, para fisgar o paladar dos apreciadores de cervejas artesanais, a marca ousou ao lançar o Jameson® Caskmates Stout Edition, uísque irlandês triplamente destilado e misturado que foi pacientemente finalizado e envelhecido em antigos barris de cerveja artesanal irlandesa. Essa edição fez tanto sucesso que, em 2018, seria lançada a segunda edição desta série, o Jameson® Caskmates IPA Edition, um uísque envelhecido em barris utilizados na maturação de cerveja IPA da Franciscan Well Brewery em Cork, na Irlanda, resultando em aromas cítricos e um discreto final com traços de lúpulo. Ainda em 2018, a destilaria inovou mais uma vez ao lançar o Jameson® Cold Brew, uma combinação perfeitamente equilibrada do uísque irlandês mais suave com a riqueza do café (uma reunião de grãos arábica do Brasil e da Colômbia).
  

Pouco depois, em 2019, a destilaria lançou - inicialmente para o segmento de varejo de viagem (aeroportos) - o Jameson® Triple Triple, um uísque triplamente destilado e triplamente amadurecido em barris de Bourbon e Xerez. Sempre querendo atrair um público mais jovem, em 2021 a marca lançou o Jameson® Orange, o tradicional uísque irlandês perfeitamente equilibrado com notas de sabor picante de laranja.
   

Além disso, em 2022 a marca ingressou no segmento de coquetel pronto para beber com o lançamento do Jameson® Ginger Ale & Lime, uma bebida com gás em lata que leva a combinação perfeitamente misturada de uísque irlandês Jameson® com sabores naturais de gengibre e limão. Essa linha seria ampliada pouco depois com a introdução do Jameson® Orange Spritz, uma mistura borbulhante de uísque irlandês e sabores cítricos em lata.
  

Nos últimos anos a Jameson® tem priorizado o investimento em grandes eventos de arte, cultura e música. Por exemplo, a marca organiza uma das maiores festas do mundo no dia de São Patrício (Saint Patrick’s Day), batizada de Jameson® Global Party, que acontece em diversos países ao redor do mundo. Além disso, de 2003 a 2015 a marca patrocinou o Dublin International Film Festival, um evento internacional dos mais importantes no segmento, atraindo cinéfilos de todas as partes do mundo e vários artistas famosos.
   

Hoje em dia, a marca Jameson® acredita que aperfeiçoou a arte de fabricar o suave e verdadeiramente único uísque irlandês. Mas, no que diz respeito aos drinques, a marca busca constantemente bartenders de todo o mundo para descobrir formas novas e instigantes de desfrutar o melhor dos uísques irlandeses.
  

O mais famoso uísque dos irlandeses 
Dificilmente os irlandeses aceitarão, sem demonstrar uma ponta de ofensa, a insinuação de que o uísque escocês possa ser melhor. Se você pensa que o uísque nasceu na Escócia, está redondamente enganado. Na verdade ele surgiu na vizinha Irlanda. E as diferenças são grandes. Nem a grafia é igual: “whiskey” (para irlandeses) e “whisky” (para escoceses). Aliás, o termo é proveniente justamente de uma palavra irlandesa (“uiske beatha”) que significa em gaélico “água da vida”. Mas as diferenças vão muito além de uma simples letra. O uísque irlandês é destilado três vezes, enquanto grande parte da bebida escocesa passa duas vezes pelo processo. Outra característica marcante do irlandês: o uísque mistura dois tipos de cevada, sendo que um deles germina na água, preservando aroma e sabor leves. Além disso, o uísque é descansado em barris onde já estiveram bebidas de Bourbon, Xerez e vinho do porto. Rivalidades, diferenças e polêmicas à parte, o Jameson® é o uísque irlandês mais vendido do mundo e um dos mais populares do segmento.
   

Atualmente a marca irlandesa oferece uma ampla variedade de uísques, entre os quais: 
Jameson® Original: é o carro-chefe da marca irlandesa, um uísque original envelhecido por no mínimo 5 anos e produzido desde 1780. 
Jameson® 18 Years: criado em 2002, este excepcional uísque envelhecido 18 anos é a mais pura tradução da alta qualidade da destilaria irlandesa. 
Jameson® Bow Street 18 Years Cask Strength: engarrafado uma vez por ano, é uma mistura especial de uísques irlandeses raros de alambique e grãos feitos na destilaria de Midleton e lançado em 2018. 
Jameson® Black Barrel: lançado em outubro de 2011, é uma mistura triplamente destilada de rico Pot Still e uísque de grãos envelhecido em uma mistura de barris de Xerez e barris de Bourbon. É considerado uma expressão “mais escura, encorpada e complexa” do uísque Jameson® e inclui uma proporção maior de uísque irlandês de alambique. 
Jameson® 15 Year Old Single Pot Still: incorpora o estilo tradicional de fabricação de uísque irlandês que lhe dá o nome. A cevada maltada e não maltada é triplamente destilada para uma sedosidade rica e inconfundível com um tempero distinto de alambique. Lançado em 2022, este uísque é amadurecido em uma combinação de três tipos diferentes barris de carvalho virgem (irlandês, europeu e americano), além de barris de Bourbon e Xerez. 
Jameson® Select Reserve: os mestres destiladores selecionam cuidadosamente uma grande proporção de uísque irlandês de alambique com um raro uísque de grão em pequenos lotes, maturados em barris de bourbon carbonizados, fazendo com que o uísque adquira notas aromáticas de madeira carbonizada, especiarias profundas e frutas exóticas. 
Jameson® Remixed Caribbean Beats: introduzido em 2023, é um extraordinário uísque irlandês de 21 anos envelhecido inteiramente em barris temperados com rum. 
Jameson® Crested x Eight Degrees Devil’s Ladder: introduzido em 2020, é um uísque envelhecido em barris da cerveja artesanal Belgian Tripel. O resultado é um uísque com especiarias abundantes, lúpulos florais e doçura, enquanto o carvalho e o malte trabalham em conjunto para adicionar um caráter de cereal tostado.
  

A histórica destilaria 
A Old Jameson®, a destilaria original da tradicional marca, está localizada no centro da cidade de Dublin, sendo um dos marcos culturais mais preservados pelos irlandeses. Apesar do uísque Jameson®, desde o dia 5 de junho de 1970, não ser mais destilado ali, pondo fim a quase 200 anos de produção de uísque em Dublin, a destilaria é um centro para visitantes aberto em 1997 e que passou por renovações em 2007 e 2016. O icônico complexo - que reune museu, bar e restaurante - oferece visitas guiadas que abordam a história da marca (explicando as características únicas do uísque irlandês, incluindo comparativos com outros uísques famosos, como escoceses e americanos - além de aulas de preparação de coquetéis, sessões de degustação de uísque premium ou para aprender como misturar seu próprio uísque.
   

O tour, batizado de Jameson® Experience, começa com um vídeo e uma pequena apresentação que conta uma breve história do uísque Jameson® na Irlanda. Nos outros estágios da visita é possível ter informações detalhadas sobre a história e processo de fabricação do uísque, incluindo como os barris, que são selecionados de forma especial, transformam algumas das características dos diferentes uísques Jameson®. E por último a degustação do tradicional uísque, puro ou com outros ingredientes não alcoólicos.
  

A histórica destilaria ainda oferece uma loja com produtos e lembranças da marca, um bar (chamado JJ’s) e um restaurante (3rd Still), localizado no mezanino. A destilaria também hospeda e promove eventos corporativos, coquetéis e lançamentos, além de promover o “Irish Nights”, que acontece de abril a outubro. É uma noite que inclui o tour da destilaria e depois um jantar (entrada, prato principal e sobremesa) acompanhados de música e dança típicas ao vivo. Em 2018, na 25ª edição do World Travel Awards, a destilaria Jameson® Bow St. foi premiada como o “Melhor Tour de Destilaria do Mundo.
  

O ícone 
Em cada garrafa de Jameson® está incrustado em relevo no vidro o “Barrel Man” (“Homem do Barril”, em português). Este ícone simboliza os trabalhadores do passado e representa aqueles que construíram o uísque Jameson®. Esse verdadeiro ícone da marca tem sua origem na agência de publicidade londrina W.S. Crawford e foi criado pelo famoso artista e designer gráfico Edward McKnight Kauffer para uma campanha em 1927. Em 1928, ele foi parar no rótulo inferior das garrafas. E, no ano de 1930, passou a ser aplicado em todas as garrafas para exportação.
  

A evolução visual 
O logotipo da marca irlandesa passou por algumas remodelações ao longo dos anos, adotando um visual mais simples e minimalista, como mostra a imagem abaixo.
   

A Jameson® também utiliza, especialmente para ambientes digitais, uma identidade visual formado apenas pela letra J estilizada, que pode ser aplicada sob o tradicional fundo na cor verde-escura, tão associada à marca.
  

Os slogans 
Must be a Jameson®. (2023) 
Easy Does it. (2023) 
Widen the Circle. (2022) 
Taste, That's Why. (2018) 
Taste above all else. (2012) 
Seriously playful. (2009) 
Easygoing Irish. (2009) 
Beyond the obvious. (2006) 
It could just be the taste. (2004) 
Jameson® Irish Whiskey. What’s the rush? (2001) 
Smooth whiskey from Ireland. (1999) 
Triple distilled to be the smoothest of the smooth. (1997) 
Triple distilled for exceptional smoothness. (1996) 
The spirit of Ireland. (1993) 
You’ll never know until you’ve tried it. (1981) 
Not a drop is sold till it’s seven years old. (1950) 
Jameson® é Junto. (2022, Brasil) 
Ser suave é para os fortes. (2017, Brasil)
  
Dados corporativos 
● Origem: Irlanda 
● Fundação: 1780 
● Fundador: John Jameson 
● Sede mundial: Dublin, Irlanda 
● Proprietário da marca: Irish Distillers Limited 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Pernod Ricard S.A.) 
● CEO: Nodjame Fouad 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 130 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Estados Unidos, aeroportos e Irlanda 
● Funcionários: 800 
● Segmento: Bebidas alcoólicas 
● Principais produtos: Uísques irlandeses 
● Concorrentes diretos: Tullamore Dew, Bushmills, Paddy Irish Whiskey, Redbreast, Kilbeggan, Lost Irish, Crown RoyalJack Daniel’s e Jim Beam 
● Ícones: A tripla destilação e o “Barrel Man” 
● Slogan: Must be a Jameson®

A marca no mundo 
Hoje em dia Jameson®, uísque irlandês mais famoso do mundo e líder absoluto em sua categoria (com aproximadamente 70% de participação de mercado), está presente em mais de 130 países, com vendas anuais superior a 10.4 milhões de caixas (dados de 2022). A cada segundo são consumidas 20 doses do uísque Jameson® no mundo; isto significa que a cada dia 6 mil garrafas do uísque “evaporam” de sua destilaria. Os maiores mercados da marca são Estados Unidos, “Travel Retail” (aeroportos), Irlanda, África do Sul, França, Reino Unido, Austrália, Canadá, China e Índia. Atualmente o uísque é fabricado em uma única destilaria, a Midleton Distillery, na região de Cork. 


Você sabia? 
Durante quatro anos consecutivos (2008-2011) o bar, na verdade um pub, que mais vendeu Jameson® no mundo estava localizado na cidade de Minneapolis, estado de Minnesota. Eram aproximadamente 22 garrafas do uísque irlandês todos os dias. 
Um proeminente membro da família Jameson foi Guglielmo Marconi, pioneiro do rádio. A mãe dele era irlandesa e neta do fundador da tradicional destilaria Jameson®. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Isto é Dinheiro e Exame), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 29/9/2024 

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