Mostrando postagens com marcador Marcas Dinamarquesas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcas Dinamarquesas. Mostrar todas as postagens

1.4.15

PANDORA


A missão da PANDORA é oferecer à milhões de mulheres um universo de joias únicas de alta qualidade produzidas à mão a preços acessíveis, permitindo-as expressar sua individualidade e história com estilo. Toda a mulher tem sua história para contar e justamente por isso a PANDORA reúne coleções especiais que representam esses momentos, permitindo assim que cada uma expresse quem realmente é. É por isso que a marca dinamarquesa, através de suas joias, faz questão de celebrar esses momentos e dizer que são inesquecíveis. 

A história 
Tudo começou no ano de 1982 quando o ourives Per Enevildsen (imagem abaixo), juntamente com sua esposa Winnie, inaugurou uma pequena joalheria nos arredores modestos de Nørrebrogade na cidade de Copenhague na Dinamarca. Desde o início, o casal viajava constantemente para a Tailândia em busca de joias diferenciadas para importação. Com o grande aumento da demanda por suas joias, a jovem empresa se tornou gradualmente atacadista no mercado dinamarquês. Em 1987, após enorme sucesso de vendas, a empresa resolveu contratar o primeiro designer, Lone Frandsen (que juntamente com Lisbeth Enø Larsen seriam responsáveis, anos depois, pela criação e design do produto de maior sucesso da marca, o bracelete e os berloques), e passou a criar refinadas peças com estilo único. Era uma clara mudança de foco.
   

Pouco depois, em 1989, a empresa inaugurou sua primeira fábrica, localizada na Tailândia, e cuja primeira peça fabricada foi um anel de prata. A história da empresa começaria a mudar de rumo no mês de fevereiro de 2000, quando a joalheria lançou no mercado o conceito Bracelete & Charms: uma pulseira e vários pingentes (inicialmente eram 14 opções, incluindo um morango de prata) que poderiam ser comprados separadamente de acordo com o gosto da cliente. A marca acertou em cheio ao apostar na personalização, que criou nas consumidoras uma espécie de identificação com a marca. Foi neste momento que a empresa necessitava de um nome para a marca de seu novo produto. O escolhido foi PANDORA, que na mitologia grega foi a primeira mulher criada pelos deuses Hefesto e Atena, a pedido de Zeus, para castigar os homens.
   

A ideia que as consumidoras montassem suas joias, aos poucos, como quem conta uma história, foi um verdadeiro sucesso e começou a se espalhar por outros países europeus. A peça revolucionou a história da empresa, tornando-a uma das favoritas das mulheres descoladas no mundo da moda. Produzido com pulseira de ouro, prata, couro ou algodão e berloques variados (são mais de 600 opções), o bracelete fez enorme sucesso por permitir a personalização individual e foi adotado até como joia de destaque por grandes estrelas de Hollywood, como por exemplo, a bela atriz Catherine Zeta-Jones. Hoje em dia é possível montar braceletes de R$ 500 até mais de R$ 6 mil, dependendo do material escolhido e da quantidade de pingentes utilizados.
  

Em 2002 a bela modelo Sara Rantzau se tornou o rosto da primeira campanha publicitária da marca. Com o grande sucesso de seu bracelete e um enorme aumento na demanda, nos anos seguintes, a empresa começou a expandir-se internacionalmente ingressando em mercados como Estados Unidos e Canadá em 2003, Alemanha e Austrália em 2004. Além disso, as joias produzidas pela PANDORA conquistaram reconhecimento pelos seus altos padrões de ourivesaria, qualidade e design moderno. Todas são feitas de ouro 14k ou 18k e prata, frequentemente combinados com pedras preciosas, como topázio, safiras, ametistas e diamantes. Em 2005 a empresa já vendia mais de cinco milhões de peças, número que dobraria no ano seguinte. Isto porque, nesse ano a empresa inaugurou sua primeira fábrica totalmente própria em Gemopolis, na Tailândia. E foi em 2005 que a marca lançou outro enorme sucesso: os pingentes de vidro Murano, que desde então já vendeu mais de 35 milhões de peças no mundo todo.
  

A partir de 2006, a empresa acelerou a inauguração de lojas conceito em grandes cidades de diversos países. A primeira unidade foi inaugurada na cidade de Hamburgo na Alemanha. Em 2007 ocorreu o lançamento dos brincos da linha COMPOSE, que já possuía anéis, onde é possível fazer várias combinações, usando-os separados ou juntos. Em 2008 lançou no mercado a LOVE PODS, uma linha que busca na natureza (estrelas, flores, folhas) a sua inspiração, desde a escolha dos materiais até o design, permitindo assim revelar cada personalidade, à medida que a consumidora combina, ao seu modo, as várias peças da coleção. No ano seguinte a marca inaugurou suas duas primeiras lojas em território brasileiro, ambas na cidade de São Paulo. Rapidamente conquistou as mulheres brasileiras com seus braceletes e pingentes, abrindo outras lojas nos anos seguintes.
   

Ainda em 2009, os produtos da marca passaram a serem vendidos durante os voos da companhia aérea British Airways (conheça essa outra história aqui). O sucesso foi tamanho, que hoje em dia, 25 companhias aéreas vendem os produtos da marca dinamarquesa em seus voos. Em 2010 a empresa ingressou em importantes mercados globais, como por exemplo, Rússia, Itália e China. Apesar desse enorme sucesso mundial, de vez em quando têm aparecido algumas pedras no caminho da empresa. Como por exemplo, em 2011, quando após uma fracassada investida no segmento da alta joalheria, a PANDORA contabilizou uma queda brusca em suas vendas. Em 2013 foi lançada a ESSENCE COLLECTION, uma coleção de braceletes e pingentes projetados para simbolizar valores particulares como a coragem, a paixão, a honestidade, a sabedoria, a esperança, entre muitos outros. Ainda nesse ano a marca inaugurou sua milésima loja conceito.
   

Em meados de 2014 a PANDORA firmou uma parceria com a Disney (conheça essa história aqui) para a criação de uma coleção de berloques inspirada em seus famosos personagens e parques temáticos (como os castelos, coroas e vestidos da Cinderela e da Bela Adormecida, além de Minnie e Mickey e símbolos dos parques). Além da nova coleção, a parceria incluiu também a abertura de lojas da joalheria nos complexos da Disney em Orlando e na Califórnia. Pouco depois a joalheria dinamarquesa resolveu apostar no luxo acessível e no lançamento de coleções de anéis e brincos com design moderno para ultrapassar em vendas a francesa Cartier (conheça essa história aqui). Por outro lado, a linha de relógios foi descontinuada. Com isso a PANDORA focou no que sabe fazer melhor, o design criativo de joias e com material de qualidade, como uma boa marca dinamarquesa.
   

Em 2016 a marca celebrou a inauguração de sua loja de número 2.000, além de lançar a linha ROSÉ, composta por berloques de uma mistura única de metais banhados a ouro rosa 14k com alguns modelos cravejados de micro-pedras. O ano de 2019 foi repleto de novidades. Primeiro ocorreu o lançamento da coleção Pandora Me, que com com peças emblemáticas que celebram o amor próprio, a amizade e vínculos especiais com aqueles que amamos, se mostrou popular entre a geração Y. A marca também anunciou e lançou a coleção mágica Harry Potter, dando início a uma nova parceria com a Warner Bros. (conheça essa história aqui). E por último, anunciou uma parceria com a UNICEF para arrecadar fundos através de coleções especiais para apoiar a educação e os direitos das crianças em diversas partes do mundo.
  

Em 2022 a empresa inovou ao lançar as primeiras peças da Diamonds by Pandora, sendo a primeira coleção de diamantes da história da marca - e ela era cultivada em laboratório. Ainda pouco conhecidos no mundo, os chamados “Lab-Grown Diamonds” estão ganhando cada vez mais espaço no universo da joalheria internacional como uma opção mais sustentável e ética. Isto porque os diamantes cultivados emitem 95% menos carbono do que os diamantes extraídos da natureza e custam um quarto a menos. As peças desta coleção são feitas com diamantes cultivados, lapidados e polidos com energia 100% renovável e incrustadas em joias feitas com prata ou ouro 100% reciclado. Atualmente os diamantes cultivados da PANDORA estão em cinco mercados, Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, México e Brasil.
   

O segredo do sucesso 
O conceito Crie & Combine são a essência do universo da marca dinamarquesa. Esse conceito de personalização permite às mulheres criarem visuais e eternizarem momentos especiais de suas vidas. E tudo com seu estilo próprio. Clássica ou contemporânea há sempre uma joia perfeita para cada ocasião, basta liberar a criatividade. Afinal, seu “baú” está repleto de joias descoladas. Seus muitos pingentes de ouro e prata (desde um coração para demonstrar paixão, os signos do zodíaco, símbolos de boa sorte, o docinho favorito, um crucifixo até um carrinho de bebê para demonstrar o amor de mãe) montam brincos, colares e pulseiras com um toque pessoal e exclusivo. A ideia é abusar do Mix&Macth, ou seja, comprar a pulseira e adicionar os pingentes com o passar dos tempos.
   

A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por remodelações ao longo dos anos. O logotipo ortogonal da marca - que continha a palavra “Jewelry” - durou pouco e foi substituído por uma nova identidade visual que apresentava uma coroa acima da letra O (enfatiza a ideia de que a marca oferece joias valiosas e dignas de pessoas reais), além de uma maior espaçamento entre as letras. Esse logotipo foi modernizado em 2019 e adotou uma nova tipografia de letra e um novo design para a coroa.
   

Os slogans 
Be Love. (2024) 
Loves, Unboxed. (2023) 
For every story. (2022) 
Celebrate every moment. (2021) 
Something about you. (2021) 
Do Get What You Wish For. (2017) 
Unique as we are. (2016) 
Unforgettable Moments. (2008)
  

Dados corporativos 
● Origem: Dinamarca 
● Fundação: 1982 
● Fundador: Per e Winnie Enevoldsen 
● Sede mundial: Copenhagen, Dinamarca 
● Proprietário da marca: Pandora A/S 
● Capital aberto: Sim (2010) 
● Chairman: Peter Ruzicka 
● CEO: Alexander Lacik 
● Faturamento: US$ 4.1 bilhões (2023) 
● Lucro: US$ 702.9 milhões (2023) 
● Valor de mercado: US$ 13 bilhões (outubro/2024) 
● Lojas: 2.651 
● Presença global: 140 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 33.000 
● Segmento: Joalherias 
● Principais produtos: Pulseiras, berloques, anéis, brincos e colares 
● Concorrentes diretos: Tiffany & Co., Cut + Clarity, Ringly, Awe, Danbury Mint, Foundrae, Chamilia, OHM Beads, Swarovski e Vivara 
● Ícones: O bracelete e os berloques 
● Slogan: Be Love. 

A marca no mundo 
Hoje em dia a PANDORA, maior marca de joias do mundo, comercializa seus produtos em 140 países em seis continentes através de aproximadamente 6.700 pontos-de-venda, incluindo mais de 2.650 lojas próprias (mais de 140 delas no Brasil, incluindo quiosques), além do comércio eletrônico, disponível em diversos países. Entre os principais mercados da marca figuram Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Alemanha, França, Austrália e China. Com faturamento anual superior a US$ 4 bilhões, em 2023 a PANDORA vendeu 107 milhões de peças de joalharia, o que corresponde a três peças a cada segundo. A empresa emprega 33.000 funcionários, dos quais 13.200 mil trabalham em suas fábricas na Tailândia, produzindo mais de 100 milhões de peças anualmente. A empresa é responsável por 2% da prata consumida em todo o mundo. Braceletes e pingentes representam mais de 75% do faturamento anual da empresa. A Pandora é a primeira marca de joalharia do mundo em volume e a terceira em valor, depois de Cartier e Tiffany & Co. (conheça essa outra história aqui). 


Você sabia? 
A PANDORA desenha, fabrica, distribui e vende joias, operando e controlando um modelo de negócio vertical. 
O funcionamento e mecanismo (como o fecho de barril) do bracelete e dos pingentes PANDORA são patenteados em vários países ao redor do mundo. 
A marca oferece o PANDORA CLUB, um programa de relacionamento onde os membros tem acesso a dicas, peças exclusivas, edições limitadas, ofertas e muito mais. São mais de 7 milhões de membros no mundo inteiro. 
100% da prata e do ouro utilizados nas joias da marca se originou de fontes recicladas, reduzindo o custo ambiental e o impacto na natureza. 
As joias PANDORA são identificadas com a sigla ALE, que assegura a originalidade de sua joia e são uma homenagem a Algot Enevoldsen - pai do fundador da empresa. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, BusinessWeek, Exame, Época Negócios e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 1/10/2024 

O MDM também está no Instagram. www.instagram.com/mdm_branding

19.1.10

BODUM


Dificilmente quem procura utensílios de cozinha e para casa, que sejam originais, com design único e de alta qualidade, não irá se deparar com a marca BODUM, reconhecida pela inovação e design diferenciado. A marca dinamarquesa, verdadeiro ícone mundial de produtos para café e chá, é presença obrigatória em qualquer cozinha descolada ou cafeteria profissional do mundo. 

A história 
Tudo começou em 1944 quando Peter Bodum fundou a empresa na cidade de Copenhagen, capital da Dinamarca. Os tempos eram difíceis no final da Segunda Guerra Mundial, afinal o comércio era quase inexistente e as pessoas estavam desempregadas e sem dinheiro. Assim mesmo, ele chegou a vender no atacado uma variedade muito pequena de itens e utensílios domésticos de vários fabricantes dinamarqueses. Com o término do conflito os negócios melhoraram um pouco, e a empresa passou a vender alguns utensílios de cozinha produzidos no país, além de obter uma licença de importação para produtos de cozinha e de mesa feitos em vidro e fabricados no leste europeu.


Reconhecendo desde cedo à enorme importância do design industrial, na década seguinte, Peter Bodum começou a desenvolver seus próprios produtos. Em 1958, o primeiro produto BODUM foi lançado no mercado: a cafeteira SANTOS, baseada em um sistema de preparação de café à vácuo. Rapidamente a cafeteira se tornou uma sensação e um enorme sucesso, não somente na Dinamarca, mas em outros países europeus. Até os dias de hoje, a BODUM continua a produzir o design original da cafeteira (agora batizada de PEBO). A empresa se desenvolveu de uma forma sólida durante os anos de 1960, mas infelizmente, em 1967, com apenas 57 anos de idade, Peter Bodum faleceu. A sua mulher geriu a empresa até 1974, ano em que convidou seu filho Jørgen, de apenas 26 anos, a juntar-se a ela na gestão da BODUM. Ele rapidamente convidou Carsten Joergensen, naquela época um renomado e talentoso professor na Escola de Arte Dinamarquesa em Copenhagen, para assumir o cargo do designer geral da empresa, sendo responsável não somente pelo design de produtos, como também pela imagem da marca, exposições, lojas, edifícios, catálogos e publicidade.


Os dois começaram então a cumprir de várias maneiras diferentes o ideal da marca BODUM, “O bom design não tem que ser caro” (em inglês “Good design doesn’t have to be expensive”), resultando no desenvolvimento de produtos com prioridade para a funcionalidade, a qualidade e a acessibilidade dos preços. Neste mesmo ano, foi apresentada ao mercado a BISTRO, primeira cafeteira de prensa francesa da marca (onde em um recipiente de vidro se colocava o pó do café e água quente e, em seguida, se introduzia um filtro que era pressionado por um êmbolo que separava o pó do café já pronto para o consumo) e que representou também a primeira incorporação da nova linguagem de design da BODUM: simplicidade aliada à beleza e materiais de qualidade para a vida cotidiana. Esta cafeteira foi eleita a máquina de café mais ecológica pelos meios de comunicação internacionais, tendo sido igualmente agraciada com os importantes prêmios de design internacionais.


Já em 1975, a marca havia começado a expandir bastante sua gama de produtos e materiais utilizados em sua confecção. Em 1978, Jørgen decidiu transferir a empresa da Dinamarca para a Suíça, com o objetivo de tirar proveito de uma localização mais central no continente europeu. Em 1980 foi criada sua divisão própria de design, batizada de PI-Design. Nesta época, não somente materiais como o plástico e o aço inoxidável, mas também madeira, eram utilizados em abundância para a fabricação dos produtos da marca. O segmento de utensílios para café e chá permaneceu a base da marca, mas rapidamente a empresa começou a produzir produtos para toda a cozinha, depois para a sala e, por fim, para a casa toda. Quaisquer que fossem os produtos desenvolvidos (como saladeiras de madeira, garrafas térmicas ou mesmo um conjunto de pá e vassoura), a marca mantinha-se fiel ao seu ideal: o design de qualidade tem de ser acessível a todos.


Pouco depois, em 1986, a inauguração da primeira loja própria da marca na cidade de Londres marcou uma nova etapa na história da empresa. A loja foi concebida não apenas para expor de forma perfeita a grande variedade de seus produtos, mas para divulgar e posicionar a presença cada vez maior da BODUM como uma marca internacional. Uma década depois a BODUM já possuía lojas em nove países ao redor do mundo. Em 1991, a BODUM adquiriu duas empresas: Martin S.A., produtor original da primeira cafeteira de êmbolo Melhor (este design continua presente na linha da marca com a icônica prensa de café CHAMBORD®), e a fábrica de madeiras Nissen. A empresa absorveu boa parte dos funcionários originais da Nissen e dessa forma pode ter acesso aos seus muitos anos de experiência e aos segredos para transformar simples produtos de madeira em peças de grande beleza. Atualmente a BODUM trabalha com madeiras originárias de plantações controladas, nas quais cada árvore é replantada.


Ainda em 1991, a chaleira ASSAM foi desenvolvida especialmente para o British Tea Council e, basicamente, reinventou a preparação do chá. A marca tinha aprendido bastante com o sistema de prensa francesa e aplicou os mesmos princípios ao chá: um processo de preparação em um filtro grande, que podia ser facilmente interrompido. Em 1992, a marca ingressou no segmento dos produtos domésticos elétricos com o lançamento da chaleira IBIS, apenas a primeira de uma extensa linha de produtos elétricos e altamente sofisticados de cozinha. Nos anos seguintes, espremedores, moedores de café e, em 2003, a Granos, uma máquina de café espresso seriam adicionados a sua linha de produtos, hoje conhecida como e-BODUM® e que conta também com batedeiras e liquidificadores. Outra grande inovação foi o lançamento, em 2004, da linha Pavina, composta por copos de vidro soprados artesanalmente de alta resistência (com borosilicato) e com parede dupla, que impedia a troca de calor entre a bebida e o ambiente externo. Isso conservava as bebidas geladas ou quentes por muito mais tempo.


Nos anos seguintes a marca apresentou produtos absolutamente fantásticos, como por exemplo, a torradeira Bistro, cujo design mistura estilos retrô e moderno com perfeição. Ela descongela, tosta ou aquece os pães sempre na medida certa e sua grade de aquecimento mantém croissants, bagels e outros pães, quentinhos sem tostar. Além disso, a marca lançou em 2010 uma pequena linha para churrasco, composta pela churrasqueira portátil FYRKAT (que pode ser utilizada na sala, cozinha ou na varanda, e usada com a tampa fechada, para assados estilo “ao bafo”), grill elétrico e outros acessórios, como pegadores e grafos de carne, saleiro e uma linha especial de facas. Em 2011, a marca inaugurou em Paris a primeira loja “laboratório” com demonstrações de produtos e apresentações multimídia para dar aos clientes uma experiência de compra interativa. Atualmente, a BODUM oferece aos seus clientes um pouco de tudo, desde os mais recentes artigos para a preparação de café e chá a artigos de mesa, cozinha, conservação e acondicionamento de alimentos até uma moderna linha de eletrodomésticos.


Os slogans 
Make taste, not waste. (2009) 
Give Up Bad Coffee For Good. (2004) 
Everything works beautifully. (1998) 
Design should not be expensive. (década de 1940)


Dados corporativos 
● Origem: Dinamarca 
● Fundação: 1944 
● Fundador: Peter Bodum 
● Sede mundial: Triengen, Suíça 
● Proprietário da marca: Bodum AG 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Jørgen Bodum 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Lojas: 20 
● Presença global: 55 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 600 
● Segmento: Utensílios domésticos 
● Principais produtos: Xícaras, copos, cafeteiras, jarras, torradeiras e utensílios de cozinha 
● Concorrentes diretos: La Cafetière, Hario, Nespresso, Lavazza, Bialetti, Brabantia, Joseph Joseph e Casa Bugatti 
● Ícones: O design de seus produtos 
● Slogan: Make taste, not waste. 
● Website: www.bodum.com/pt/pt/ 

A marca no mundo 
Os modernos e únicos utensílios para casa e cozinha da marca BODUM são hoje comercializados em mais de 55 países ao redor do mundo. Além disso, a empresa possui uma pequena rede com mais de 20 lojas próprias em cidades como Paris, Londres, Copenhagen, Zurique, Frankfurt, Tóquio, Nova York, Sydney e Auckland. A colaboração com arquitetos e designers industriais e gráficos é uma tradição que a BODUM tem expandido ao longo dos anos, desenvolvendo o seu próprio departamento de design. Com uma equipe interna de designers industriais e gráficos, engenheiros e arquitetos, a empresa desenvolve de forma única no mercado o próprio design, concepção e publicidade de seus produtos. 

Você sabia? 
Desde 1974, a BODUM já produziu mais de 100 milhões de cafeteiras de êmbolo. Além disso, a marca já produziu mais de 35 milhões de bules de café. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Época Negócios, BusinessWeek e Time), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 21/11/2017

20.6.06

CARLSBERG


A cerveja CARLSBERG é uma verdadeira instituição na Dinamarca, tanto que existe uma lenda que o povo nórdico odeia que ela seja exportada. Ainda bem que para o mundo não passa de uma lenda. O tradicional slogan “Provavelmente a melhor cerveja do mundo” reflete fielmente o orgulho que o povo dinamarquês tem de umas de suas marcas mais valiosas. 

A história 
A cervejaria CARLSBERG foi fundada em 1847 pelo jovem industrial e filantropo Jacob Christian Jacobsen, então com apenas 24 anos, na pequena cidade de Valby, localizada nos arredores de Copenhagen, capital da Dinamarca. O nome da cerveja deriva da junção do nome de um dos filhos do fundador “Carl” mais a palavra dinamarquesa “Berg” que significa “montanha” (referência à localização da cervejaria no topo da colina de Valby). O primeiro carregamento de cerveja tipo lager foi comercializado no dia 10 de novembro. Em 1868 começou a exportar sua cerveja enviando um barril para a cidade de Edimburgo na Escócia, e no ano seguinte já enviava sua cerveja para alguns países do continente asiático, como por exemplo, Cingapura e Hong Kong. Não demorou muito para os países escandinavos e a Índia começarem a receber também a cerveja dinamarquesa. Já em 1875 a cervejaria inaugurou, de forma pioneira, um laboratório para pesquisar e estudar novos métodos e técnicas para os processos de maltagem, maceração e fermentação. Em sintonia com seu espírito vanguardista, ficou determinado que toda descoberta feita pelo laboratório deveria ser compartilhada com o mundo. Hoje em dia, aproximadamente 100 cientistas continuam pesquisando para elaborar ainda mais o sabor da tradicional cerveja. Pouco depois, a cervejaria instalou a primeira máquina de refrigeração do país para permitir a fermentação a baixas temperaturas.


Em 1882 Carl Jacobsen, filho de J.C. Jacobsen, inaugurou sua própria cervejaria com o nome de Nova Carlsberg (Ny Carlsberg) e, em pouco tempo, se tornou um dos melhores mestres cervejeiros de toda a Europa. Pai e filho discordavam em muitas coisas e a Nova Carlsberg era resultado das desavenças entre eles. A partir desta data o pai muda o nome da sua cervejaria para Antiga Carlsberg (Gamle Carlsberg). Em 1883, Emil Christian Hansen, funcionário que trabalhava nos laboratórios da CARLSBERG, desenvolveu o método de obtenção da levedura pura, batizado de Saccharomyces Carlsbergensis, que revolucionou a indústria cervejeira. Afinal, todos os fermentos usados na produção de cerveja do tipo lager derivaram desta descoberta. Com a morte de Jacobsen em 1897, a Fundação Carlsberg assumiu o controle da cervejaria. Foi somente em 1902 que a cervejaria lançou a primeira cerveja sob a marca CARLSBERG, batizada de CARLSBERG LYS SKATTEFRI, atualmente conhecida como CARLSBERG 2.7, uma pilsner leve e de baixa graduação alcoólica (2.7%).


Dois anos depois, em 1904, o famoso rótulo e logotipo da CARLSBERG PILSNER em art nouveau, desenhado pelo arquiteto Thorvald Bindesboll, foi introduzido no mercado juntamente com a cerveja, que viria a ser uma das mais consumidas do mundo. Apesar do alto valor pago ao arquiteto, aproximadamente 500 kroner (moeda dinamarquesa da época), a CARLSBERG de nada se arrependeu, afinal o logotipo e rótulo da cerveja se tornaram um dos mais reconhecidos do mundo neste segmento. Pouco depois, em 1906, a Ny Carlsberg e a Gemle Carlsberg se uniram sob o nome de CARLSBERG BREWERIES. O sucesso mundial da marca cresceu tanto nos anos seguintes que, em 1939, 55% das cervejas importadas pelo Reino Unido eram da marca CARLSBERG.


Nas décadas de 1940 e 1950 a cerveja conquistou enorme popularidade na Inglaterra, fixando-se de vez no continente europeu. Para comemorar a visita do primeiro ministro inglês Winston Churchill à cidade de Copenhagen em 1950, a empresa criou a cerveja CARLSBERG SPECIAL BREW, uma lager mais forte, com sabor de conhaque (bebida preferida de Churchill) entre suas notas de degustação, que rapidamente se tornou um sucesso. Inicialmente chamada V-øllet (V-Beer), esta cerveja inaugurou a tradição dinamarquesa de lançar cervejas para comemorações ou datas especiais, como uma ocasião real ou coroação europeia. Essa cerveja foi lançada comercialmente na Dinamarca no natal de 1952. Em 1968 a empresa abriu sua primeira cervejaria internacional, em Blantyre no país africano do Malawi.


Em 1970, a CARLSBERG e sua rival doméstica Tuborg, se uniram para formar a United Breweries. Foi também nesta década, em 1973, que surgiu o famoso slogan “Probably the best beer in the world” (em português “Provavelmente a melhor cerveja do mundo”), criado pela agência publicitária Saatchi & Saatchi e sob a voz inconfundível do ator e diretor americano Orson Welles. Esta campanha de enorme sucesso durou muitos anos, foi lançada em mais de 20 países diferentes e consolidou a marca globalmente.


Em 1981, com a inauguração de uma cervejaria em Hong Kong, a CARLSBERG iniciou uma forte expansão no continente asiático, especialmente na China. Na década de 1990 a CARLSBERG iniciou novamente um forte crescimento através da aquisição de outras pequenas cervejarias, como por exemplo, a tradicional Tetley da Inglaterra, adquirida em 1992. Uma década mais tarde, em 2002, a cerveja foi lançada na Rússia com enorme sucesso e nos anos seguintes introduziu no mercado novas variações da CARLSBERG, como por exemplo, a cerveja com sabor marcante e mais forte, outra com sabor cítrico, com baixo teor de carboidratos e até uma versão orgânica. Além disso, a marca CARLSBERG foi estendida para outras categorias de produtos, como por exemplo, água mineral e soda.


A linha do tempo 
1902 
Lançamento da CARLSBERG 2.7, uma cerveja pilsner fraca, leve e de baixa graduação alcoólica. Desde seu lançamento a cerveja já adotou vários nomes como Lys Skattefri (Light Tax-free), Carlsberg Let e Carlsberg Light, antes de adotar o atual nome em 2009. 
1904 
Lançamento da CARLSBERG, uma cerveja pilsner com graduação alcoólica de 5%, que se tornaria a principal marca da empresa, sendo vendida atualmente em 140 países. 
1950 
A cervejaria cria uma cerveja especial, chamada CARLSBERG SPECIAL BREW, para comemorar a visita do então primeiro-ministro britânico Winston Churchill ao país. A cerveja, uma pilsner extremamente forte com graduação alcoólica de 9.0%, se tornou extremamente popular nos países nórdicos. A cerveja foi lançada nacionalmente em 1952 e na década de 1970 já estava disponível no mercado britânico. 
1955 
Lançamento da CARLSBERG EXPORT, uma cerveja pilsner forte desenvolvida inicialmente para a exportação, especialmente de países africanos como Gana e Nigéria. Atualmente a cerveja é posicionada como uma lager premium com graduação alcoólica de 4.8%. 
1959 
Lançamento em novembro da CARLSBERG ELEPHANT, uma cerveja pilsner extremamente forte (graduação alcoólica de 7.2%). O nome “Elefante” foi adotado, pois a cerveja era forte, tanto no sabor como na graduação alcoólica, como o animal em questão. Os elefantes do rótulo foram inspirados em um par de estátuas que se encontravam na entrada da cervejaria na época. Atualmente esta versão é vendida na Dinamarca, Suécia, França, Bélgica, Estados Unidos, Alemanha, entre outros países. 
1972 
Lançamento da CARLSBERG 47, uma cerveja tipo Bock (escura) com graduação alcoólica de 7.0%. A cerveja foi desenvolvida para comemorar os 125 anos de fundação da cervejaria, o que explica o número 47 (terminação do ano de 1847 quando a CARLSBERG foi fundada). Inicialmente a cerveja seria vendida por apenas um ano, como uma edição especial, mas a enorme popularidade de seu sabor junto aos consumidores acabou fazendo com que ela se tornasse parte permanente do portfólio da cervejaria. 
1997 
Lançamento da CARLSBERG MASTER BREW, elaborada com base em muitos ingredientes e longa maturação. A cerveja, extremamente forte (10.5% de teor alcoólico), tem uma cor dourada, aroma frutado e sabor um pouco doce. Essa cerveja havia sido lançada um ano antes como edição especial e através de uma votação entre os consumidores passou a fazer parte da linha regular da marca. 
2004 
Lançamento da CARLSBERG CHILL, uma cerveja pilsner mais forte (graduação alcoólica de 5.0%) e extremamente saborosa, desenvolvida especificamente para o mercado asiático, principalmente a China. 
2005 
Lançamento da CARLSBERG EXPORT EXTRA COLD, uma cerveja lager, tipo muito popular na Europa, que passa por um processo de envelhecimento de até seis meses antes de ser vendida. 
2006 
Lançamento da CARLSBERG EDGE, uma cerveja pilsner com sabor cítrico (lima e limão). Desenvolvida pela subsidiária da Inglaterra, a cerveja consumiu mais de três anos de pesquisas. O resultado foi uma cerveja clara, leve, refrescante, com leve sabor cítrico e ideal para ser consumida nos meses mais quentes do ano. A cerveja não fez tanto sucesso e foi retirada do mercado anos depois. 
2008 
Lançamento da CARLSBERG LITE, uma cerveja com baixos índices de carboidratos e 30% menos calorias que a versão original. 
2013 
Lançamento da CARLSBERG CITRUS, cerveja leve, refrescante e de baixa graduação alcoólica (2.8%), com leve sabor cítrico. 
2014 
Lançamento no mercado dinamarquês da CARLSBERG NORDIC, uma cerveja clara e sem álcool. É a cerveja perfeita para pessoas que amam o frescor de uma pilsner, mas não conseguem ou podem beber álcool. 
2015 
Lançamento da CARLSBERG 0.0%, a tradicional cerveja tipo lager sem álcool. 
Lançamento da CARLSBERG HOF, uma versão orgânica da sua tradicional cerveja. Esta lager light mantém o mesmo sabor da versão tradicional, mas a diferença é que mais de 95% do malte e lúpulo utilizados na receita são orgânicos. 
Lançamento da CARLSBERG NOX, uma cerveja com 6% de teor alcoólico e com características únicas já que é produzida com uma variedade de lúpulo específico, designado de Polaris, que lhe confere um sabor distinto, suave e muito refrescante. É inovadora também na embalagem, com uma elegante e distinta garrafa preta. 
2016 
Lançamento da CARLSBERG SMOOTH DRAUGHT, uma cerveja com a cremosidade e o frescor de um chope em garrafas de 580 ml. A nova cerveja foi criada pela subsidiária da Malásia. 
2017 
Lançamento da CARLSBERG ORGANIC NON ALCOHOLIC, uma cerveja extremamente leve com apenas 0.5% de teor alcoólico, feita com ingredientes orgânicos.


O marketing da bola 
Uma das partes mais importantes do marketing da marca sempre foi o patrocínio esportivo, especialmente relacionado ao futebol. Em 1970, a marca foi o primeiro patrocinador comercial da liga e dos times nacionais dinamarqueses. A marca também foi patrocinadora oficial e principal (com a marca estampada na camisa) da tradicional equipe do Liverpool (entre 1992 a 2009), mas continua como uma das parceiras da equipe, sendo desde 2010 a distribuidora da bebida dentro do estádio Anfield. Além disso, foi a patrocinadora oficial da Copa do Mundo de Futebol de 1990, Champions League de 2003 e 2004, e cerveja oficial da Premier League entre 2013 e 2016. Atualmente a CARLSBERG é patrocinadora da Eurocopa (desde 1988) e cerveja oficial da Federação Inglesa de Futebol, das equipes do Liverpool e do Tottenham. E, em 2015, o ex-goleiro dinamarquês Peter Schmeichel, um dos melhores da história do futebol, foi escolhido como primeiro embaixador global da marca.


A histórica fábrica 
Para quem estiver na bela capital dinamarquesa, uma dica imperdível, especialmente para os amantes de uma boa cerveja ou para quem quer fugir um pouco do turismo convencional, é conhecer a histórica cervejaria da CARLSBERG, inaugurada em 1847 e localizada no distrito de Valby. Os enormes elefantes brancos na entrada da fábrica são apenas o começo de um passeio fantástico. Aliás, eles surgiram em 1901 com a construção de um novo portão de entrada para cervejaria, sustentado por quatro grandes elefantes. A ideia era homenagear cada um dos seus filhos. Uma visita guiada conduz o visitante a conhecer um pouco mais da história da mítica cerveja, seu processo de elaboração, além de uma exposição permanente de máquinas, garrafas e outros objetos relacionados à marca.


Na exposição encontra-se a maior coleção de garrafas de cerveja do mundo, que incluem a CARLSBERG e outras de diferentes marcas. São mais de 20 mil garrafas. Junto a coleção, a fábrica conta com um jardim de esculturas, incluindo uma versão menor da famosa estátua da “Pequena Sereia de Copenhague”, desenhada por Carl Jacobsen (filho do fundador da cervejaria), depois de uma paixão por uma bailarina que passou por Copenhague protagonizando o Balé da Pequena Sereia. Vale ressaltar que A Pequena Sereia é o título de um conto de fadas escrito pelo famoso novelista dinamarquês Hans Cristian Andersen. Existem ainda outros atrativos na fábrica, como os estábulos, onde é possível apreciar cavalos da raça Jutland, que em sua origem eram utilizados para transportar e vender seus produtos. A visita termina no restaurante Bar Jacobsen Brewhouse, onde é possível provar uma deliciosa e autêntica cerveja CARLSBERG e saborear sopas, vários sanduíches e até pratos típicos dinamarqueses. Além disso, ali, destaca-se a Sala dos Aromas, na qual o visitante é convidado a sentir os mais diversos aromas possíveis numa cerveja.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. O logotipo original da marca foi criado em 1904 pelo arquiteto Thorvald Bindesboll. Durante muito tempo o logotipo conteve a tradicional coroa real em vermelho e depois a palavra “beer”. Atualmente o logotipo é simplificado, utilizando apenas o nome da marca em sua característica tipografia de letra.


O rótulo da cerveja dinamarquesa evoluiu muito através dos anos. O tradicional rótulo verde surgiu apenas em 1904 e transformou a cerveja conhecida no mundo inteiro. De lá para cá o rótulo sofreu várias modernizações. Uma curiosidade: de 1931 a 1991, o apelido da cerveja HOF (que significa “Corte Real”), era impresso no rótulo das cervejas para o mercado dinamarquês.


Há alguns anos atrás o tradicional rótulo da marca passou a ser impresso diretamente no vidro da garrafa, que ganhou um novo design muito mais moderno. A atual garrafa da CARLSBERG foi apresentada e adotada no ano de 2011.


Os slogans 
That calls for a Carlsberg. (2011) 
That Deserves a Carlsberg. (2010, Canadá) 
Probably the best beer in the world. (1973) 
Worth waiting for. (Reino Unido)


Dados corporativos 
● Origem: Dinamarca 
● Fundação: 1847 (empresa) e 1904 (marca) 
● Fundador: Jacob Christian Jacobsen 
● Sede mundial: Copenhagen, Dinamarca 
● Proprietário da marca: Carlsberg Breweries A/S 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Flemming Besenbacher 
● CEO & Presidente: Cees't Hart 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 140 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Segmento: Cervejaria 
● Principais produtos: Cervejas 
● Concorrentes diretos: Heineken, Stella Artois, Amstel, Beck’s, Pilsner Urquell, Löwenbräu, Budweiser, Faxe e Grolsch 
● Slogan: Probably the best beer in the world. 
● Website: www.carlsberg.com 

A marca no mundo 
A CARLSBERG, marca mais importante da terceira maior cervejaria do mundo, é comercializada em 140 países, possuindo engarrafadoras em 40 deles. Com forte presença no mercado europeu, especialmente na Inglaterra, aproximadamente 90% de sua produção é consumida fora da Dinamarca. A CARLSBERG é líder absoluta de mercado nos países escandinavos como Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia, além possuir forte presença no Reino Unido, seu mais importante mercado, responsável por aproximadamente 40% de suas vendas. A cervejaria conta ainda com uma divisão de exportação, licença e Duty Free, responsável pela venda e marketing da marca CARLSBERG onde não exista subsidiárias ou fábricas da empresa. Essa divisão atua em 95 mercados ao redor do mundo.  
Você sabia? 
A cerveja CARLSBERG chegou a ser fabricada no Brasil pela Skol nos anos de 1990 por um breve período. 
O Grupo CARLSBERG é proprietário de mais de 500 rótulos diferentes de 140 marcas de cervejas, entre as quais Holsten, Kronenbourg, Tuborg, Tetley’s e Baltika. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 30/9/2017

29.5.06

BANG & OLUFSEN


A marca BANG & OLUFSEN é um dos maiores ícones mundiais em design, tecnologia e qualidade no segmento de áudio e vídeo. Não se podem comparar os sofisticados - e caríssimos - produtos da BANG & OLUFSEN com uma marca qualquer. Possuir uma dessas joias na parede ou na estante de casa é como ostentar uma obra de arte. Ao aliar alta qualidade com design diferenciado, a B&O entrou para a seleta lista das empresas que fabricam objetos de desejo. Para ter ideia de sua importância, dezoito itens projetados pela empresa fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (mais conhecido como MoMA). E tamanha fama conquistou clientes estrelados como Brad Pitt, Madonna, Steven Spielberg e Sting que não se importam em desembolsar mais de US$ 70 mil em um sistema de som. 

A história 
A empresa foi fundada pelos colegas de faculdade de engenharia elétrica Peter Boas Bang e Svend Olufsen na Dinamarca em novembro de 1925 com a ajuda financeira de seus pais. A primeira invenção da dupla aconteceu no sótão de uma fazenda em Quistrup, uma pequena cidade dinamarquesa. A engenhoca era um eliminador de baterias que possibilitava a conexão de um receptor de bateria à rede elétrica, assegurando uma descarga de energia silenciosa para os ruidosos aparelhos de rádio da época. Dois anos mais tarde a empresa construiu sua primeira fábrica. A partir deste momento, a BANG & OLUFSEN mostrou a que veio.
  

Com soluções inovadoras, precisão sonora e design diferenciado, a marca se tornou referência mundial baseada em seu princípio básico: a tecnologia deve servir as pessoas e não vice-versa. E foi partir daí que a BANG & OLUFSEN seguiu criando soluções com qualidade e inovação, características que surpreendem e impressionam seus clientes. Sob esse conceito surgiu o Five Lamper (1929), rádio extremamente moderno e primeiro grande sucesso da marca; os alto-falantes Type D, no final da década de 1920; o Beolit 39 (1939), primeiro de uma série de rádios que apresentou uma nova forma de nomear os produtos, começando com o prefixo Beo; a Beovision Capri (1959), primeira TV da marca, que apresentava corpo de madeira, tela de 17 polegadas e pernas fixas, iniciando assim o olhar da B&O para o movimento do mobiliário moderno dinamarquês em expressão, material e forma; o Beomaster 900 (1964), rádio alongado e de fácil utilização; e o Beovox CX 100 (1984), alto-falantes clássicos (design limpo com a caixa de alumínio e o tecido preto), que estão entre os mais bem sucedidos na história da B&O e estiveram em produção até ao final de 2003.
   

Nos anos seguintes a B&O ampliou sua área geográfica de atuação, ingressou em novos mercados, inaugurou lojas próprias e prosseguiu lançando produtos inovadores, como por exemplo, o BeoSound 9000 (1996), tocador de 6 CDs em formato vertical (torre), um exemplo perfeito de inovação, tecnologia e movimento no legado da marca; o BeoVision 5 (2003), um televisor de plasma de 42 polegadas com tecnologia digital, que podia ser pendurado na parede como as telas planas convencionais ou instalado no chão, num ângulo especialmente desenhado para garantir perfeita visibilidade; o Becom 6000 (1998), telefone sem fio com perfil curvo e formato simples; e o BeoLab4, um sistema de colunas de som que comprovava mais uma vez que a excelência de som é compatível com a originalidade e o design.
  

E as novidades tiveram prosseguimento com o BeoCenter 2, que unia em um mesmo produto CD, DVD, rádio e leitor em formato MP3; o alto-falante BeoLab 5, dotado de um sensor capaz de calibrar o som de acordo com cada ambiente, que os engenheiros demoraram 20 anos para concluir; as caixas de som BeoLab 9, que usam tecnologia Acoustic Lens para criar um ambiente ideal para escutar música em qualquer ponto da sala; o BeoSound 2, um tocador portátil de música digital que funcionavava com cartão de memória SD; e o telefone Beocom 2, com formato curvilíneo e feito em um único pedaço de alumínio, sem cortes, fazendo com que a curva adapte-se ao rosto e mãos da pessoa. O design de boa parte destas obras-primas esteve sob o comando do talentoso inglês David Lewis (falecido em 2011).
  

Depois de reinventar o design de aparelhos eletrônicos como equipamentos de som e televisores, a empresa quis fazer o mesmo com o som para automóveis. Em 2006, a BANG & OLUFSEN ingressou em um novo mercado ao anunciar o lançamento de um sistema de som exclusivo para os modelos A8 da marca alemã Audi. Batizado de Bang & Olufsen Advanced Sound System, esse foi o primeiro produto voltado para automóveis produzido pela marca dinamarquesa e vendido de forma opcional. E o sucesso foi tanto que a marca passou a desenvolver e projetar sistemas de som para outros modelos da montadora alemã, além de equipar outros modelos de luxo, como por exemplo, Aston Martin DBS, BMW 6 Series e Mercedes-Benz AMG. Essa divisão automotiva (rádios e alto-falantes) seria vendida em 2015 para a Harman International. Além disso, ainda em 2006, a marca dinamarquesa, em parceria com a coreana Samsung, lançou seu primeiro aparelho celular, batizado de Serene. Em 2009 a marca lançou um despertador com design revolucionário batizado de BeoTime.
  

Em 2010 a marca anunciou outra obra-prima: BeoVision 10, um televisor Full HD com tela LCD, frequência de imagens de 200/240 Hz e iluminação por LED nas bordas. Além de diversas tecnologias para aprimorar a qualidade da imagem, como a VisionClear, o televisor também compensava a taxa de contraste e de movimentos rápidos de imagens com a taxa de fotogramas em frequências de 200 a 240 Hz (a taxa convencional é de 60 Hz), de modo a garantir a imagem mais natural possível em cenas de muito movimento, como de esportes ou filmes de ação. Além disso, uma tecnologia chamada Beolink facilitava a conexão com demais aparelhos da marca. O preço, no Brasil, era de R$ 27.000.
  

Em janeiro de 2012 a empresa lançou a linha B&O Play, uma linha vocacionada para produtos autônomos com operações simples e claras, em detrimento de instalações domésticas integradas. A nova linha, que se tornou um sucesso instantâneo, era composta por produtos portáteis, de uso intuitivo, agradáveis para integrar ao cotidiano e que ofereciam excelentes experiências de alta qualidade. O primeiro produto da linha foi o Beolit 12, um sistema de som de alta fidelidade Hi-Fi para iPod, iPad ou iPhone, Mac ou PC, disponibilizando o melhor som com um design único. Com preços são mais acessíveis, a linha B&O Play engloba produtos projetados para representar o padrão de utilização diferente da geração digital, sempre com um design contemporâneo e divertido.
  

Entre as novidades recentes da marca estão: Beoplay A1 (2016), uma caixa de som portátil Bluetooth com formato compacto arredondado, acabamento em alumínio e parte frontal em relevo, além da parte traseira com superfície emborrachada; Beovision Harmony (2019), televisão que oferece uma experiência totalmente nova em som e imagem, com uma performance coreografada de movimento e clareza acústica, imagens vívidas e design único (traz um sofisticado sistema de caixas de som que se desdobram como o movimento de uma borboleta na hora do uso do painel OLED de 77 polegadas); Beoplay H95 (2020), fone de ouvido projetado para uma experiência de audição final com conforto duradouro e cancelamento de ruído ativo eficaz.
   

Em 2020, em celebração aos 95 anos, a marca lançou a linha “Gold Collection”, composta por uma série de produtos (fones de ouvido com e sem fio, alto-falantes portáteis e domésticos, além de TVs) com a nova cor exclusiva e luxuosa de alumínio em tons de ouro a objetos feitos de materiais premium, como carvalho maciço, mármore e couro de pele de cordeiro. Além disso, para tentar atrair um público mais jovem e influente nos meios digitais, a marca dinamarquesa lançou fones de ouvido altamente tecnológico, especialmente desenvolvidos para gamers.
  

Belo design, soluções criativas, qualidade extraordinária e uma vontade incontrolável para perseguir a perfeição são os fatores essenciais para que a BANG & OLUFSEN alcance a excelência na criação dos potentes aparelhos de áudio e vídeo e sistemas de som. A B&O tem um apelo de design tão distinto que a revista Wired descreveu como “entrega de mídia de qualidade por meio de objetos impressionantes”. Uma das marcas mais fortes do mundo lapidada sobre mais de 90 anos de inovação dinamarquesa aliada a um processo artesanal de fabricação, tem uma incrível reputação baseada no desenvolvimento de tecnologias únicas. Todos os produtos da marca são batizados com o prefixo BEO, uma abreviação de como a BANG & OLUFSEN ficou conhecida: B&O.
  

O diferencial 
Inovação é o DNA da BANG & OLUFSEN. Não faltam marcos em sua trajetória que atestam isso: é dela a primeira soundbar do mercado, o primeiro sistema multi-room, a primeira TV de tela plana e o primeiro leitor de CDs vertical. O diferencial da marca começa na forma como a empresa pensa e desenvolve um produto. É a única do setor de eletroeletrônicos no mundo cuja engenharia está submetida ao departamento de criação. Ou seja, antes de definir os componentes eletrônicos, um departamento batizado de Idealand (algo como “terra das ideias”) determina o design ideal para um equipamento projetado visando um público específico. Seus produtos de áudio e vídeo levam de três a seis anos para serem desenvolvidos e com um detalhe: todos são testados um a um e contam com um certificado de garantia assinado manualmente. A marca é reconhecida por aliar tecnologia e visual na produção de equipamentos altamente diferenciados, que superam as expectativas de consumidores extremamente exigentes. As linhas geométricas e minimalistas dos equipamentos exibem não apenas elegância peculiar como também possuem uma funcionalidade e uma ergonomia notáveis.
   

Comunicações sem fios, sistemas de comando digitais, sincronização, que agora são soluções tecnológicas comuns, já se encontram presentes há anos nos produtos B&O. Resumindo: ao montar uma sala, é a mobília que combina com eles. Não o contrário. E tem mais: uma característica verdadeiramente extraordinária nos produtos B&O é a sua capacidade de integração. Todos os equipamentos interagem entre si de uma forma transparente e natural. Mesmo os sistemas mais antigos podem ser integrados com outros recentes sem qualquer tipo de incompatibilidade ou perda de funções e qualidade. A maioria de seus produtos, na década de 1970 e 1980, foi projetada e desenvolvida pelo designer Jacob Jensen, um mito dentro da empresa dinamarquesa.
   

Lojas ou galerias? 
As primeiras lojas da marca foram inauguradas somente na década de 1990 para vender seus produtos diretamente aos consumidores. Rapidamente centenas de unidades foram abertas por vários países europeus. Mas não seria justo expor os produtos da marca dinamarquesa em lojas comuns. Por isso, a BANG & OLUFSEN criou espaços absolutamente conceituais para acomodar suas obras-primas. Há poucos anos atrás estreou mundialmente o seu novo conceito de lojas chamado Blue Print Evolution, que mais parece uma moderna galeria de arte. Desenvolvido pelo arquiteto dinamarquês Erik Sorensen, o inovador projeto expõe os produtos como eles realmente são considerados por seus seletos consumidores: peças de colecionador. A ideia era fazer com que os “objetos”, apoiados nas paredes, pudessem ser apreciados sob vários ângulos, uma evolução em relação ao tradicional padrão home theater.
  

A fábrica 
As obras-primas, verdadeiras esculturas que emitem som e imagem, saem em sua grande maioria da unidade fabril localizada em Struer, remota cidade dinamarquesa de apenas 17 mil habitantes. A fábrica, aliás, é um capítulo à parte. Instalada no meio de uma fazenda, com ovelhas pastando ao redor, ela tem uma fachada modernista, feita em vidro, de um lado e, do outro, uma arquitetura tradicional. Isso foi resultado do bombardeio que sofreu do exército alemão, durante a Segunda Guerra Mundial, quando a BANG & OLUFSEN cortou o fornecimento de aparelhos para a Alemanha. Os donos reconstruíram o prédio em 1948, mas mantiveram as ruínas resultantes dos bombardeios. Ainda hoje os aparelhos que saem de lá são feitos de maneira quase artesanal. Um exemplo disso são os aclamados televisores da marca, que podem demorar até 9 horas para ficarem prontos, enquanto alguns gigantes do setor produzem um aparelho em menos de 3 minutos, em média. Isso explica por que a B&O lança apenas dois ou três novos modelos por ano, que são aguardados com ansiedade pelos ávidos fãs da marca. A expectativa de uso dos produtos também é diferenciada. Para garantir essa durabilidade, a fábrica continua produzindo as peças de um equipamento que sai de linha por mais oito anos. Já foram identificados clientes que utilizam seus produtos há mais de 35 anos.
  

O museu 
Inaugurado no dia 25 de maio de 2008, o museu da B&O está situado em um anexo do prédio mais antigo da pitoresca cidade de Struer. O fantástico espaço de 2.320 m² mostra muito mais do que a trajetória e as peças históricas da marca dinamarquesa, sendo um lugar ideal para os apreciadores da alta tecnologia e designs inovadores em aparelhos de áudio e vídeo. Através de tecnologias multimídia e interativas de última geração, a história da B&O é apresentada em sequência cronológica, conduzindo os visitantes através de uma fantástica viagem na trajetória evolutiva do som, da imagem e das mídias eletrônicas, mostrando a influência do desenvolvimento da tecnologia no cotidiano das pessoas. Apresentando um portfólio impressionante de produtos históricos da marca, o museu também apresenta projeções, em telas e paredes, de gravações históricas assim como raridades e materiais da B&O, como por exemplo, panfletos, pôsteres, brochuras, catálogos, fotos e filmes.
  

A evolução visual 
Ao longo de sua história a marca BANG & OLUFSEN modificou significativamente seu logotipo. Depois de adotar uma nova tipografia de letra, a atual identidade visual apresentou o nome da marca em letras maiúsculas e adotou as iniciais “B&O” (utilizadas em seus produtos pela primeira vez em 1932) como principal símbolo de reconhecimento.
  

Os slogans 
Everyone deserves the Bang & Olufsen experience. 
Like no one else. (2016) 
Bang & Olufsen exists to move you with enduring magical experiences. (2012) 
What moves you. (2011) 
Everything is possible. (2004) 
A life less ordinary. (1999) 
See. Hear. Feel. (1995) 
The only serious alternative to being there. (1988) 
It only looks beyond your reach. (1985) 
Harmonie in Technik und Design. (1979) 
Isn’t technology beautiful. (1978)
  

Dados corporativos 
● Origem: Dinamarca 
● Fundação: 17 de novembro de 1925 
● Fundador: Peter Bang e Svend Olufsen 
● Sede mundial: Struer, Dinamarca 
● Proprietário da marca: Bang & Olufsen A/S
● Capital aberto: Sim 
● Chairman: Juha Christensen 
● CEO: Kristian Teär 
● Faturamento: US$ 295.4 milhões (2019/2020) 
● Lucro: - US$ 83.5 milhões (2019/2020) 
● Valor de mercado: US$ 385 milhões (novembro/2020) 
● Lojas: 485 
● Presença global: 70 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Alemanha, Reino Unido, Suíça e Estados Unidos
● Funcionários: 750 
● Segmento: Áudio e vídeo 
● Principais produtos: TVs, sistemas de som, alto-falantes e fones de ouvido 
● Concorrentes diretos: Bowers & Wilkins, Bose, Harman, Paradigm, KEF e Dynaudio 
● Ícones: O design moderno e arrojado 
● Slogan: Bang & Olufsen exists to move you with enduring magical experiences. 
● Website: www.bang-olufsen.com 

A marca no mundo 
Aproximadamente 485 lojas próprias (além de show rooms dentro de outras lojas) da BANG & OLUFSEN estão espalhadas por 70 países, oferecendo produtos de áudio e vídeo de altíssima qualidade como TVs, sistemas de som, alto-falantes e fones de ouvido. Além disso, a marca dinamarquesa está presente em mais de 3.500 pontos de venda de grandes varejistas. No Brasil a marca desembarcou em 1999 com a inauguração de sua primeira loja (chegou a ter 3 unidades, mas fechou todas). Em seu país de origem, a marca é lembrada por 98% dos consumidores e detém 20% do mercado, com faturamento global superior a US$ 295 milhões (dados de 2019/2020), 89% provenientes de vendas fora da Dinamarca, especialmente da Alemanha, Reino Unido, Suíça, Estados Unidos, China e Holanda. 

Você sabia? 
O famoso slogan “Bang & Olufsen, for those who discuss design and quality before price” (algo como “Bang & Olufsen, para aqueles que discutem design e qualidade antes do preço”), foi lançado em 1968 e citado até os dias de hoje. 
A BANG & OLUFSEN foi a primeira fabricante de caixas acústicas no mundo a abolir o uso da madeira e passar a utilizar o alumínio. O metal é comprado bruto pela empresa, que o trata de maneira artesanal na própria fábrica. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Forbes, BusinessWeek, Exame e Time), Jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 16/11/2020